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Têxtil despede funcionárias por SMS para que elas “não fossem perder tempo para a fábrica”

Cerca de 25 trabalhadoras da empresa Modelo e Ponto, em Santo Tirso, distrito do Porto, receberam no domingo por SMS a informação de que a fábrica têxtil iria abrir falência, disse à Lusa Tânia Santos, uma das funcionárias.

O advogado das trabalhadoras, Hernâni Gomes, esclareceu que o modo utilizado pela gerência da fábrica “visou evitar que as funcionárias fossem perder tempo para a fábrica” e que ainda hoje vai entrar no Tribunal de Santo Tirso “o processo de insolvência”.

Hernâni Gomes, que acompanhou as funcionárias em protesto hoje à porta da fábrica Modelo e Ponto, adiantou que “ainda hoje serão emitidas as cartas de despedimento”.

Dando conta ainda de “dívidas à Segurança Social” por parte da Modelo e Ponto, Hernâni Gomes explicou na semana passada “um cheque que chegou de um fornecedor de trabalho, assim que entrou na conta, foi penhorado pela Segurança Social”, acabando a gerência “sem fundo de maneio para pagar os salários”.

Lusa

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