Mogege: S.I.T. (antiga Sonicarla) fechou portas, dezenas no desemprego

A Seamless Industrial Technologies, antiga Sonicarla, encerrou a sua atividade esta quinta-feira.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, a decisão de fechar portas foi comunicada nas últimas horas depois de se concluir que a têxtil, a atravessar um processo de insolvência, não tinha viabilidade económica.

A S.I.T. nasceu em 2009, herdando toda a experiência vinda dos anos 70 das malhas Sonicarla. Estava focada na produção de têxteis inovadores

Dezenas de trabalhadores ficam agora no desemprego e a procurar alternativas no mercado de trabalho.

Aeroportos: Greve de três dias arranca esta sexta-feira

A paralisação foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil (SINTAC) e irá afetar os aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal.

Num comunicado, o SINTAC indicou que decidiu avançar com o referido pré-aviso de greve na empresa porque, “através dos seus administradores pertencentes ao grupo Vinci, respondeu com a denúncia do acordo de empresa em vigor, e não cumpriu o devido descongelamento de carreiras no passado mês de novembro conforme tinha assinado em 2016”.

O SINTAC referiu que, “como se ainda não bastasse”, a empresa “começou a cortar abonos sociais e direitos adquiridos por todos os seus trabalhadores ao longo de 20 anos, não reconhecendo assim todo o esforço dos trabalhadores ao longo dos anos, e tudo isto com um único objetivo, o de não baixar os seus lucros a fim de poder encher ainda mais os cofres do grupo Vinci”.

O sindicato sublinhou que “durante três anos os trabalhadores viram os seus aumentos e progressões de carreira congelados a fim de melhorar a saúde financeira da empresa, e contribuíram imenso” para o seu crescimento.

Entretanto, o SINTAC resolveu avançar com um novo pré-aviso de greve na Portway, desta vez ao trabalho suplementar, banco de horas e fins de semana, entre 01 de janeiro e o final de março.

Em declarações à agência Lusa, Fernando Simões, dirigente do SINTAC, deu conta desta nova paralisação, por entre críticas à atuação da empresa de ‘handling’ em aeroportos (assistência em terra).

“Tivemos contactos de alguns ex-trabalhadores que estiveram este verão ao serviço da Portway e, como sempre, tendo em conta a sazonalidade do verão IATA, foram dispensados entre o final de setembro e início de outubro, e que nos disseram que a Portway está a ligar-lhes na tentativa de fazer contratos de dez dias, a começar por volta de 21, 22 de dezembro”, indicou Fernando Simões.

Para o SINTAC, isto é uma “tentativa clara de substituir grevistas”, sendo que, de acordo com o dirigente sindical, a contratação de trabalhadores em cima da hora pode ter impactos a nível da segurança.

O mesmo dirigente sindical já tinha adiantado que “se a empresa atender à reivindicação e cumprir”, ou seja, apresentar-se junto do “Ministério do Trabalho e assinar um documento em que diz que até ao final do ano regulariza a situação das pessoas que devia ter regularizado em 2019”, assumindo o compromisso de cumprir que “quem tem que progredir na carreira avance em 2020, a greve será desconvocada”.

Por sua vez, a empresa afirmou que “cumpre escrupulosamente a lei e toda a regulamentação aplicável, tanto ao nível da legislação laboral como em termos de acordos e protocolos aplicáveis à empresa”, pelo que “não reconhece fundamentos para esta paralisação”.

“A Portway procedeu em novembro à aplicação das tabelas remuneratórias convencionadas e à aplicação das restantes condições remuneratórias previstas no Acordo de Empresa em vigor, o que representou um aumento médio de cerca de 8% nas remunerações”, assinalou.

Recordou também que foi “desenvolvida a negociação de um novo acordo de empresa, que não foi possível assinar por indisponibilidade do SINTAC após fecho da negociação”, mas a Portway “declarou, desde logo, a disponibilidade para diálogo futuro”, que mantém “com todos os parceiros sociais”, apelando para o “retomar das negociações no sentido de evitar esta paralisação”.

Segundo o SINTAC, a greve não tem serviços mínimos.

Riba d’Ave: Trabalhadores da Resinorte em greve esta quinta e sexta

Os trabalhadores da Resinorte, com unidade de produção localizada na vila famalicense de Riba d’Ave, estão em protesto esta quinta e sexta-feira.

“Os trabalhadores estarão em greve pelo aumento geral dos salários, exigem o respeito pelas estruturas representativas dos trabalhadores e do direito constitucional à contratação coletiva, o direito à carreira profissional, por melhores condições de vida e de trabalho”, sublinhou o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL), numa nota.

De acordo com o STAL, a administração da holding recusa-se “a iniciar qualquer processo de negociação coletiva global ou local”.

O sindicato sublinha que, além da melhoria dos salários, são exigidas melhorias noutras “prestações pecuniárias, nomeadamente, do subsídio de refeição e transporte” para a recuperação do poder de compra perdido, “um plano de carreiras que assegure a progressão e a promoção” e um seguro de saúde para todos.

PCP quer “Intervir, lutar, avançar” para impedir retrocessos

Intervir, Lutar, Avançar” é o tema de uma ação de contacto da direcção da Organização Regional de Braga do PCP junto dos trabalhadores e populações do distrito. Esta “Caravana Regional” inicia viagem esta sexta-feira e segue até 14 de dezembro.

Nas várias ações, o PCP vai distribuir um folheto que convida os trabalhadores e as populações a prosseguirem «com a defesa dos direitos, impedir retrocessos e tornar possíveis avanços que contribuam para uma vida melhor».

A “Caravana Regional: Intervir, Lutar, Avançar” terá a primeira paragem junto à empresa Lima & Companhia, em Pousada de Saramagos, pelas 12 horas desta sexta-feira. À porta desta empresa, intervirá Gonçalo Oliveira, membro da Comissão Política do Comité Central e responsável pela Organização Regional de Braga do PCP.

Mais um dia de greve na Tesco

Os trabalhadores da Tesco – Componentes para Automóveis, LDA, em Ribeirão, voltam a cumprir, esta sexta-feira, mais um dia de greve dando continuidade às suas reivindicações.

Os trabalhadores exigem aumento salarial justo; fim da discriminação salarial; redução do horário de trabalho; passagem ao quadro da empresa dos trabalhadores com contratos a termo ou temporários; aumento do subsídio de refeição; 25 dias úteis de férias.

Trabalhadores da TESCO em greve esta sexta-feira

Os trabalhadores da empresa TESCO – Componentes para Automóveis, LDA, em Ribeirão, vão estar em greve esta sexta-feira. Segundo avança o Sindicado dos Trabalhadores das Indústrias Transformadora, Energia e Atividades do Ambiente do Norte, os trabalhadores dos vários turnos vão concentrar-se à porta da empresa para reivindicar, entre outras medidas, o aumento salarial, a redução do horário de trabalho, a passagem ao quadro dos trabalhadores com contrato a termo e/ou temporário e o aumento dos dias de férias para 25 dias úteis.

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