Famalicão: Didascália cancela “Paisagem Efémera”

Devido ao aumento dos casos de covid-19, o Teatro da Didascália cancelou o projeto de teatro “Paisagem Efémera – Natural e Rural”, que tinha sessões programadas para os dias 23,24 e 25 de outubro.

Ao longo das últimas semanas, os responsáveis do Teatro Didascália colaboraram de perto com as autoridades de saúde para que o espetáculo se realizasse, mas a evolução pandémica obrigou ao cancelamento das récitas.

E, tendo em conta, a atual indefinição na evolução da pandemia, o Teatro Didascália está a preparar todos os meios técnicos disponíveis para possibilitar a apresentação deste espetáculo-percurso de forma virtual, nos dias 13 e 15 de novembro, no Palco Online do Gerador – gerador.eu.

Famalicão: Didascália apresenta “Paisagem Efémera”

“Paisagem Efémera – natural e rural” é o tema do novo espetáculo do Teatro Didascália, de Joane.

A estreia está marcada para o dia 23 de outubro, na próxima semana, com a particularidade de ser sempre ao ar livre, em diversos espaços de Joane, num raio de 2,5 km.

Bruno Martins, diretor artístico do Teatro Didascália, fala de uma peça de ficção, não de revisitação histórica aos lugares, mas que recupera a memória e alguns segredos bem guardados.

O cenário é a paisagem natural de cada lugar, com atores e músicos em cena.

A peça Paisagem Efémera estará em cena entre 23 e 25 de outubro, às 21 horas. O ponto de partida é na Cindinha Bulk Store. É necessário reserva, que podem ser efetuadas através do e-mail [email protected] ou do número 924 305 850. O preço é de quatro euros por pessoa, com lotação limitada a 30 pessoas por espetáculo. Se a meteorologia não permitir, haverá uma transmissão online.

Este projeto de “Paisagem Efémera” é pensado para dois anos. Depois de Joane, passará por Riba de Ave, no ano de 2021, com recuperação da memória industrial.

Famalicão quer teatro no ensino articulado

«Famalicão tem pergaminhos na educação de que não abdica, não abdicamos da qualidade e da exigência, mas abrimos portas à diversidade», referiu o presidente da Câmara ao anunciar que brevemente Famalicão terá o teatro no ensino articulado, sendo que o projeto de acreditação já está em curso.

Este anúncio foi feito na terça-feira pelo presidente da Câmara após assistir a uma aula de dança, lecionada pelo Conservatório de Dança de Famalicão, nas instalações do Centro de Investigação, Inovação e Ensino Superior, em Vale S. Cosme.

Recorde-se que a dança já faz parte, desde este ano letivo, do ensino articulado.

Paulo Cunha está muito satisfeito com os passos dados no ensino artístico e especializado. «Famalicão é, desde há muitos anos, reconhecido pelos estímulos e pelas boas-práticas no âmbito do ensino articulado. Primeiro foi a música, onde nos distinguimos como um dos concelhos do país com mais alunos inscritos. Agora temos a dança, um projeto que está a ser muito bem-sucedido e que surge fruto desta interação que mantemos com as associações», analisou.

Para Marta Soares, do Conservatório de Dança de Famalicão, «este ensino articulado da dança, com a certificação por parte do ministério da educação, era uma ambição desde há algum tempo. Trata-se de uma medida importante para os alunos que vêm somar à formação académica, a formação artística da dança».

Também o presidente da Junta de Freguesia de Vale S. Cosme, Bernardino Martins se mostrou satisfeito com as mais-valias que o ensino articulado da dança traz para a freguesia.

Ao todo, vinte e cinco alunos do 5.º e do 7.º ano do concelho de Vila Nova de Famalicão estão, neste ano letivo de 2020/2021, a frequentar o ensino artístico e especializado da dança, em regime articulado.

Famalicão: “Talvez Um Dia” estreia na Casa das Artes

“Talvez um dia” estreia esta sexta-feira, dia 25, às 21h30, na Casa das Artes. Trata-se de uma coprodução da companhia Fértil Cultural com o Teatro Diogo Bernardes, que esteve prevista para assinalar o Dia Mundial do Teatro 2020, mas que foi adiada devido à covid.

Esta peça teatral, uma criação de Rui Alves Leitão, pretende ser um espetáculo sensorial, emocional e de uma reflexão da existência humana, baseado no conceito de esperança infinita.

 

Famalicão: “Talvez um dia” na Casa das Artes

“Talvez um dia” estreia esta sexta-feira, dia 25, às 21h30, na Casa das Artes. Trata-se de uma coprodução da companhia Fértil Cultural com o Teatro Diogo Bernardes, que esteve prevista para assinalar o Dia Mundial do Teatro 2020, mas que foi adiada devido à covid.

Esta peça teatral, uma criação de Rui Alves Leitão, pretende ser um espetáculo sensorial, emocional e de uma reflexão da existência humana, baseado no conceito de esperança infinita. “Talvez Um Dia” proporciona um momento de questionamento mútuo entre o ator e o espetador, sem alusão moral.

O espetáculo, cujo ingresso custa 8 euros ou 4 euros para estudantes, portadores do Cartão Quadrilátero Cultural e seniores, repete no sábado, dia 26, à mesma hora.

Coprodução Fértil Cultural, Casa das Artes de Famalicão e Teatro Diogo Bernardes, com parceria institucional do Ministério da Cultura e apoio dos municípios de Famalicão e de Ponte de Lima, além da ENIF.

Revista “Sigilo Público”

Para além desta estreia, é também dia 25 de setembro que a Fértil Cultural lança no campo editorial a revista “Sigilo Público”. Depois do espetáculo, esta nova publicação é apresentada no pequeno auditório da Casa das Artes. Trata-se de um espaço de partilha de ideias e práticas artísticas, culturais e educacionais aliadas à arte, e almeja ocupar um lugar entre as escassas edições deste género.

 

Famalicão: Associação Cultural de Vermoim organiza festival “Vamos ao Teatro”

O Núcleo de Teatro da Associação Cultural de Vermoim (NUTEACV) organiza a 7.ª edição do festival “Vamos ao Teatro”. Começa no dia 19, sábado, e prolonga-se até 17 de outubro, sempre às 21h30, no Salão Paroquial de Vermoim.

Por Vermoim vão passar cinco grupos de teatro amador, oriundos de todo o norte do país, desde Boticas, Ponte de Lima, Lamego, Vila do Conde, ao grupo da casa.

Para a realização deste evento cultural, a organização garante ter acatado todas as orientações da DGS. Assim, a lotação da sala está reduzida a 100 lugares sentados e identificados, há desinfeção total da sala antes dos espetáculos, percursos de sentido único delimitados e identificados, medição de temperatura corporal, normas de etiqueta respiratória e de desinfeção das mãos, além do uso obrigatório de máscara.

A organização do festival diz que num tempo de um novo normal «é tão importante a realização deste que é já o VII Festival».

O programa definido pela NUTEACV: dia 19 de setembro, GTF Boticas com “Lisístrata ou a Greve do Sexo”; dia 26, TAV (Vila do Conde), com “Flagrante Delitro”; dia 3 de outubro, Unhas do Diabo (Ponte de Lima), “Sexta-feira, 13”; dia 10, GTAV (Lamego), “C`os Diabos”; dia 17 de outubro, NUTEACV, “O regresso das vaginas”.

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