Famalicão: “Produto que é nosso” no Supermercado Bandeirinha

A promoção dos produtos famalicenses está, agora, no supermercado Bandeirinha, na Rua Conselheiro Santos Viegas. A montra “produto que é nosso” está patente até 30 setembro, em lugar central e visível ao público.

Mais uma vez, estão disponíveis produtos de fumeiro, queijo, carnes frescas, padaria e doçaria, vinhos e licores, compotas, geleias e mel. Por exemplo, pode comprar os queijos Senras Dairy e Dom Villas, o Pão-de-Ló Burguês e os frescos da Quinta de Moldes.

A este projeto já estão associados 78 produtos de 29 produtores locais. Integram-se neste programa, os produtos do setor agroalimentar, agrícolas e transformados, que se enquadram na tipologia de produtos e nos critérios de avaliação e reconhecimento estabelecidos no regulamento.

Recorde-se que a promoção destes produtos já passou por outros hipermercados do concelho, sempre com o objetivo de promover o que é local e incentivar os produtores locais, alguns dos quais nascidos no âmbito do Made In, programa da Câmara Municipal de Famalicão.

 

Coronavírus: Pingo Doce passa a fechar às 19:00

“Na sequência da ativação do estado de alerta em Portugal motivada pelo evoluir da pandemia Covid-19, o grupo Jerónimo Martins decidiu implementar medidas extraordinárias por tempo indefinido, a aplicar nos seus escritórios centrais, e nas lojas e centros de distribuição em todo o país”, afirmou Pedro Soares dos Santos.

Assim, “a partir da próxima segunda-feira, 16 de março, as lojas do grupo Jerónimo Martins em Portugal (Pingo Doce, Recheio, Bem-Estar, Hussel e Jerónymos) vão passar a ter um horário de funcionamento reduzido e metade dos colaboradores dos escritórios centrais passarão a trabalhar a partir de casa, de forma rotativa”, explicou.

“Os horários das lojas variam em função da cadeia e também das localizações, podendo ser consultados nos respetivos ‘sites'”, adiantou o gestor.

“As lojas Pingo Doce fecharão no máximo às 19:00 e as lojas Recheio às 16:00”, disse Pedro Soares dos Santos.
“Desta forma, contribui-se, por um lado, para a contenção da propagação da doença e, por outro lado, garante-se que existe sempre, em cada unidade ou área, uma equipa pronta a avançar caso se tenha de isolar outra equipa”, salientou o presidente do grupo Jerónimo Martins.

“Em tempos de crise, o abastecimento alimentar assume uma importância estratégica, pelo que o objetivo passa por manter em funcionamento a cadeia logística, assegurar a disponibilidade de produtos nas lojas e reduzir o risco para colaboradores e clientes”, referiu Pedro Soares dos Santos, apontando que “o grupo está permanentemente a avaliar a evolução da situação e a introduzir os ajustamentos que, a cada momento, forem necessários”.

Esta semana, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a doença Covid-19 como uma pandemia e na quinta-feira à noite o Governo português declarou estado de alerta.

Esta madrugada, o Governo anunciou novas medidas para conter a propagação do Covid-19, nomeadamente o encerramento temporário das escolas, o que vai obrigar muitos trabalhadores a ficarem em casa com os filhos.
As pessoas nesta situação receberão 66% da sua remuneração, que será paga pelo seu empregador e pela Segurança Social.

O novo coronavírus responsável pela Covid-19 foi detetado em dezembro, na China, e já provocou mais de 5.000 mortos em todo o mundo, levando a Organização Mundial de Saúde (OMS) a declarar a doença como pandemia.
O número de infetados ultrapassou as 134 mil pessoas, com casos registados em mais de 120 países e territórios, incluindo Portugal, que tem 112 casos confirmados.

Bombeiros chamados ao Minipreço de Famalicão

Um curto circuito num dos equipamento que garante a refrigeração das arcas e expositores frigoríficos do Minipreço de Vila Nova de Famalicão, na Rua Adriano Pinto Basto, obrigou à intervenção dos bombeiros famalicenses.

A situação aconteceu por volta das 11h00 desta segunda-feira e foi rapidamente resolvida graças à rápida intervenção dos funcionários e, momentos mais tarde, dos soldados da paz.

Apesar do aparato no exterior, não houve a necessidade de evacuar o estabelecimento comercial uma vez que o problema verificou-se no armazém.

Ao que nos foi possível apurar, a presença dos bombeiros foi essencialmente para garantir a extração do fumo e dos gases provocados pela avaria.

 

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