Rui Faria apresenta apoiantes e mandatários

A candidatura “Famalicão precisa do PS”, encabeçada por Rui Faria, apresentou esta segunda-feira os seus mandatários para as diversas áreas estratégicas.

Domingos Peixoto é o coordenador do Gabinete de Estudos e responsável pela estratégia da candidatura de Rui Faria.

O também deputado municipal apresenta a candidatura como a «mais sólida, a que reúne consenso alargado, com apoio de muitos militantes e simpatizantes do PS. É uma candidatura com jovens e menos jovens, com ideias realistas, objetivos ambiciosos e protagonistas capazes de corporizar a alternativa de que Famalicão realmente precisa. Não é uma candidatura unipessoal, mas sim uma candidatura solidificada, em trabalho de uma equipa diversificada, técnica e politicamente preparada».

Entre os apoiantes e mandatários estão também Maria José Gonçalves, António Matos, Reis Campos, Luís Machado, Hilário Campos e Pedro Leal.

Rui Faria considera o apoio destas pessoas «extremamente importante para a minha candidatura». O candidato socialista diz-se preparado para construir uma alternativa «séria e credível nas eleições autárquicas de 2021».

Rui Faria diz que PS em Famalicão corre risco de divisão

Rui Faria, atual líder da concelhia do PS, teme uma desunião no PS, fruto de duas listas com estratégias distintas para ganhar a concelhia, nas eleições que estão marcadas para janeiro de 2020.

O atual líder da concelhia do PS apresentou esta segunda-feira, dia 25 de novembro, a sua recandidatura à liderança da concelhia do Partido Socialista.

Rui Faria garante que são duas visões diferentes para o partido: «aquela que quer desunir, afastar, discriminar, criticando tudo e todos, seja a concelhia ou a Federação Distrital, almejando o poder numa lógia destrutiva, eivada de vaidade e sofreguidão». Quanto à lista que encabeça, Rui Faria garante que é a que procura um «PS plural onde todos têm lugar; o PS capaz de reconhecer os seus erros e aprender com eles. O PS responsável que saiba, com humildade, corrigir e fazer melhor».

Nas eleições de janeiro (ainda não é conhecida a data, mas segundo os estatutos será na segunda quinzena) está em causa a liderança do partido para o biénio 2020/22, período que coincide com as eleições para as juntas e Câmara Municipal.

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