Famalicão: Música, ginástica e dança tiram carros da rua

A dança, música, ginástica e atividades lúdicas e educativas vão tirar o trânsito automóvel do centro da cidade de Famalicão. Acontece no próximo sábado, durante as celebrações da Semana Europeia da Mobilidade que se assinala entre 16 e 22 de setembro e cujo tema é “Emissões Zero, Mobilidade para todos”.

No sábado, entre as 10 e as 18h30, o centro da cidade recebe inúmeras iniciativas de animação de rua que estarão encerradas trânsito automóvel no topo norte da Praça D. Maria II, desde as 17 horas, de sexta-feira, 18 de setembro, até às 21 horas de sábado.

A rua será, assim, palco para a música através de instrumentos musicais portugueses e jazz, para o crossfit, para as danças desportiva, zumba, salsa, dança contemporânea e danças de salão latinas. Haverá, ainda, espaço para a demonstração de atividades lúdicas e educativas, para a experimentação de bicicletas elétricas e para a educação rodoviária.

O Dia Europeu Sem Carros assinala-se a 22 de setembro.

Pagamento de parquímetros suspenso em Famalicão

Na sequência da evolução do vírus COVID 19 e, atendendo às orientações da Direção Geral de Saúde (DGS) e ao Plano de Contingência Municipal, a PARQF, em colaboração com a Câmara Municipal, suspende, a partir desta quarta-feira, o pagamento de estacionamento na via pública.

De acordo com a empresa, «esta suspensão permitirá que os utentes não tenham contacto directo com os equipamentos, que na sua manipulação podem contribuir para a disseminação do vírus».

Mãos à Obra: Movimento nacional promete limpar espaços públicos de Famalicão a 22 de Setembro

“Mãos à Obra” é o nome do movimento criado com o objetivo de limpar os espaços públicos de todas as cidades do país. A ideia partiu de uma jovem de 19 anos, transformou-se entretanto neste projeto, e tem vindo a crescer com a ajuda das redes sociais.

Para já são mais de 10 mil os jovens que, a troco de nada, vão sair para as ruas no dia 22 de setembro com a missão de deixar Portugal mais limpo.

A organização é feita de seguinte forma: as pessoas que estão mais próximas da costa, limpam as praias. Quem, pelo contrário, estiver nas regiões mais interiores, ficam responsáveis pelas cidades.

Em Famalicão o “Mãos à Obra” tem dois representantes. Eles estão sempre disponíveis para responder às questões levantadas pelos interessados em participar no evento.

No dia 22, o ponto de encontro dos voluntários está marcado para as 09h30 no recinto do campo da feira da cidade.

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Câmara de Braga acaba com parquímetros em 27 ruas do centro da cidade

A Câmara de Braga deliberou esta quinta-feira que, a partir de segunda-feira, “cessa a obrigatoriedade do pagamento” do estacionamento na via pública nas 27 ruas do centro em que foram instalados parquímetros no final do mandato de Mesquita Machado.

Em declarações à Lusa, o presidente da autarquia, Ricardo Rio, explicou ainda que a partir de 2 de abril, nas restantes artérias em que o estacionamento à superfície é pago, a fiscalização e cobrança daquelas taxas passa a ser feita pela autarquia “na sequência da rejeição da providência cautelar interposta pela empresa ESSE ao resgate da concessão por parte do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga”.

A concessão do estacionamento pago na via pública no centro de Braga foi contratualizada com a ESSE ainda pelo executivo dirigido por Mesquita Machado, tendo sido uma das últimas medidas do autarca o alargamento a mais 27 rua da cidade daquela concessão. Uma das bandeiras eleitorais de Ricardo Rio é que procederia ao resgate da referida concessão e à anulação daquele alargamento, promessas que cumpriu nos primeiros dias de mandato em 2013.

No entanto, desde então têm sido sucessivas as tentativas de travar a anulação do alargamento dos parcómetros àquelas 27 ruas por parte da concessionária, tendo havido várias providências cautelares nesse sentido, pelo que o pagamento do estacionamento ainda se mantém.

No início de janeiro, a autarquia anunciou que procederia ao resgate da concessão, tal como permitia o contrato entre as duas entidades, pedindo que lhe fossem devolvidos os equipamentos de cobrança e garantindo um “encontro de contas”, que segundo autarca obrigaria a câmara de Braga a pagar perto de 170 mil euros à ESSE.

A empresa concessionária, além da já referida providência cautelar que visou impedir a passagem da gestão dos parquímetros para a autarquia já em janeiro, interpôs uma ação principal contra o resgate do contrato de concessão na qual pede à Câmara Municipal de Braga uma indemnização que pode ir até perto de 72 milhões de euros, valor já considerado “estapafúrdio” por Ricardo Rio.

A concessão do estacionamento pago à superfície no centro da cidade foi contratualizada em 2013 entre a autarquia e uma empresa do grupo BRITALAR, mais tarde, cedida à ESSE.S.A, por quatro milhões de euros a pagar “como adiantamento” no imediato e 51% das receitas dos parcómetros depois de atingido aquele valor.

Segundo o texto, o contrato em vigor que tem um prazo de 15 anos “prorrogáveis por períodos de 5 anos, até ao limite máximo de duração de 30 anos, pressupõe a declaração de vontade de ambas as partes em renovar” pelo que, defendeu o executivo de Rio, “a renovação exige que o município e a empresa declarem que pretendem renovar o acordo, não operando este automaticamente”.

O executivo liderado por Ricardo Rio optou pela não renovação do segundo período de cinco anos, decisão que deu a conhecer já em 2016.

Assim, segundo a deliberação do executivo camarário desta tarde, a partir de segunda-feira, “cessa a obrigatoriedade do pagamento de quaisquer taxas inerentes ao estacionamento na via pública” nas 27 ruas abrangidas pelo alargamento de 2013.

Lusa

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