Fradelos: Desconhecidos voltam a poluir local que foi alvo de ação de limpeza a semana passada

Decorreu no passado fim de semana, uma ação de limpeza das margens do Rio Ave, na freguesia de Fradelos, em Vila Nova de Famalicão. A iniciativa foi levada a cabo pela associação Fradelos Verde, com o apoio da Câmara Municipal de Famalicão.

Poucos dias depois a população voltou a ser surpreendia quando, no local que foi alvo da ação de limpeza, desconhecidos voltaram a encher aquele espaço de lixo.

Dos objetos encontrados podem-se ver sofás, carrinhos de bebé, mobílias, roupas e grades de cerveja.

 

Fradelos: Grupo de voluntários uniu-se para limpar margens do Rio Ave

Decorreu na tarde deste sábado a primeira ação de limpeza das margens do rio ave, levada a cabo pela associação Fradelos Verde, com o apoio da Câmara Municipal de Famalicão.

Os trabalhos concentraram-se na zona da povoação, naquela freguesia famalicense.

Os voluntários conseguiram recolher uma quantia significativa de objetos, sendo que grande parte deles eram plásticos.

 

Dezanove pessoas morreram nas praias portuguesas durante a época balnear 2019

De acordo com o balanço, entre 01 de maio e 15 de outubro, registaram-se 19 acidentes mortais, três em praias vigiadas, oito em praias não vigiadas ou zonas não concessionadas, cinco em praias marítimas fora da época balnear e três em outras zonas marítimas não vigiadas.

Entre as três vítimas mortais em praias vigiadas, verificou-se o óbito de uma mulher portuguesa, de 76 anos, por doença súbita, na praia Ribeiro Salgado, no Porto Santo (Madeira), enquanto os outros dois ocorreram no distrito de Lisboa.

Dois homens morreram vítimas de doença súbita. Um homem alemão de 71 de anos morreu na praia da Foz do Lisandro, na Ericeira, e outro de 42 anos, de nacionalidade portuguesa, morreu na praia Grande, em Cascais.

Em relação aos acidentes mortais em praias não vigiadas ou zonas não concessionadas, contam-se cinco mortes por afogamento e três por doença súbita.

Entre as mortes por afogamento, quatro ocorreram em zonas não concessionadas e uma em praia não vigiada, na praia Costa Nova do Prado, em Aveiro, onde morreu um homem português de 64 anos.

Nas zonas não concessionadas, foram confirmadas as mortes por afogamento de um homem irlandês de 52 anos, na praia da Fonte da Telha (Lisboa) e de três homens portugueses noutras praias.

Um de 52 anos na praia da ilha de Tavira (Faro), um de cerca de 40 anos, na praia Norte em Viana do Castelo, e um de 34 anos na praia da Cova-Gala, na Figueira da Foz (Coimbra).

Por seu turno, verificaram-se duas mortes por doença súbita em zonas não concessionadas, de um homem de 53 anos na praia da Fonte da Telha, em Lisboa, e de um homem de 50 anos na ilha da Culatra, em Olhão (Faro).

Um homem de 70 anos também foi vítima de doença súbita, na praia da Calada, na Ericeira (Lisboa), mas em praia não vigiada.

Fora da época balnear, a Autoridade Marítima Nacional contou cinco acidentes mortais por afogamento em praias marítimas, não vigiadas até à data das ocorrências.

Entre as mortes nas praias, quatro ocorreram no distrito de Setúbal, e uma no Funchal, na Madeira, de um russo de 40 anos.

Contabilizam-se dois afogamentos de duas inglesas, de 33 e 34 anos, na praia da Zambujeira do Mar, um na praia dos Alteirinhos, de um moldavo de 46 anos, e um na praia do Malhão, de um português de 65 anos.

Em relação a acidentes mortais em outras zonas marítimas não vigiadas, foram contabilizados dois por afogamento e um por doença súbita.

Os dois afogamentos ocorreram nas proximidades da praia de Cortegaça, em Ovar (Aveiro) – um casal de idosos português de cerca de 70 anos.

Por sua vez, um homem português de 63 anos morreu por doença súbita nos Poços das Calhetas, em Ponta Delgada, São Miguel (Açores).

Do total das 19 vítimas mortais, 13 tinham nacionalidade portuguesa, duas inglesa, uma alemã, uma irlandesa, uma moldava e uma russa.

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