Ângelo Lopes será o próximo presidente do Riba de Ave

O Riba de Ave Hóquei Clube vai a votos este sábado, entre as 14 e as 17 horas, com uma única lista a sufrágio, liderada por Ângelo Lopes.

O candidato será o sucessor de Narciso Silva, atual presidente da direção do emblema ribadavense.

O acto eleitoral decorrerá no Parque das Tílias, em Riba de Ave. O presidente da Mesa da Assembleia Geral, Rui Santos, apela à participação de todos para «dar força e expressão a este ato tão importante na vida do nosso clube».

GNR recupera máquinas de construção civil roubadas

No âmbito de uma ação de patrulhamento, em Oliveira São Mateus, a GNR de Riba de Ave identificou, esta terça-feira, um homem de 57 anos e recuperou três máquinas de construção civil.

Os militares abordaram um veículo e encontraram, no interior da mala, duas rebarbadoras de bateria e um laser que se apurou serem furtados. As máquinas foram apreendidas e restituídas aos proprietários. Já o alegado autor do roubo foi constituído arguido.

GNR recupera bicicleta furtada

A GNR de Riba de Ave recuperou, esta quarta-feira, uma bicicleta furtada, avaliada em 1500 euros. No decurso de uma queixa por roubo da bicicleta, na madrugada daquele dia, os militares realizaram diligências que culminaram na sua recuperação.

Para além do suspeito, com 35 anos, já referenciado por furtos, foi também constituído arguido um homem, de 55 anos, por crime de recetação decorrente da compra a bicicleta furtada.

Fiscalização rodoviária apanha traficante de droga em Landim

Um homem, de 44 anos, foi detido esta terça-feira, pela GNR de Riba de Ave, por tráfico de droga. A detenção aconteceu durante uma ação de fiscalização rodoviária, na freguesia de Landim. Na abordagem a um carro, com três ocupantes, os militares da GNR encontraram, na posse do condutor, 22 doses de heroína e 14 de cocaína, que foram apreendidas.

O detido, com antecedentes criminais por tráfico de estupefacientes, foi constituído arguido.

Equipa e adeptos do Riba de Ave agredidos em S. João da Madeira

A direção do Riba de Ave Hóquei Clube, em comunicado emitido este domingo, dá conta de agressões à equipa e adeptos, antes do jogo do passado sábado, em casa da Sanjoanense. O emblema ribadavense diz que as agressões foram provocadas por adeptos da A.D. Sanjoanense que não foram identificados, dada a ausência da PSP.

«A equipa do RAHC foi obrigada a refugiar-se dentro do balneário, não sem antes ter sido ameaçada, onde ficou, até ser reposta a ordem pública, após a chegada das forças de segurança». O clube fala em arremesso de garrafas cheias de água à equipa do RAHC, o roupeiro foi pontapeado e foram acendidas tochas, à distância de 1 metro, no momento em que a equipa se dirigia para a entrada do pavilhão.

«Estes lamentáveis incidentes foram reportados à PSP e ao delegado dos árbitros, no caso, o próprio presidente do Conselho de Arbitragem». Para além disso, o RAHC fará uma exposição detalhada dos acontecimentos ocorridos ao Conselho de Disciplina da FPP e à APCVD, bem como às autoridades judiciais.

O RAHC perdeu o jogo, 9-4, assinalando que a equipa de arbitragem, contra a qual tinha manifestado a nomeação, usou de «uma dualidade de critérios gritante e vergonhosa».

Riba de Ave estranha escolha dos árbitros para o jogo com a Sanjoanense

O Riba de Ave Hóquei Clube (RAHC) «estranha» a nomeação de Manuel Oliveira e António Santos para arbitrarem o jogo deste sábado, em São João Madeira, contra a formação local.

Recorde-se que o jogo respeitante a mais uma jornada do nacional da 1.ª divisão de hóquei em patins, disputa-se às 17h30, colocando frente a frente equipas que lutam para se distanciarem dos lugares de despromoção. A Sanjoanense soma 16 pontos, mais dois que o Riba de Ave.

O clube ribadavense «desconhece os critérios que presidem às nomeações», mas não deixa de considerar «estranha a nomeação desta equipa de arbitragem para este jogo». E a «estranheza» dos ribadavenses advém «dos estranhos “acontecimentos” que sistemática e “coincidentemente” ocorrem sempre que determinados árbitros são nomeados para determinados jogos», lê-se no comunicado emitido ao final desta tarde.

Por não acreditar em “coincidências”, o Riba de Ave pede «verdade desportiva e uma modalidade séria, credível» e exige «respeito pelos seus atletas, pelas suas equipas técnicas, pelos seus dirigentes e pelos seus adeptos e simpatizantes».

 

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