Famalicão contra aumento da taxa de resíduos

A Câmara de Famalicão manifestou ao Ministro do Ambiente e Ação Climática o seu repúdio em relação ao aumento da taxa de gestão de resíduos para o dobro, já a partir de janeiro de 2021. A proposta do Conselho de Ministro, de 17 de setembro, é um aumento de 11 para 22 euros a tonelada.

Uma decisão que desagrada ao município de Famalicão por considerar que a subida vem em contraciclo com a situação de pandemia, que levou ao aumento da despesa por parte dos municípios e a uma diminuição da receita de muitas famílias portuguesas.

«Não será oportuno agravar nesta fase, e desta forma desproporcional, a Taxa de Gestão de Resíduos», frisa o presidente da Câmara no documento enviado ao Governo. Tanto mais que o aumento se vai refletir nos bolsos dos cidadãos e das empresas.

Por isso, o presidente solicita a revisão desta medida, para que não pese sobre a carteira dos municípios e dos cidadãos.

Paulo Cunha entende que o caminho para incentivar a redução de resíduos e o aumento da reciclagem de materiais se faz com mais campanhas de sensibilização e fiscalização, e não com aumento das taxas.

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