Famalicão: Município vai plantar dez árvores por cada uma abatida nos parques alvo de obras

O município de Famalicão vai plantar dez árvores por cada uma que foi cortada nos Parques D. Maria II e Mouzinho de Albuquerque, espaços que estão a ser alvo de um projeto de remodelação. Têm existido críticas ao corte de árvores e, na última reunião de Câmara, realizada esta quinta-feira, o PS perguntou se o abate das árvores estava previsto.

O presidente da Câmara, Paulo Cunha, explicou que o abate das árvores estava incluído no projeto que foi apresentado e tem a ver com o desenho do projeto. O vereador do Ambiente, Pedro Sena, adiantou que por cada árvore abatida serão plantadas dez.

Famalicão: Obras de reabilitação do centro da cidade começam segunda-feira

Famalicão: Lançado concurso para reabilitação do antigo centro de saúde de Delães

A Câmara Municipal lançou o concurso para a reabilitação do antigo Centro de Saúde de Delães. O edifício passou para a alçada do município que o vai reabilitar para o colocar ao serviço da freguesia e da região.

Para o espaço vai a sede da Junta, o Posto dos CTT e várias associações da região. O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, fala de um equipamento ao serviço da cultura que será importante para um conjunto de freguesias mais carecidas de equipamentos.

A empreitada de reabilitação custa 562 mil euros e tem um prazo de execução de 210 dias.

O lançamento do concurso foi esta quinta-feira a reunião de Câmara, tendo sido aprovado por unanimidade.

Câmara lança concurso para melhorar Praça D. Maria II

Câmara vai investir 7 milhões e seiscentos mil euros (concretamente 7.676.782 euros) na requalificação da zona central da cidade, mais concretamente nas ruas envolventes à Praça D. Maria II e ao novo mercado municipal, que também está a sofrer obras de requalificação.

Há dois objetivos subjacentes a estas obras: atratividade comercial desta zona central da cidade e fomento da mobilidade. «É a revitalização de uma área vital para Famalicão. Penso que apresentamos um projeto arrojado mas que vai ao encontro da vontade genuína dos famalicenses», afirmou o presidente da Câmara.

Paulo Cunha recordou que o projeto final inclui algumas das propostas que foram apresentadas pelos cidadãos aquando da sessão de discussão pública.

O concurso desta obra foi lançado. O prazo de execução é de um ano, segundo o caderno de encargos.

Renascimento do Teatro Narciso Ferreira traz dinamismo e centralidade a Riba de Ave

A reabilitação física e cultural do Teatro Narciso Ferreira, em Riba de Ave, uma obra emblemática da freguesia que está atualmente em estado de ruína, é vista como um sinal de revitalização da própria vila.

“Vamos reerguer este edifício e vamos fazê-lo num contexto de rejuvenescimento de Riba de Ave”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, esta segunda-feira, durante a assinatura do auto de consignação, que marcou o arranque das obras de reabilitação do edifício.

Encerrado desde os anos 90, altura em que estalou a crise do sector têxtil que afetou o Vale do Ave, o Teatro Narciso Ferreira deverá voltar a abrir portas no final de 2020, através de um projeto de recuperação que chega aos 3,5 milhões de euros e cuja obra foi entregue à empresa Costeira – Engenharia e Construção, SA.

Com verbas aprovadas no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), assinado entre a autarquia e o Programa Operacional Norte 2020, o município tem garantido um cofinanciamento FEDER, no valor de 2,9 milhões de euros.

O lançamento desta obra é um “momento marcante para Riba de Ave. A vila vai ganhar uma nova valência e um conjunto de condições que lhe vai permitir ter uma atividade cultural. Riba d’Ave voltará a ter uma centralidade cultural, recreativa e lúdica. Voltará a ter condições para que as forças vivas desta comunidade ganhem um novo dinamismo e vitalidade”, assinalou Paulo Cunha.

Visivelmente emocionada, a presidente da Junta de Freguesia de Riba d’Ave, Susana Pereira, realçou que a recuperação do teatro “é um momento simbólico que traz uma nova esperança à freguesia”. A autarca que se recorda bem “das tardes de cinema e de teatro no edifício” salientou que se trata de “um equipamento único pela sua história e pelo fim a que se destina e ímpar pela sua obra”.

“Riba D’Ave perdeu as escolas, os CTT saíram da avenida. Têm acontecido coisas muito más e espero que com as obras do teatro, e a atividade que aqui se vai desenvolver, traga uma nova dinâmica”, salientou ainda Susana Pereira.

A requalificação do Teatro Narciso Ferreira, inaugurado em 1944 e batizado em honra do empresário têxtil responsável pela construção das fábricas mais importantes de Riba de Ave no século XX, é assim um investimento fundamental para o desenvolvimento sócio-económico da vila.

A requalificação, projetada pelo arquiteto Noé Dinis, “um filho da terra” vai preservar os traços exteriores, desenhados pelo arquiteto portuense Manuel Amoroso Lopes, mas remodelar todo o interior. “Trata-se de um belo exemplar da arquitetura modernista que importa manter”, referiu Noé Dinis, salientando que “a obra deverá homenagear a inovação e carater empreendedor de Narciso Ferreira e levar a bom porto o desígnio de desenvolvimento que Riba de Ave merece”.

O projeto foi elaborado em colaboração com ESMAE e com o arquiteto José Prata, nomeadamente no que respeita às áreas de Arquitetura de Cena e Acústica.

O Teatro Narciso Ferreira vai-se tornar num espaço multifacetado, preparado para espetáculos de teatro, de dança ou de música e para sessões de cinema e capaz de responder às necessidades da própria comunidade, mas também de albergar alguns espetáculos de âmbito mais profissional.

A sala de espetáculos apresentará uma tipologia contemporânea multifuncional, de cota única, contemplando uma bancada telescópica motorizada e um teto técnico integral praticável, características que lhe permitirão configurações cénicas variáveis, capazes de responder tanto a desafios criativos específicos quer a montagens mais tradicionais, e ainda a utilizações de carácter lúdico e de atividades do âmbito da formação e da vida comunitária. Reunirá ainda os requisitos técnicos necessários à realização de assembleias, reuniões magnas, atos públicos e sessões solenes; conferências, palestras e apresentações; dança; música de câmara e/ou solista – vocal e/ou instrumental; música moderna e contemporânea com componente eletroacústica dominante; Ópera e Teatro.

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