Paulo Cunha apresenta lista de candidatos à distrital de Braga do PSD

O candidato à presidência da distrital do PSD de Braga, apresentou esta semana a equipa que o acompanha nestas eleições, que se realizam sábado, dia 11, em cada uma das sedes concelhias.

Além do mandatário, e atual líder distrital, José Manuel Fernandes, fazem parte da lista Ricardo Rio, candidato a presidente da Mesa da Assembleia Distrital; Isabel Miranda, de Barcelos, como candidata à comissão de auditoria financeira; César Teixeira, de Guimarães, para liderar a comissão de jurisdição.

«É um orgulho apresentar esta equipa que representa o distrito. O PSD quer servir as pessoas do distrito de Braga, as instituições, as empresas, as dinâmicas e as forças de Braga. Queremos ajudar a colmatar as lacunas, satisfazer as necessidades de cada um dos 14 concelhos e de todos os cidadãos», afirma Paulo Cunha, que assume a preparação das eleições autárquicas como o principal objetivo da sua ação. Atualmente, o PSD tem 9 das 14 autarquias.

Sócios-gerentes com apoio até 1.905 euros

A proposta do PSD de alteração ao Orçamento Suplementar sobre os apoios aos sócios-gerentes, que os sociais-democratas alteraram esta quarta-feira, foi aprovada na especialidade pelos deputados. As propostas dos restantes partidos sobre o tema foram chumbadas.

Os vários pontos da proposta do PSD foram aprovados com a abstenção do PS em todos os pontos, a que se juntaram PCP e CDS-PP em alguns, e votos favoráveis das restantes bancadas, na votação na especialidade do Orçamento Suplementar, que decorre na sala do Senado, na Assembleia da República.

O ponto 6, que assegura a concessão de apoio “aos gerentes das micro e pequenas empresas (…), aos empresários em nome individual, bem como aos membros dos órgãos estatutários de fundações, associações ou cooperativas com funções equivalentes às daqueles, que estejam, nessa qualidade, exclusivamente abrangidos pelos regimes de segurança social”, foi aprovado com a abstenção do PS e votos favoráveis das restantes bancadas.

As alíneas a) e b) do ponto 7, que indica o montante do apoio, entre 635 euros e 1.905 euros, foi aprovado com a abstenção do PCP, CDS-PP e PS, e votos favoráveis das restantes bancadas.

Famalicão: Proteção Civil na sede do PSD

Na noite da próxima segunda-feira, dia 22 de junho, pelas 21h30, a concelhia do Partido Social Democrata promove mais uma sessão das “Segundas na Sede”.

Desta vez o tema é “Proteção Civil no âmbito municipal”, tendo como orador o provedor das Associações da Liga dos Bombeiros Portugueses, Fernando Vilaça.

A iniciativa volta a decorrer online, através da plataforma Zoom, com transmissão em direto a partir da página de Facebook do PSD de Vila Nova de Famalicão, em www.facebook.com/PSDVNFamalicao/.

A participação carece de inscrição prévia. Para isso, os interessados devem efetuar o pedido através do envio de uma mensagem privada para a página de Facebook do PSD.

Governo coloca Famalicão fora dos projetos-piloto de cuidadores informais

O Governo selecionou 30 municípios para o desenvolvimento de Projetos-Piloto que permitirá aos cuidadores informais neles residentes pedir o estatuto de cuidador informal junto dos serviços da Segurança Social.

Vila Nova de Famalicão não consta da lista, se bem que, desde o início do ano, está a funcionar o projeto “Cuidar Maior”, desenvolvido pelo Centro Social e Paroquial de Requião, Didáxis e Junta de Freguesia de Requião.

Por isso, o deputado famalicense Jorge Paulo Oliveira «estranha» esta ausência e pediu esclarecimentos à Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Na interpelação a Ana Mendes Godinho, o deputado do PSD recorda a existência do “Cuidar Maior”, «um projeto inovador e pioneiro», pelo que, a seu ver, «é surpreendente não se aproveitar o saber, a estrutura e uma rede social de suporte já existente o que denota que o Governo não foi sensível em analisar nos territórios os projetos que já se encontravam no terreno».

Jorge Paulo Oliveira acrescenta que no Distrito não foi selecionado nenhum município urbano e com elevado número de habitantes «e esse poderia ser perfeitamente, embora não o único, o de Vila Nova de Famalicão». De resto, esta posição do Ministério «contrasta com os compromissos assumidos pela ministra que, garantiu que a seleção iria recair sobre municípios ora rurais, ora urbanos, grandes e pequenos, de modo a se obter vários tipos de necessidades e recursos sociais».

Deste modo, o deputado quer que a ministra diga quais os critérios que presidiriam à escolha dos municípios e que possam justificar a não inclusão de Vila Nova de Famalicão.

Paulo Cunha é candidato à distrital do PSD

Paulo Cunha é candidato à presidência da Comissão Política Distrital de Braga do PSD, cujo ato eleitoral decorre no dia 11 de julho.

No anúncio da sua candidatura, o também presidente da concelhia famalicense diz que «quer ajudar o PSD no distrito de Braga a construir soluções que dignifiquem a causa pública e reforcem o seu entrosamento social, mas também quero contribuir para que o mérito das ações dos nossos agentes tenham o merecido relevo no contexto nacional. O esforço, o trabalho e os resultados que construímos no nosso distrito de Braga merecem o justo reconhecimento das diversas instâncias nacionais».

Para obter estes resultado espera «contar com cada um e cada uma dos companheiros e companheiras do PSD, com todas e todos os autarcas, com as Deputadas e os Deputados eleitos à Assembleia da República, com líderes das secções concelhias e de núcleo, com a JSD, os TSD e as MSD, para que construamos equipas, propostas e dinâmicas que, sendo mobilizadoras e capazes de trazer aquelas e aqueles que, comungando dos nossos ideais, queiram contribuir ativamente para que a atividade política esteja, exclusivamente, ao serviço da construção de uma sociedade onde cada um e cada uma se possa realizar pelo seu mérito».

Jorge Paulo Oliveira acusa o Governo de não colocar à disposição do distrito os meios aéreos necessários de combate a incêndios

O deputado famalicense, Jorge Paulo Oliveira, juntamente com outros eleitos do PSD, questionaram o ministro da Administração Interna e o ministro da Defesa Nacional sobre o combate a incêndios rurais em várias zonas do país, incluindo o distrito de Braga.

Segundo os parlamentares, no nível II do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), que vigora entre 15 e 31 de maio, estava previsto que estivessem operacionais no combate aos incêndios vários meios aéreos, «mas muitos desses meios não estão operacionais, deixando alguns distritos sem qualquer meio aéreo de combate aos incêndios, sendo disso exemplo o distrito de Braga», acusam.

Os deputados do PSD frisam que os meios aéreos são «um dos elementos fundamentais de qualquer estratégia de combate» e acusam o Governo de, «pelo quarto ano consecutivo, voltar a falhar redondamente no cumprimento dos calendários que o próprio estabeleceu».

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