Famalicão: “Produto que é nosso” no Intermarché

Produtos famalicenses da campanha “Produto que é nosso” estarão em evidência no hipermercado Intermarché de Calendário. A campanha, que decorrerá de 3 a 16 de setembro, mostra ao consumidor o que de melhor há em Famalicão, desde produtos frescos, fumeiro, queijos, carnes frescas, padaria, doçaria, vinhos, licores, compotas, geleias e mel. Todos eles produtos “Made In Famalicão – Produto que é nosso”.

Estão associados ao projeto 65 produtos de 27 produtores locais, certificados e com garantia de qualidade. Muitos deles nascidos no seio do Made In Famalicão, programa municipal que ajudou ao nascimento de várias empresas.

Além da valorização dos produtos famalicenses, “Produto que é nosso” tem por objetivo mitigar os efeitos da crise económica provocada pela covid-19.

Depois do E. Leclerc e, agora, do Intermarché, a campanha segue depois para o supermercado Bandeirinha, onde fica de 17 a 30 de setembro.

 

ASAE apreende produtos alimentares com cannabis

A ASAE, através da sua Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal (UNIIC), realizou uma operação de fiscalização no seguimento de uma notificação RASFF — Rapid Alert System for Food and Feed, um sistema para relatar problemas de segurança alimentar na União Europeia —, na cidade do Porto.

Explica esta autoridade que, como resultado da ação, “foi instaurado um processo de contraordenação por venda de produtos alimentares com Cannabis Sativa, sem referência obrigatória ao teor THC ou com valores acima dos legais (substância psicoativa) e produtos suspeitos de serem precursores de droga”.

No comunicado, a ASAE não específica que tipo de produtos alimentares estão em causa. No entanto, na mesma nota, indica que foram apreendidos 529 artigos, “entre géneros alimentícios e fertilizantes”, que serão agora “sujeitos a análises laboratoriais de deteção de níveis de substâncias”. Mais, “ainda no decurso de inspeção, apesar de ocultados e dissimulados, foram detetados e apreendidos cerca de 300 gramas de haxixe (3 placas) e 66 gramas de liamba, que dariam para mais de 3.000 doses individuais”.

O valor total da apreensão ascendeu aos 17.100 euros e o operador económico e a sociedade foram constituídas arguidos pelo crime de tráfico de estupefacientes.

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