Brufe: Arrombam porta blindada e cofre da Junta de Freguesia para levar 3 mil euros

As instalações da junta de freguesia de Brufe foram assaltadas na última noite.

O alerta para as autoridades foi dado esta manhã, aquando da chegada do pessoal às instalações. De acordo com informações recolhidas pela Cidade Hoje, o assalto terá acontecido entre as 22h00 e a 01h00, altura em que foram ouvidos alguns barulhos suspeitos por parte da vizinhança.

Os assaltantes entraram na junta depois de arrombarem uma das portas, aparentemente, com um pé de cabra.

Segundo o presidente da junta, Carlos Gomes, os larápios deixaram um rasto de destruição.

Eles destruíram uma parede, arrombaram uma porta blindada e ainda o cofre, de onde levaram 3 mil euros. Também desapareceu um servidor (computador).

Apesar de já ter sido reforçado devido a assaltos anteriores, o sistema de alarme não disparou.

A GNR e a Polícia Judiciária já estiveram no local para proceder à recolha de eventuais provas.

A investigação está, agora, a cargo da PJ.

PJ desmantela rede de contrafação de moeda, mas alerta que várias notas ainda circulam

Na operação “Deep Money” foi desmantelada a segunda maior rede de contrafação de moeda da Europa com comercialização de notas através da ‘darknet’, apreendidas mais de 26 mil notas no espaço europeu e detidas cinco pessoas.

Em conferência de imprensa, que decorreu nas instalações da PJ em Lisboa, o coordenador Luís Ribeiro, da Unidade Nacional de Combate, explicou que a rede foi formada no início de 2017 e que desde aí produziu milhares de notas de euros falsas “com muito boa qualidade”, tendo a maquinaria apreendida sendo encontrada em casas.

“Apesar da apreensão de milhares de notas contrafeitas, é muito comum que nos próximos meses ainda haja a circular algumas notas que vão sendo apreendidas”, afirmou.

A comercialização das notas fazia-se através da ‘darknet’ e os criminosos conseguiam entre 20 a 25% de lucro, isto é, 100 mil euros eram vendidos por 20 ou 25 mil euros.

No início de julho e durante várias buscas foram apreendidas em Portugal cerca de cinco mil notas falsas de euro, no valor aproximado de 250 mil euros, e “diversos objetos relacionados com a produção das notas, nomeadamente computadores, impressoras, papel de segurança com incorporação de filamento de segurança, hologramas e bandas holográficas autoadesivas, tintas ultravioleta e tinteiros”.

“As notas eram publicitadas e comercializadas através da ‘darknet’ e recebidas as encomendas por essa via ou através de algumas aplicações móveis e posteriormente o presumível cabecilha remetia essa informação aos elementos do grupo que encontravam em Portugal que por sua vez produziam as notas e enviavam por correio”, explicou o polícia.

Luís Ribeiro destacou a qualidade das notas, sendo consideradas “unanimemente pelos vários compradores que frequentam a ´darknet´ como as melhores”.

As notas contrafeitas foram apreendidas em praticamente todo o espaço europeu, com maior incidência em França, Alemanha, Espanha e Portugal e globalmente desde janeiro de 2017 foram apreendidas notas com valor superior de 1,3 milhões de euros.

Entre as cinco pessoas detidas e já com medidas privativas da liberdade, estão cidadãos portugueses e franceses.

Um dos detidos é português, tem 35 anos, e é considerado pela PJ como o cabecilha da rede que foi detido a 23 de agosto na Colômbia e posteriormente entregue à PJ em Portugal.

O homem tem registo criminal por vários crimes, nomeadamente tráfico de droga e extorsão sexual.

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