Famalicão: Obras de eficiência energética nas piscinas de Ribeirão

A Câmara Municipal aprovou, em reunião do executivo, a abertura do concurso público para a realização de obras nas piscinas municipais de Ribeirão que vão melhorar o seu desempenho energético. Esta intervenção implica um investimento municipal na ordem dos 500 mil euros, tem um prazo de execução de 150 dias e vai permitir uma poupança média nos consumos de 25%.

A obra tem, também, como objetivos proporcionar condições ambientais de temperatura e humidade adequadas, garantir o conforto térmico e a renovação de ar e melhorar o controlo dos equipamentos.

Será assim necessário melhorar a eficiência na cobertura, na iluminação e na produção de energia elétrica, com a colocação de painéis fotovoltaicos, a substituição da tela da cobertura e da iluminação para LED, a realização de alterações nas tubagens dos circuitos de AVAC e desumidificadores, entre outros trabalhos.

A melhoria da eficiência energética tem sido uma das preocupações da Câmara Municipal que já implementou projetos noutros edifícios municipais, como a Casa das Artes e nas piscinas municipais de Famalicão, Joane e Oliveira São Mateus.

Já pode utilizar as piscinas municipais de Famalicão

Reabriram ao público, esta quarta-feira, as piscinas municipais exteriores e interiores de Famalicão.

As piscinas exteriores do complexo desportivo estarão abertas até 15 de setembro, de terça a domingo, em dois períodos de utilização – 9h30 às 13h15 e 14h15 às 18h00 – ambos limitados a uma capacidade máxima de 180 pessoas.

Os utentes não podem utilizar o espaço nos dois períodos, exceto senão tiver sido atingido o limite máximo da piscina uma hora após a abertura do segundo período de utilização.

Reabrem também hoje as piscinas interiores de Famalicão, Joane e Ribeirão, enquanto que as de Oliveira S. Mateus continuam encerradas, em virtude das obras que estão a decorrer.

No caso das piscinas exteriores, os balneários estarão encerrados, funcionando apenas com WC. Os balneários das piscinas interiores estarão abertos, enquanto que o acesso aos chuveiros e secadores está interdito.

É ainda obrigatório o uso de máscara dentro dos complexos desportivos, a desinfeção das mãos e o distanciamento social.

O acesso às piscinas exteriores é feito por um portão que se encontra sinalizado à entrada do recinto. Antes do portão estará um painel informativo do estado de ocupação do espaço.

Famalicão: Nadadores do GDN voltam à piscina

Os atletas do Grupo Desportivo de Natação de Famalicão estão de volta à piscina, após 90 dias de ausência devido à Covid-19.

Após uma primeira etapa de regresso faseado aos treinos, com 4 atletas, no dia 26 de maio, ao abrigo da lei do alto rendimento e das seleções nacionais, todos os escalões regressaram massivamente à piscina de Famalicão no dia 8 de junho.

Progressivamente, todos os nadadores voltaram a sentir o prazer da prática da natação federada, voltando à normalidade, com a máxima responsabilidade no cumprimento das normas sanitárias emanadas pela Direção-Geral da Saúde.

Cerca de 120 atletas retomaram o processo de treino, em horários distintos e mais reduzidos, com menor lotação por pista e menor frequência semanal.

A Escola de Natação do GDN abre no dia 1 de julho, permitindo que o processo de ensino-aprendizagem também volte à normalidade dos inúmeros alunos.

O Grupo Desportivo de Natação «agradece a confiança de todos os atletas e alunos, na certeza de que a responsabilidade individual permitirá um retorno sereno, gradual e sustentado».

GD Natação regressa aos treinos após interrupção de 72 dias

O Grupo Desportivo de Natação regressou, esta quarta-feira, aos treinos após uma interrupção de 72 dias, em virtude da covid-19.

Este regresso, de acordo com as recomendações da Direção-Geral da Saúde, foi feito com apenas 4 atletas que têm autorização para treinar ao abrigo do estatuto de alto rendimento e das seleções nacionais. No entanto, e segundo palavras do responsável técnico, Pedro Faia, «cremos que gradualmente todos irão regressar».

Piscinas autorizadas a abrir: Devem ter as mesmas regras das praias

As piscinas ao ar livre vão estar sujeitas, “com as necessárias adaptações”, às regras de ocupação e utilização das praias durante a época balnear, no âmbito da pandemia de Covid-19, segundo o decreto-lei publicado esta segunda-feira no Diário da República.

Estabelecendo o regime excecional e temporário aplicável à ocupação e utilização das praias, no contexto da pandemia da doença Covid-19, para a época balnear de 2020, que tem início em 6 de junho, o decreto-lei refere que este regime “é aplicável ao funcionamento das piscinas ao ar livre com as necessárias adaptações”.

As regras especiais a adotar quanto à ocupação e à utilização das piscinas ao ar livre, e bem assim quanto à garantia da qualidade da água, salubridade e segurança das instalações, são aprovadas, no prazo máximo de sete dias a contar da data da publicação do presente decreto-lei, por despacho dos membros do Governo responsáveis pelas áreas da economia, das autarquias locais e da saúde, considerando as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS)”, lê-se no diploma publicado hoje no Diário da República.

Aprovado em 15 de maio, no Conselho de Ministros, o decreto-lei foi promulgado pelo Presidente da República em 20 de maio e “entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação”, ou seja, na terça-feira.

O regime excecional e temporário para a ocupação e utilização das praias, no contexto da pandemia covid-19, aplica-se ao território continental, excluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Os utentes das praias devem assegurar um distanciamento físico de 1,5 metros entre diferentes grupos e afastamento de três metros entre chapéus de sol, toldos ou colmos, a partir de 06 de junho, determinou o Governo.

Além do “distanciamento físico de segurança entre utentes no acesso e na utilização da praia e no banho no mar ou no rio”, os cidadãos devem cumprir as medidas de etiqueta respiratória e proceder à limpeza frequente das mãos, bem como “evitar o acesso a zonas identificadas com ocupação elevada ou plena”

Relativamente ao estado de ocupação das praias, vai existir “sinalética tipo semáforo”, em que a cor verde indica ocupação baixa (1/3), amarelo é ocupação elevada (2/3) e vermelho quer dizer ocupação plena (3/3).

Segundo o Governo, a informação sobre o estado de ocupação das praias vai ser “atualizada de forma contínua, em tempo real”, designadamente na aplicação InfoPraia e no sítio da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

Sobre a capacidade potencial de ocupação das praias de banhos, a APA tem de, “no prazo máximo de sete dias a contar da data da publicação do presente decreto-lei”, ou seja, até 01 de junho, determinar o método de cálculo, “para garantir a segurança dos utentes e a proteção da saúde pública”, considerando a área útil da zona destinada ao uso balnear, as marés, se aplicável, e uma área de segurança mínima por utente, bem como a lista das praias de pequena dimensão.

A área útil da zona destinada ao uso balnear é calculada a partir da extensão da frente de praia e de uma faixa de profundidade da área utilizável, contada a partir do limite do espraiamento das vagas, no caso das praias costeiras, ou da oscilação do nível da água, no caso das águas de transição e interiores”, segundo o decreto-lei que estabelece o regime excecional e temporário aplicável à ocupação e utilização das praias, no contexto da pandemia.

Além dos acessos à zona balnear, estão previstas medidas sobre o ordenamento do espaço de estacionamento, a circulação nas passadeiras, paredão e marginal, as instalações sanitárias, a gestão de resíduos, a venda ambulante, os equipamentos de banho, inclusive cadeiras anfíbias, gaivotas, escorregas, chuveiros e espreguiçadeiras, e o funcionamento de apoios de praia e equipamentos, nomeadamente restaurantes, esplanadas e zonas de merendas.

Quanto aos postos de primeiros socorros, estes devem dispor de termómetros e equipamento de proteção individual e ter uma área destinada ao isolamento de casos suspeitos de infeção pela covid-19, determina o regime excecional e temporário para a ocupação e utilização das praias, no contexto da pandemia covid-19.

Neste âmbito, o Governo prevê a possibilidade de interdição da praia, “por motivo de proteção da saúde pública, em caso de incumprimento grave das regras pelas concessionárias ou pelos utentes”.

Oliveira S.Mateus: Câmara investe 360 mil euros em obras para melhorar eficiência do espaço

Depois das piscinas municipais de Famalicão, Ribeirão e Joane, também as piscinas de Oliveira São Mateus vão melhorar o seu desempenho energético.

Os trabalhos relativos ao projeto de sustentabilidade e eficiência energética do complexo desportivo já começaram, deverão estar concluídos até junho deste ano e vão permitir uma poupança média anual estimada de 60 mil euros.

A empreitada, que implica um investimento municipal na ordem dos 360 mil euros, prevê, entre outros trabalhos, a colocação de painéis solares térmicos e fotovoltaicos, a instalação de um sistema de climatização e ar novo equipados com bomba de calor, a substituição da iluminação existente para tecnologia LED e a substituição de todos os ventiloconvectores e da desumidificadora.

As obras arrancaram esta semana e nesta fase ainda não implicam o encerramento ao público das piscinas.

Recorde-se que a melhoria da eficiência energética tem sido uma das preocupações da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. O projeto de sustentabilidade e eficiência energética foi já implementado noutros edifícios municipais, como a Casa das Artes, as Piscinas Municipais de Vila Nova de Famalicão, Ribeirão e Joane.

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