Humanitave arranca com sessões de sensibilização junto da comunidade educativa famalicense

Arrancaram esta semana as sessões de sensibilização e esclarecimento do trabalho da Humanitave, junto da comunidade educativa do Agrupamento de Escolas de Pedome.

Esta jornada arrancou na EB de Pedome, numa palestra que contou com a presença de vários alunos e professores. O objetivo da iniciativa, para além da apresentação do trabalho desta associação famalicense, é proporcionar a todos os jovens a capacidade de olhar para o colega do lado, e valorizar as possibilidades que estes vão tendo na vida, em comparação com as crianças que a Humanitave vai ajudando, ao longo dos últimos anos.

Estas ações, que incluem testemunhos na primeira pessoa dos voluntários desta associação, seguem nos restantes estabelecimentos de ensino do agrupamento de Pedome, durante as próximas semanas.

Pedome: Armados e encapuzados assaltam carrinha de valores

Dois homens, armados e encapuzados, assaltaram na manhã desta sexta-feira, uma carrinha de valores, na Avenida de São Pedro, freguesia de Pedome, em Vila Nova de Famalicão.

A informação está a ser divulgada pelo JN, avançando que o grupo atuou no momento em que a caixa de multibanco estava a ser carregada.

Os assaltantes conseguiram consumar o roubo depois de ameaçar os funcionários da empresa de valores. Colocaram-se em fuga num BMW de cor preta.

Para o local foi chamada a GNR de Riba d’Ave que passou o caso para a Polícia Judiciária.

A 18 de Março deste ano, registou-se um assalto com características idênticas no mesmo local.

 

Pedome: 6 anos de prisão para homem que tentou matar proprietária de café

Foi condenado a uma pena de seis anos e cinco meses de prisão, o homem que agrediu violentamente a proprietária de um café, na freguesia de Pedome, depois desta ter rejeitado manter uma relação amorosa com ele, a 3 de julho de 2018.

A sentença, proferida pelo juiz do Tribunal de Guimarães, foi conhecida esta tarde e revelada momentos depois pela CMTV.

O indivíduo foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado na forma tentada e furto qualificado.

Ficou cega e com problemas de audição mulher que foi atacada por funcionário em Pedome

Pedome: Acusado de tentar matar mulher alega que apenas se quis defender

O homem de 43 anos que está acusado de tentar matar por asfixia a patroa, num bar em Pedome, Famalicão, por esta não se querer envolver com ele, alegou em tribunal que apenas se quis defender de um ataque de fúrias da vítima.

O arguido disse que a vítima “parecia um demónio” e que o ameaçou matá-lo, começando por o tentar agredir com um copo e ter dado joelhadas.

Estava sempre a pedir-lhe para parar mas ela parecia que estava possuída. Apenas lhe encostei uma mão ao pescoço para me defender. Tive que usar um bocado de força. Quando vi que ela ficou parada, quieta, fiquei em pânico.

Sublinhou que nunca teve intenção de “fazer mal” à vítima e que “só a queria parar”.

Em resultado das agressões, a vítima, de 38 anos, que já tinha problemas graves de visão, ficou cega, tendo ainda sofrido perda parcial grave da audição. Ficou com incapacidade total para o trabalho.

O arguido disse ainda que mantinha uma “relação afetiva e próxima” com a vítima mas que, por vontade dela, nunca assumiram publicamente um namoro.

Admitiu que tinha “uma pontinha de ciúmes” e que insistia num relacionamento mais sério.

Também ouvida na sessão de hoje do julgamento, a vítima disse que nunca houve qualquer relacionamento amoroso entre ambos, embora o arguido fizesse questão de “publicitar” esse relacionamento entre amigos e colegas de trabalho.

“Éramos amigos, não tive nenhuma relação afetiva com ele”, afirmou.

Disse que o arguido a controlava e lhe enviava mensagens a toda a hora, o que a levou a bloqueá-lo no telemóvel e no “Messenger”, e negou qualquer agressão ao arguido.

Segundo a acusação, completamente corroborada pela vítima, os factos ocorreram na tarde de 03 de julho de 2018, num bar explorado pela vítima e onde o arguido trabalhava aos fins-de-semana.

O arguido “foi manifestando intenção de namorar” com a vítima e ficou “obcecado” por ela, dizendo mesmo a amigos e colegas de trabalho que ela era sua namorada.

No entanto, a vítima nunca terá aceitado qualquer relacionamento com o arguido.

Ainda de acordo com a acusação, no dia dos factos, numa altura em que estava sozinho com a vítima no bar, o arguido, e ainda segundo a acusação, decidiu matá-la, tendo-lhe desferido uma “violenta pancada” num ouvido com uma garrafa, seguindo-se um “violento murro” num olho.

Terá agredido ainda a vítima com um manípulo da máquina do café, atirou-a ao chão e tentou asfixiá-la, com um saco plástico, uma corda e um pau.

Alegadamente, a vítima fingiu estar morta e só então o arguido desistiu das agressões.

O arquido terá, então, tirado 200 euros que a vítima tinha no bolso, e levado um telemóvel e ainda 80 euros que havia na caixa e abandonou o bar, trancando todas as portas.

A vítima terá conseguiu arrastar-se até uma janela e gritou por auxílio, tendo sido socorrida pela GNR e bombeiros.

O arguido alegou que pensou que a vítima “estava morta”, que ficou desesperado e que pegou em 80 euros da caixa registadora “para fugir”.

Disse ainda que levou também o telemóvel da vítima para “ler as mensagens”, negando que tivesse trancado a porta.

O arguido responde pelos crimes de homicídio agravado, na forma tentada, e de roubo agravado.

TVI24

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