Famalicão: Paulo Cunha pede resposta urgente do Governo ao encerramento de serviços em Famalicão

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, escreveu às Ministras do Trabalho e Solidariedade e Segurança Social e da Justiça, pedindo uma resposta urgente ao encerramento dos respetivos serviços em Famalicão, em virtude de casos confirmados e confinamento de funcionários pela covid-19.

Os serviços de Segurança Social e do Registo Civil e do Notariado de Famalicão estão encerrados desde esta quinta-feira, sem qualquer atendimento ao público. O autarca fala «num cenário grave» e pede uma resposta que «colmate a falta de resposta dos serviços» para com os cidadãos.

De resto, Paulo Cunha recorda que em anteriores situações, já havia alertado para a falta de funcionários nestes serviços «que cria uma enorme lacuna no agendamento de atendimento ao público e no tratamento de processos», agora agravados «pelo contexto nacional que vivemos».

Famalicão: Presidente da Câmara pede mais apoios económicos para os concelhos mais afetados pela covid-19

Paulo Cunha reivindica medidas de apoio aos setores económicos mais afetados pela pandemia da covid-19. Para o autarca, da mesma forma que há medidas mais restritivas para os territórios mais afetados, «também ao nível da compensação económica é preciso que haja medidas de discriminação positiva».

O presidente da Câmara Municipal de Famalicão concorda com o caráter gradativo das medidas, «porque o país não está a viver todo ele com a mesma intensidade a segunda vaga da pandemia. Cada território pode e deve ter a sua medida específica». Para o edil, faz todo o sentido que haja medidas mais restritivas num território do que noutro.

Mas há um ponto de preocupação para o presidente da Câmara que é a origem das infeções por covid-19. Uma informação que não tem chegado ao município e impede que se conheça, por exemplo, «porque há mais casos de infeção em Famalicão do que em Braga». Segundo o edil, essa informação seria importante para ajudar a combater a pandemia.

Famalicão: Conservatória do Registo Civil e de Notariado não reúne as condições mínimas de atendimento ao público

O presidente da Câmara está preocupado e desagradado com as instalações da Conservatória do Registo Civil e de Notariado de Famalicão, situação agravada pela falta de capacidade de resposta dos serviços para com os cidadãos.

Este desagrado foi revelado à Ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, em ofício enviado para Lisboa. «O serviço prestado pela Conservatória do Registo Civil e de Notariado não reúne as condições mínimas de atendimento ao público e os atrasos verificados são verdadeiramente dramáticos e muito superiores aos prestados nas cidades vizinhas que integram o Quadrilátero Urbano, facto que é totalmente incompreensível e mesmo inadmissível», escreve o autarca no documento enviado para o Governo.

A título de exemplo, sublinha que a primeira data disponível atualmente para agendamento de emissão de Cartão de Cidadão é fevereiro de 2021, quando nos concelhos de Braga, Guimarães e Barcelos a resposta aponta para outubro e novembro de 2020.

Perante o cenário, Paulo Cunha solicita à Ministra da Justiça para que dê uma resposta urgente para que «a qualidade dos serviços seja reposta ao nível dos concelhos vizinhos».

Famalicão: «O apoio social só existe se for integral»

O município de Famalicão tem diferentes vertentes de apoio social às famílias, que vão do apoio às obras e à renda, bolsas de estudo, isenção de taxas de água e resíduos, alimentação sob a forma de cabazes ou refeições quentes e banco de móveis e eletrodomésticos. «Há múltiplas dimensões naquilo que são as necessidades de uma família e o apoio social só existe se for de uma forma integral», sublinha o presidente da Câmara Municipal em declarações à Cidade Hoje.

Há famílias que precisam de apoio em todas as vertentes e outras que estão a receber ajuda pontual numa área. Nem sempre mencionado, mas que já existe desde 2013, é o Banco de Móveis de Famalicão. Ao longo dos últimos anos distribuiu cerca de duas mil peças de mobiliário e eletrodomésticos que entregou a cerca de 300 famílias com necessidades.

Esta campanha tem a particularidade de se restringir à generosidade das famílias famalicenses, ou seja, são os famalicenses que fazem remodelação das suas habitações que oferecem as peças a quem precisa. O Banco de Móveis encarrega-se de fazer a distribuição às famílias sinalizadas pelos técnicos da autarquia. «Queremos reforçar este sentimento de pertença a uma comunidade em que de um lado temos os que podem oferecer e do outro lado temos aqueles que precisam que lhes seja oferecido», realça o presidente da Câmara, Paulo Cunha.

O autarca pede para que os famalicenses que precisam de ajuda para que procurem os serviços sociais da autarquia e, por outro lado, quem tiver forma de ajudar, seja com serviço de voluntariado ou com bens materiais, que também procure o município.

No que diz respeito ao voluntariado, o Banco de Móveis está aberto a voluntários com conhecimento técnicos que possam reparar móveis ou eletrodomésticos e que queiram ajudar a melhorar o funcionamento das dádivas recebidas para que melhor possam servir as famílias.

Paulo Cunha reforça que o apoio social tem várias dimensões e pretende que ninguém fique nas margens da sociedade. Mas esta abrangência é também furto da cobertura que é dada pelas centenas de associações, instituições e autarquias que existem no concelho. «Há uma dinâmica envolvente que faz com que a Câmara Municipal não esteja sozinha. Isto deve-se a uma vocação social muito forte das instituições famalicenses, além da rede formal que existe em Famalicão e que é bem-sucedida», menciona Paulo Cunha. O autarca elogia a postura da sociedade civil famalicense «que também acredita que quanto mais presentes e próximos estivermos melhor».

Quem tiver móveis que possam servir as famílias famalicenses deve contactar o número 252 320 940 ou elo email bancodemoveis @famalicao.pt. Poderá fazer o agendamento da recolha e eventual desmontagem das peças a doar.

Fogos florestais: Apelo do presidente da Câmara Municipal de Famalicão

Na página pessoal do Facebook, Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal de Famalicão, lança um apelo para que os famalicenses estejam em alerta neste verão.

«Porque a nossa floresta é um património riquíssimo que faz parte da nossa história. É essencial à vida e fonte de diversidade. Contribui para a nossa riqueza e para a nossa economia!

Proteger a nossa floresta está nas mãos de todos nós! Famalicão sem fogos depende de todos!», escreve Paulo Cunha

Paulo Cunha cria comissão autárquica na distrital do PSD

A Comissão Permanente da Distrital de Braga do PSD, reunida pela primeira vez após a eleição de 11 de julho, criou uma comissão autárquica.

O propósito é desenvolver um plano de preparação para as próximas eleições autárquicas «que mantenha e reforce a presença do PSD nos 14 concelhos», assumindo como crucial a capacidade do partido «continuar a contar com a colaboração das mulheres e homens mais capazes para servir os territórios enquanto seus autarcas», assinala Paulo Cunha, líder da distrital.

Desta comissão, dirigida por Paulo Cunha, fazem parte os autarcas António Vilela e Joaquim Mota e Silva, «escolhidos pelo seu exemplo enquanto autarcas ao serviço dos seus concelhos, pelo seu profundo conhecimento do distrito e pela sua inequívoca vontade e disponibilidade de continuarem a ajudar o PSD a ser bem sucedido».

Nesta reunião, foram definidas as prioridades para o mandato, sendo reforçada a necessidade de, conjuntamente com as estruturas autónomas da JSD, TSD e ASD, «desenvolver um plano de ação centrado nos problemas do distrito, das suas instituições, empresas e cidadãos, com voz ativa e participante na definição da estratégia política de âmbito nacional e em estreita colaboração com as estruturas locais, nomeadamente as secções concelhias», refere Paulo Cunha.

Foi, ainda, aprovado um voto de louvor e reconhecimento «pela excelência e mérito» da ação da anterior Comissão Política Distrital, liderada por José Manuel Fernandes, «cujo percurso, ao longo dos últimos 6 anos, contribuiu para a dinâmica positiva que o PSD imprimiu no distrito», justifica o líder do PSD famalicense.

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