GNR regista 418 acidentes e um morto nos dois primeiros dias da operação Carnaval

A GNR registou 418 acidentes rodoviários e uma vítima mortal nos dois primeiros dias da operação “Carnaval 2020”, que começou na sexta-feira, avançou à Lusa o oficial de operações no comando-geral daquela corporação.

Segundo a Guarda Nacional Republicana, na sexta-feira e no sábado, os dois primeiros dias da operação “Carnaval 2020″, ocorreram 418 acidentes, que provocaram um morto, 11 feridos graves e 135 feridos ligeiros.

O oficial de operações no comando-geral da GNR precisou que os dados provisórios são até à meia de noite de sábado, mas ao longo do dia de hoje não se registou qualquer vítima mortal na área de fiscalização desta força de segurança.

A GNR intensificou, na sexta-feira, o patrulhamento e a fiscalização nas estradas portuguesas com objetivo de “combater a sinistralidade rodoviária, regular o trânsito e garantir o apoio a todos os utentes das vias, proporcionando-lhes uma deslocação em segurança” durante o Carnaval.

Durante a operação “Carnaval 2020”, os militares da GNR direcionam as ações de fiscalização para a condução sob a influência do álcool e substâncias psicotrópicas, excesso de velocidade, falta de habilitação legal e manobras perigosas, especialmente no que respeitam a ultrapassagem, mudança de direção e cedência de passagem.

A incorreta ou não utilização do cinto de segurança ou cadeirinhas de crianças e excesso de lotação são outras infrações que estão a ser fiscalizadas nesta operação, que termina na terça-feira.

Último dia de 2019 terminou sem vítimas mortais nas estradas

Até às 23:59 de terça-feira, a operação “Natal e Ano Novo” registou 2.793 acidentes de viação, que resultaram em 10 mortos, 47 feridos graves e 715 feridos ligeiros, avançou à Lusa a Guarda Nacional Republicana (GNR).

No âmbito desta operação, que teve início em 20 de dezembro e termina no domingo, a GNR fiscalizou 55.643 veículos até ao final do último dia de 2019, contabilizando 18.134 infrações ao Código da Estrada.

Dos veículos fiscalizados, 51.028 condutores foram sujeitos ao teste do álcool, culminando em 665 contraordenações e 311 crimes, automobilistas que foram detetados com uma taxa de alcoolemia considerada crime, ou seja, igual ou superior a 1,2 gramas por litros (gr/l).

Relativamente à velocidade, a GNR controlou 433.573 veículos, dos quais detetou 8.736 condutores em excesso de velocidade.

Outras das infrações detetadas foram a falta de cinto de segurança e de sistema de retenção para crianças, no total de 408 contraordenações, e o uso do telemóvel durante a condução, com 550 condutores apanhados.

Os dados até ao final do dia de segunda-feira contabilizavam 2.587 acidentes rodoviários, em que morreram dez pessoas e 45 sofreram ferimentos graves.

A operação “Natal e Ano Novo” da GNR arrancou no dia 20 de dezembro, com um reforço do patrulhamento rodoviário nas estradas de maior tráfego do país para prevenir acidentes e garantir a fluidez do trânsito.

Para a operação, que termina no domingo, a GNR mobiliza diariamente cerca de 4.600 militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais.

Durante a operação, os militares da corporação estão “particularmente atentos” ao excesso de velocidade, manobras perigosas, ultrapassagens, mudança de direção e de cedência de passagem, uso do telemóvel durante a condução, não circulação na via mais à direita em autoestradas e itinerários principais e complementares e uso do cinto de segurança.

Na área de atuação da Polícia de Segurança Pública (PSP), a Lusa solicitou um balanço atualizado do número de ocorrências, mas esta força de segurança manteve hoje os dados já divulgados, em que foram registados, entre 18 e 29 de dezembro, 1.832 acidentes que provocaram três mortos e nove feridos graves, remetendo para os próximos dias um balanço final.

Dez mortos e 45 feridos graves na operação Natal e Ano Novo da GNR

De acordo com dados divulgados hoje à Lusa, na sequência dos acidentes, 660 pessoas sofreram ferimentos ligeiros.

No âmbito desta operação, que termina no domingo, foram fiscalizados 51.139 condutores e 294 foram detetados com uma taxa de acoolemia considerada crime, ou seja, igual ou superior a 1,2 gr/l.

Na sua área de intervenção, a GNR registou 7.153 casos de excesso de velocidade, 478 de utilização de telemóvel e 361 infrações por falta de uso de cintos de segurança e sistemas de retenção.

A operação “Natal e Ano Novo” da GNR arrancou no passado dia 20 de dezembro, com um reforço do patrulhamento rodoviário nas estradas de maior tráfego do país para prevenir acidentes e garantir a fluidez do trânsito.

Para a operação, que termina em 05 de janeiro, a GNR mobiliza diariamente cerca de 4.600 militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais.

Durante a operação, os militares da corporação estão “particularmente atentos” ao excesso de velocidade, manobras perigosas, ultrapassagens, mudança de direção e de cedência de passagem, uso do telemóvel durante a condução, não circulação na via mais à direita em autoestradas e itinerários principais e complementares e uso do cinto de segurança.

A PSP registou, entre 18 e 29 de dezembro, 1.832 acidentes que provocaram três mortos e nove feridos graves.

Operação “Natal e Ano Novo”: Nove mortos e 32 feridos graves registados pela GNR

Segundo os dados avançados à Lusa pela GNR, foram registados, neste período, um total de 2.103 acidentes, dos quais resultaram nove vítimas mortais, 32 feridos graves e 532 feridos ligeiros.

No âmbito da inspeção rodoviária, foram fiscalizados 41.067 veículos, tendo sido detetadas 12.136 infrações, adiantou uma fonte do Comando Geral da GNR.

Desde o início da operação “Natal e Ano Novo”, os militares da GNR realizaram 36.705 testes de álcool a condutores, 248 dos quais resultaram em infração contraordenacional.

Segundo a mesma fonte, 240 automobilistas apresentavam uma taxa de alcoolemia considerada crime, ou seja, igual ou superior a 1,2 gramas de álcool no sangue.

Foram ainda detetadas 270 infrações relacionadas por incorreta ou não utilização de cintos de segurança e sistemas de retenção de crianças (cadeirinha) e 360 automobilistas foram multados por uso de telemóvel na condução.

A operação “Natal e Ano Novo” da GNR arrancou no passado dia 20 de dezembro, com um reforço do patrulhamento rodoviário nas estradas de maior tráfego do país para prevenir acidentes e garantir a fluidez do trânsito.

Para a operação, que termina em 05 de janeiro, a GNR mobiliza diariamente cerca de 4.600 militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais.

Durante a operação, os militares da corporação estão “particularmente atentos” ao excesso de velocidade, manobras perigosas, ultrapassagens, mudança de direção e de cedência de passagem, uso do telemóvel durante a condução, não circulação na via mais à direita em autoestradas e itinerários principais e complementares e uso do cinto de segurança.

Em comunicado, a GNR aconselha os condutores a efetuarem um planeamento cuidado das viagens, evitando os períodos do final do dia, quando se prevê maior intensidade de tráfego, descansarem antes da viagem e, pelo menos de duas em duas horas, ou sempre que sintam necessidade, efetuarem paragens de descanso, além de adequarem a velocidade às condições meteorológicas, ao estado da via e ao volume de tráfego rodoviário.

Operação Natal e Ano Novo: 6 mortos e 19 feridos nas estradas

Os dados da GNR relativos a esta operação, fornecidos à Lusa e atualizados às 07:00, indicam que foram registados 1.520 acidentes, com seis mortos, 19 feridos graves e 381 ligeiros.

Na fiscalização rodoviária a GNR contabiliza mais de 25.000 condutores fiscalizados, com 6.771 contraordenações.

Desde o início da operação “Natal e Ano Novo”, a GNR fez ainda mais de 22.000 testes de álcool aos condutores fiscalizados, levantando 287 contraordenações e registando 146 casos considerados crime (taxa de álcool de valor igual ou superior a 1,2 g/l).

Quanto à velocidade, a mesma fonte adiantou que foram detetados 2.654 casos de excesso de velocidade, 136 casos em que não estavam a ser usados os cintos de segurança ou cadeirinhas para crianças.

Foram ainda autuados 220 condutores por uso de telemóvel durante a condução.

A operação “Natal e Ano Novo” da GNR arrancou no passado dia 20 de dezembro, com um reforço do patrulhamento rodoviário nas estradas de maior tráfego do país para prevenir acidentes e garantir a fluidez do trânsito.

Para a operação, que termina a 05 de janeiro, a GNR mobiliza diariamente cerca de 4.600 militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais.

Durante a operação, os militares da corporação estão “particularmente atentos” ao excesso de velocidade, manobras perigosas, ultrapassagens, mudança de direção e de cedência de passagem, uso do telemóvel durante a condução, não circulação na via mais à direita em autoestradas e itinerários principais e complementares e uso do cinto de segurança.

Em comunicado, a GNR aconselha os condutores a efetuarem um planeamento cuidado das viagens, evitando os períodos do final do dia, quando se prevê maior intensidade de tráfego, descansarem antes da viagem e, pelo menos de duas em duas horas, ou sempre que sintam necessidade, efetuarem paragens de descanso, além de adequarem a velocidade às condições meteorológicas, ao estado da via e ao volume de tráfego rodoviário.

A Autoridade de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP promovem ao final da manhã de hoje uma conferência de imprensa conjunta para divulgação dos resultados da sinistralidade e das ações de fiscalização durante o período de Natal.

GNR reforça fiscalização ao cinto de segurança, cadeirinhas de crianças e uso de capacetes

A GNR vai reforçar a fiscalização, a partir de segunda-feira, ao uso de cintos de segurança, cadeirinhas para crianças e dos capacetes para promover “comportamentos mais seguros” e “diminuir a gravidade” dos acidentes, indicou hoje a corporação.

A operação “de fiscalização intensiva”, que se chama “Proteção máxima, risco mínimo, vai decorrer até 15 de setembro em todo o país, refere a Guarda Nacional Republicana, em comunicado.

A corporação destaca que a operação tem o objetivo de “promover comportamentos mais seguros por parte dos condutores e ocupantes dos veículos e diminuir a gravidade das consequências dos acidentes de viação”.

Segundo a GNR, o cinto de segurança e o sistema de retenção para crianças (SRC) têm por finalidade impedir a projeção dos ocupantes, minimizando a gravidade dos ferimentos, em caso de acidente de viação, enquanto o capacete constitui o principal dispositivo de segurança para os condutores das motas e tem por função absorver parte da energia do impacto, estimando-se que o uso seja responsável por evitar 50% das mortes em desastres.

A GNR detetou, em 2018, cerca de 19.000 condutores que não usavam o uso do cinto de segurança, ou estavam a utilizá-lo incorretamente, 1.446 por não utilização das cadeirinhas para crianças e 936 por não utilizarem capacete durante a condução de motas.

Este ano e até ao dia 31 de agosto, a GNR detetou quase 16.000 mil condutores que não usavam o cinto de segurança ou as cadeirinhas para crianças e 638 condutores de motas que não utilizavam o capacete, além de terem sido detidos 739 condutores por não terem habilitação legal para conduzir este tipo de veículos.

Durante a operação, a GNR vai alertar os condutores para “a importância da utilização dos dispositivos de segurança passiva, especialmente para os condutores de veículos de duas rodas a motor”, tendo em conta que constituem um grupo de risco pelas consequências dos acidentes serem normalmente graves devido à menor capacidade de proteção em caso de colisão ou despiste.

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