Oliveira S.Mateus: Câmara investe 360 mil euros em obras para melhorar eficiência do espaço

Depois das piscinas municipais de Famalicão, Ribeirão e Joane, também as piscinas de Oliveira São Mateus vão melhorar o seu desempenho energético.

Os trabalhos relativos ao projeto de sustentabilidade e eficiência energética do complexo desportivo já começaram, deverão estar concluídos até junho deste ano e vão permitir uma poupança média anual estimada de 60 mil euros.

A empreitada, que implica um investimento municipal na ordem dos 360 mil euros, prevê, entre outros trabalhos, a colocação de painéis solares térmicos e fotovoltaicos, a instalação de um sistema de climatização e ar novo equipados com bomba de calor, a substituição da iluminação existente para tecnologia LED e a substituição de todos os ventiloconvectores e da desumidificadora.

As obras arrancaram esta semana e nesta fase ainda não implicam o encerramento ao público das piscinas.

Recorde-se que a melhoria da eficiência energética tem sido uma das preocupações da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. O projeto de sustentabilidade e eficiência energética foi já implementado noutros edifícios municipais, como a Casa das Artes, as Piscinas Municipais de Vila Nova de Famalicão, Ribeirão e Joane.

Inovação: Têxtil famalicense inventa processo de tingimento sem usar água

A Crafil, empresa de Oliveira S. Mateus, inventou um processo de tingimento de linhas de costura sem usar água. Este meio de produção amigo do ambiente já vinha a ser desenvolvido desde o início do ano passado e, neste momento, entrou em fase de aplicação.

«Já temos uma máquina protótipo e fizemos todos os testes», afirma Vítor Alves, 45 anos, líder e fundador desta empresa, que se dedica à produção de linhas de costura.

Segundo o empresário famalicense, trata-se de um produto premium feito a pensar num mercado restrito. «Fazemos linhas que há 15 anos, quando arrancamos com a empresa, era impossível imaginar que viriam a existir. Neste momento, já somos mais procurados pelas nossas inovações do que pelo preço», declara o administrador da Crafil, empresa que se especializou em linhas de costura para denim e exporta cerca de 65%.

Este processo de tingimento é apenas um dos exemplos da estratégia da empresa para produzir com valor acrescentado. Outro exemplo é a linha de costura de poliéster 100% reciclada a partir de garrafas de plástico PET.

Com 16 trabalhadores em Portugal, mais seis na Tunísia, a Crafil fechou 2018 com um volume de negócios de 2,3 milhões de euros, que este ano deverá registar um crescimento na ordem dos dois dígitos.

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