Obra-prima de Francis Ford Coppola na Casa das Artes

A Casa das Artes volta a receber mais uma sessão do Close-UP – Observatório do Cinema. Nos dias 7 e 11 de março são apresentados filmes, para o público em geral e para o público escolar.

Sábado dia 7, às 14h45, é exibido “Nós”; às 17 horas, versão final cut de “Apocalypse Now”, de Francis Ford Coppola, com introdução de Rui Catalão.

No dia 11, para o público escolar, às 10 horas, “Bucha e Estica”; às 14h30, “Mary e a flor da feiticeira”, cinema de animação japonês.

A entrada para as sessões custa 2 euros; 1 euro para portadores do Cartão Quadrilátero, e entrada livre para estudantes, seniores e associados de cineclubes.

Observatório de Cinema de Famalicão regressa em janeiro

O CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão regressa nos dias 15 e 18 de janeiro, com o primeiro momento do quarto episódio, que foi exibido em outubro, mantendo o Tempo como tema.

Para o público escolar do 3.º ciclo e do secundário há “Ruth”, de António Pinhão Botelho, que relata o episódio da chegada de Eusébio ao Portugal dos anos 60. Um filme para ver no dia 15 de janeiro, às 10 horas. Para os mais pequenos, dos 1.º e 2.º ciclos, é proposta “Uma aventura nos mares”, de Ángel Alonso (versão portuguesa), uma animação espanhola a narrar a expedição de Fernão de Magalhães, no tempo de comemoração dos 500 anos sobre a primeira viagem de circum-navegação da Terra. O filme é projetado a partir das 14h15.

Para o público geral, no dia 18, a partir das 15h00, a tarde é dedicada ao documentário. Duas documentaristas portuguesas – Catarina Mourão e Renata Sancho – trazem “O mar enrola na areia” e “Avenida Almirante Reis em 3 mandamentos”. A partir das 17h00, o realizador Nanni Moretti olha para o golpe de estado que derrubou Allende no Chile, em 1973.

Bilhetes a 2 euros (geral), 1 euro (Cartão Quadrilátero) ou grátis (estudantes, seniores, associados de cineclubes).

São cada vez mais os interessados no Close-Up

A quarta edição do Close-Up, que decorreu na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, registou cerca de 4 mil espetadores, nas quase 40 sessões de cinema que se realizaram no espaço cultural, nos agrupamentos de escola e nas escolas profissionais do concelho e, ainda, na Universidade do Minho.

Estes números superam a edição anterior do Observatório de Cinema com a organização a assumir que são «resultado de um trabalho reiterado junto de toda a comunidade, com sessões muito participadas, cheias ou esgotadas em várias ocasiões e com encontros de diversos públicos», desde o escolar, passando por um público adulto e também por espetadores de outras artes, como a música.

Desta quarta edição, que decorreu de 12 a 19 de outubro, realce para o crescente envolvimento da comunidade escolar nas sessões realizadas na Casa das Artes, para o continuo interesse do Observatório na criação e no cruzamento de linguagens, através de filmes-concerto, para as sessões especiais e a apresentação de várias ante-estreias. A aposta nas sessões comentadas, com figuras relevantes ligadas ao meio cinematográfico e de outros convidados que relacionaram o cinema com outras artes, são, também, um trunfo que explica este crescente interesse pelo Close-Up.

Orquestra de Jazz de Matosinhos e Mão Morta dão vida ao cinema

Um dos grandes destaques do Close-Up – Observatório de Cinema são os filmes-concerto a exibir nos dias 12 e 19 de outubro. Esta é uma produção da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão que poderá ser apresentada noutras salas do país. Afinal, são composições originais para filmes de referência.

A Casa das Artes convidou a Orquestra de Jazz de Matosinhos para orquestrar o filme “O Couraçado Potemkine”, de Serguei Eisentein, que será exibido no dia 12 de outubro, pelas 21h30, com duração de 70 minutos.

Para o filme “O Couraçado Potemkine”, a Casa das Artes pensou logo em convidar a Orquestra de Jazz de Matosinhos. «Foi a nossa primeira ideia para um dos mais importantes filmes do cinema russo. É um filme épico que pedia uma Orquestra para fazer a banda sonora», explica o presidente do Cineclube de Joane, co-organizador do Close-Up juntamente com a Casa das Artes. Vítor Ribeiro explica que apesar de haver duas bandas sonoras feitas para este filme, a Orquestra de Matosinhos optou por compor uma banda sonora nova, sob a direção do maestro e compositor Pedro Guedes.

Os Mão Morta estão a preparar uma composição para o filme “A Casa na Praça Trubnaia”. O grupo, com mais de 30 anos, tem, segundo Vítor Ribeiro, «um percurso muito coerente e tem a ver com a dinâmica deste filme». Toda a história passa-se dentro de uma casa e é uma espécie de estudo da sociedade russa da altura.

O Close-Up tem atraído público de todo o país. «Tem sido uma consolidação crescente. O que pretendemos é uma ligação com a comunidade, com todo o tipo de público, começando no escolar», realça o presidente do Cineclube de Joane.

As sessões para o público escolar têm vindo a acontecer e são para repetir este ano. Haverá cinco sessões na Casa das Artes para crianças e jovens e outras cinco nas escolas, na Universidade do Minho e em escolas profissionais. Serão filmes destinados a um público que vai do 1.º ciclo ao ensino universitário. «Nós acreditamos que ainda há um grande trabalho a fazer na formação de público, temos essa ambição de formar o espetador de amanhã», anuncia Vítor Ribeiro. Recorda que vivemos cercados de imagens em movimento. «O espetador do futuro deve ter ainda mais ferramentas para lidar com essas imagens e o cinema é a melhor ferramenta para líder com isso».

Este IV episódio do Close-Up, que decorre de 12 a 19 de outubro, em vários espaços da Casa das Artes, com cerca de 40 sessões de cinema. Destaque para duas sessões especiais: a exibição do mais recente filme de Quentin Tarantino, “Era uma vez em…Hollywood”, e a antestreia em Portugal de “Alpha: Nos Bastidores da Corrupção” do filipino Brillante Mendoza.

O Close-Up volta a ter convidados para comentarem filmes. «Esta ideia dos comentadores é uma tentativa de estimular o cruzamento artístico entre as várias formas de arte e, ao mesmo tempo, desafiar o espetador a pensar noutros pormenores que à primeira vista poderia não ver no filme. São estímulos que podemos dar a quem está a assistir», realça Vítor Ribeiro.

Haverá ainda tempo para um passeio pelo cinema francês com dois protagonistas – Agnès Varda e Jean-Luc Godard – mas que inclui outros nomes que inquietaram a produção francesa tais como Jean-Pierre Melville, Sacha Guitry, Max Ophüls, Georges Franju ou Louis Malle.

O cinema português vai também estar em destaque com um programa dedicado aos filmes escritos e realizados pelo cineasta-fotógrafo Eduardo Brito, onde se incluem duas curtas metragens em antestreia – “Úrsula”, uma encomenda do Observatório, e “La Ermita”.

Há ainda um extenso programa para as escolas com uma dezena de sessões de cinema, oficinas e uma masterclasse de Pedro Serrazina. “Toy Story 4” e a versão live action do filme “O Rei Leão” são as duas propostas do Close-Up para as famílias.

Mais informações e programa completo em www.closeup.pt, no site da Casa das Artes, em www.casadasartes.org.

Mão Morta dá som a filme mudo

A banda de Adolfo Luxúria Canibal vai estrear-se no palco da Casa das Artes, no dia 19 de outubro, para tocar ao vivo a banda sonora que criou para o filme “A Casa na Praça Trubnaia”, obra do cineasta Boris Barnet.

O filme-concerto da banda rock portuguesa vai contar com mais de 80 minutos de música composta exclusivamente para esta apresentação e é o grande destaque da quarta edição do Close-Up, Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão, que decorre entre 12 e 19 de outubro.

A abertura do evento, no dia 12 de outubro, está a cargo da Orquestra de Jazz de Matosinhos, dirigida por Pedro Guedes, que aceitou o desafio do Close-Up para, também, acrescentar som ao filme mudo soviético “O Couraçado Potemkine”, realizado por Sergei Eisenstein.

Ao longo dos oito dias do Observatório serão apresentadas cerca de 40 sessões de cinema contemporâneo cruzadas com a história do cinema.

Destaque para duas sessões especiais, com a exibição do mais recente filme de Quentin Tarantino, “Era uma vez em…Hollywood”, e a antestreia nacional de “Alpha: Nos Bastidores da Corrupção”, de filipino Brillante Mendoza.

Haverá ainda tempo para um passeio pelo cinema francês com dois protagonistas – Agnès Varda e Jean-Luc Godard – mas que inclui outros nomes, como Jean-Pierre Melville, Sacha Guitry, Max Ophüls, Georges Franju ou Louis Malle.

O cinema português vai também estar em destaque com um programa dedicado aos filmes escritos e realizados pelo cineasta-fotógrafo Eduardo Brito, onde se incluem as curtas metragens em antestreia – “Úrsula”, uma encomenda do Observatório, e “La Ermita”.

Há, ainda, um programa para as escolas com uma dezena de sessões de cinema, oficinas e uma masterclasse de Pedro Serrazina. “Toy Story 4” e a versão live action do filme “O Rei Leão” são as duas propostas para as famílias.

Dos realizadores, jornalistas e académicos convidados para as sessões comentadas, destaque para o realizador João Canijo e de Vasco Câmara, editor do suplemento cultural Ípsilon do jornal Público.

Mais informações em www.closeup.pt ou www.casadasartes.org.

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