“O papel da Comunicação Social em tempo de pandemia”

A Distrital do CDS PP promove na noite desta terça-feira, a partir das 21h30, mais um Webinar, desta feita sobre “O papel da Comunicação Social”.

São convidados Carlos Magno, jornalista e ex-presidente do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social; José Manuel Fernandes, fundador e publisher do jornal online Observador; e Rui Freitas, presidente do conselho de administração do Jornal ECO. O debate, que conta com a participação de Nuno Melo, líder da Distrital, é moderado por Durval Tiago Ferreira.

A iniciativa pode ser acompanhada online na página do Facebook cdsppfazsentidoembraga/

“O desconfinamento político. Que futuro para o centro/direita em Portugal”

A Distrital de Braga do CDS-PP realiza na noite desta terça-feira, a partir das 21h30, mais uma sessão de debate online. Desta vez, em discussão está o posicionamento do Centro/Direita no pós pandemia na política nacional.

Nuno Melo, que é líder da distrital, é o anfitrião, tendo como convidados Francisco Mendes da Silva, também do CDS-PP, e os social democratas Leitão Amado e Miguel Morgado.

A iniciativa pode ser acompanhada em direto na página do cdsppfazsentidoembraga na plataforma Facebook.

Nuno Melo é o convidado de sessão de debate sobre “A resposta da União Europeia à pandemia”

O eurodeputado Nuno Melo é o primeiro convidado de um conjunto de sessões que a Comissão Política Concelhia de VN Famalicão do CDS PP vai realizar. O primeiro debate decorre esta terça-feira, às 21.30 horas, e pode ser acompanhado na página de Facebook CDS Famalicão.

O debate com o famalicense centra-se no papel da União Europeia na pandemia e, além de Nuno Melo, conta com outros deputados nacionais e europeus.

A iniciativa visa promover um amplo debate e esclarecer questões do grande público, promovendo o contacto direto com o eurodeputado e parlamentares, contribuindo para clarificar o papel da União Europeia no combate à pandemia.

Nuno Melo leva ao congresso do CDS a “Direita Autêntica”

O CDS reúne em congresso, nos dias 25 e 26 de janeiro, para eleger o sucessor de Assunção Cristas. De Vila Nova de Famalicão segue a moção “Direita Autêntica”, cujo primeiro subscritor é Nuno Melo.

O dirigente nacional do partido, em entrevista a CIDADE HOJE Informação, assume que o objetivo é promover a reflexão para devolver o CDS às suas grandes bandeiras, como a família, a segurança, a educação, o mérito, entre outras. Não revela em quem vai votar, mas admite que o número de candidatos é sinal de divisão no partido. Espera, por isso, que no final do congresso, todos apoiem o vencedor. Nesta entrevista, Nuno Melo fala, ainda, dos novos partidos, do Governo e da Europa.

Confira a entrevista na versão papel ou aqui, em cidadehoje.pt

Nuno Melo exclui-se de corrida a líder do CDS e defende candidatura de deputado

Em declarações à agência Lusa, Nuno Melo afirmou que, na “atual conjuntura difícil” do partido, saída das legislativas, o futuro líder terá de poder “enfrentar o primeiro-ministro” nos debates quinzenais e “medir talentos” no parlamento, que agora tem deputados de dois partidos próximos “da área” do CDS, Iniciativa Liberal e Chega.

O vice-presidente e eurodeputado não toma posição sobre os candidatos já “em reflexão”, incluindo o deputado João Almeida, embora admitindo que haverá, fora do parlamento, potenciais candidatos com muito peso e “capacidade política” para liderar os centristas.

Nuno Melo diz ser o caso de Nuno Magalhães, Lobo Xavier, Adolfo Mesquita Nunes, Diogo Feio e Filipe Lobo D’Ávila.

O “atual momento, muito singular” na vida do partido, que nas legislativas de domingo se viu reduzido de 18 para cinco deputados, com 4,25% dos votos, não é comparável com a situação de 1991, quando o CDS era o único do espaço do centro-direita na Assembleia da República.

Agora, o caminho deverá passar por “chamar jovens e grupos de pessoas” de outras correntes e com outras experiências para conseguir “um ressurgimento” do partido.

E dramatizou: “Nesta fase, o objetivo não é só levantar, é também a sobrevivência do partido.”

À Lusa, Nuno Melo defendeu uma reflexão aprofundada sobre o que correu mal com o partido nas legislativas, sugerindo até “uma espécie de estados gerais” do CDS e da direita.

Um encontro onde estivessem sectores da sociedade até agora mais afastados do partido, das áreas empresariais ou culturais, exemplificou.

À Lusa, Nuno Melo defendeu uma reflexão aprofundada sobre o que correu mal com o partido nas legislativas, sugerindo até “uma espécie de estados gerais” do CDS e da direita.

Um encontro onde estivessem sectores da sociedade até agora mais afastados do partido, das áreas empresariais ou culturais, exemplificou.

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