Famalicão: Mensagem de Natal do presidente da Câmara Municipal

Natal com afeto

O Natal é e sempre será uma época do ano muito especial, repleta de magia e comunhão familiar.

Neste ano, particularmente difícil e atípico devido à pandemia que assola o mundo, o Natal será, seguramente, vivido de forma diferente por todos.

A pandemia da Covid 19 condicionou as nossas vidas, fez adiar projetos, criou ansiedade e até muita tristeza. Tirou-nos o calor dos afetos.

Por isso, será um Natal diferente, mas não podemos deixar que isso nos esmoreça.

Temos que viver a vida possível, desfrutar do que é possível desfrutar, com responsabilidade e respeito pelos outros.

Sabemos que há muitas famílias que estão a viver momentos de incerteza e preocupação. Mas o Natal é uma oportunidade para celebrarmos a vida, para redobrarmos a esperança num futuro melhor, para reforçarmos o nosso sentido de responsabilidade de compromisso connosco e com os outros.

Vamos acreditar num amanhã melhor e, sobretudo, vamos fazer o que está ao nosso alcance para que isso aconteça.

E ainda que com limitações e condicionamentos, o Natal será sempre a festa da família! Um motivo de união comunitária, de partilha e de valorização do que nos está próximo.

E ajudar os nossos semelhantes pode ser tão fácil.

Comprar no comércio tradicional é proteger os nossos comerciantes.

Aderir às campanhas solidárias é proteger os nossos concidadãos que mais precisam.

Participar nas iniciativas culturais possíveis é valorizar os nossos agentes culturais.

Oferecer produtos famalicenses é proteger os nossos produtores.

 

Um Santo e um Feliz Natal e um Ano Novo com saúde, paz e felicidade.

Paulo Cunha

Presidente da Câmara Municipal

«Vamos continuar este caminho que é o FC Famalicão»

Jorge Silva já transmitiu, nas redes sociais, os votos de boas festas «a esta grande família que é o Futebol Clube de Famalicão».

O presidente do clube fala de um ano «diferente e difícil», que trouxe uma nova realidade «que nos tem afastado daqueles que tanto gostamos e que tantas dificuldades nos tem criado».

Com um voto de esperança, Jorge Silva acredita «que tudo vai passar e juntos vamos continuar este caminho que é o Famalicão, vibrando com os nossos sucessos quer no estádio, quer na academia».

«No Famalicão jogamos sempre com mais do que onze»

Na mensagem de Natal que dirigiu a todos os sócios e adeptos do FC Famalicão, Miguel Ribeiro, presidente da SAD, assume que «a ausência de público não tem contribuído para a afirmação do clube e bloqueou o nosso crescer».

A pandemia trouxe uma nova realidade «que limita muito o desempenho que gostaríamos de ter» e, por isso, a ausência dos famalicenses nas bancadas é uma dificuldade acrescida, porque «no Famalicão jogamos sempre com mais do que onze. Espero que em breve possamos estar juntos para celebrarmos as vitórias do FC Famalicão», frisa Miguel Ribeiro.

Apesar de uma época atípica, com a equipa distante dos patamares que exibiu na temporada passada, o dirigente mantém a meta de «colocar o Famalicão no topo, um clube cada vez maior, mas este não é um processo fácil. Exige compromisso, paixão, sacrifício, trabalho e muito apoio».

Arcebispo de Braga não quer romagens nem celebrações comunitárias nos cemitérios

D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga, comunicou, esta terça-feira, que nos dias 1 e 2 de novembro, não serão permitidas romagens e procissões aos cemitérios nem celebrações comunitárias, nestes espaços, por causa da pandemia de covid-19. No entanto, pede às autarquias que, nesses dias, os cemitérios “não sejam totalmente fechados” e que se mantenha “vigilância para impedir concentrações”

Na mensagem publicada no site da Arquidiocese – “Fiéis Defuntos em ano especial” – pede aos sacerdotes que, sem aviso prévio, se desloquem aos cemitérios para que, “pessoalmente e como pastores das comunidades, rezem por todas as pessoas falecidas”.

Quanto às celebrações nas igrejas, D. Jorge permite a sua realização, tendo em consideração a capacidade dos espaços e o cumprimento das orientações da Direção-Geral da Saúde, podendo os padres decidir da necessidade de multiplicar o número das celebrações.

Mensagem do Arcipreste de Famalicão: Tudo mudou, menos a Páscoa

Este ano a Páscoa não é como a temos vindo a viver e a celebrar desde há muito tempo.

Por isso, estamos todos a reinventar a Páscoa. Não a Páscoa em si, mas o modo de a viver e de a celebrar. Os rituais alteraram-se substancialmente mas a sua essência permanece. Apesar de termos que fazer tudo de forma condicionada e contida, estamos a constatar que este mal da pandemia do coronavírus Covid – 19 espevitou a nossa criatividade e está a dar-nos a oportunidade de sairmos da rotina, de alguns hábitos e costumes que já não produzem os seus efeitos. Os sinais de que a Páscoa está a ser vivida e celebrada estão nas nossas Igrejas Domésticas, as famílias, onde pais e filhos se reúnem para celebrar os mistérios da fé. Não têm faltado subsídios para a família celebrar em casa a sua fé. Não faltam também os sinais visíveis das cruzes ornamentadas nos jardins ou nas portas das casas. Não faltarão também as velas à janela ou nos varandins das casas para assinalar que a família está em vigília pascal, unida a toda a Igreja universal a celebrar a Páscoa.

A Páscoa tem sempre esta capacidade transformadora do mundo do pranto, da tristeza, do medo e da morte em mundo de novos horizontes, das lágrimas enxugadas, da esperança experimentada e de vida nova. A Páscoa será sempre este convite a sintonizar a nossa respiração com aquele sopro imenso e intenso que incessantemente une o visível ao invisível, a terra e o céu, o instante e o eterno, a nossa pobreza e a riqueza de Deus. A Páscoa é a semente aberta, a desabrochar, a rebentar de força e de vida, a crescer e a transformar-se em planta, em árvore, em acontecimento novo. A Páscoa revela sempre o supremo excesso do Amor que Deus tem por nós. O filósofo Gabriel Marcel diz: “Amar é dizer: tu não morrerás!”. A Páscoa é este grande sopro inesperado, excessivo, e mesmo louco do Amor de Deus, revelado em Jesus Cristo. O que a Páscoa nos dá não é a morte mas a vida intensa, amada e desejada por Deus. Por isso, a Páscoa apresenta-se-nos como o coração do tempo. Dela tudo nasce, tudo depende e tudo ganha alento e sentido.

Com o nosso coração, assim, animado e fortalecido pela ressurreição de Cristo, não vemos neste acontecimento pandémico apenas dificuldades e problemas, perturbação e medo. Vemos também oportunidades.

Aqui está a nossa oportunidade para a mudança. Tudo mudou! Tudo está a mudar! E eu como estou a encarar esta oportunidade de mudança!? O mundo, isto é, a família, os idosos, os agentes de saúde, os mais pobres e frágeis, os presos, os indigentes, os injustiçados, só serão diferentes quando eu perceber a importância e o valor que cada um destes tem na minha vida. Vou cuidar deles!? Com o Covid-19 ou em qualquer outra situação, não deixemos de nos empenhar, ainda mais e seriamente, na superação destes flagelos, cada um de nós cumprindo o seu papel com responsabilidade. Estes gestos e atos são já ações pascais, transformadoras.

Com o Papa Francisco, bem sabemos que “estamos todos no mesmo barco” e “ninguém se salva sozinho”, e que no meio desta “tempestade que desmascara a nossa vulnerabilidade” precisamos de “despertar e ativar a solidariedade e a esperança” e “renovar a nossa fé pascal”.

A Páscoa é o Coração do Tempo! Vamos então centrar-nos no que é essencial. O Papa Francisco, numa inédita oração pela humanidade, deu o tom: “É o tempo de reajustar a rota da vida rumo a Ti, Senhor, e aos outros. (…) O Senhor interpela-nos e, no meio da nossa tempestade, convida-nos a despertar e ativar a solidariedade e a esperança, capazes de dar solidez, apoio e significado a estas horas em que tudo parece naufragar. (…) O Senhor desperta, para acordar e reanimar a nossa fé pascal. Temos uma âncora: na sua cruz, fomos salvos. Temos um leme: na sua cruz, fomos resgatados. Temos uma esperança: na sua cruz, fomos curados e abraçados, para que nada e ninguém nos separe do seu amor redentor”.

Em Cristo ressuscitado, o nosso rosto expresse verdadeira alegria e confiança. Tenhamos todos o rosto de gente salva.

Agora é a vida do Ressuscitado a marcar o tempo. Vivamos n’Ele, com Ele e como Ele.

A todos e a cada um de vós, a todas as comunidades e a todas as famílias, desejo uma Páscoa santa e fecunda.

P.e Francisco Carreira,Arcipreste de Vila Nova de Famalicão

Alerta: Portugueses estão a receber SMS’s sobre Covid-19 que são burla

O Ministério da Saúde informa que está a decorrer uma campanha de fraudulenta através de SMS (smishing= phishing por SMS) de um remetente que se faz passar pelo Serviço Nacional de Saúde.

Caso receba a seguinte SMS a pedir o seu código postal (como na imagem abaixo) a SPMS aconselha a NÃO CLICAR em qualquer link, NEM FORNECER QUALQUER TIPO DE INFORMAÇÃO.

A situação já terá sido reportada às autoridades que agora investigam.

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