«Equipa do Bankinter junto das famílias e das empresas famalicenses»

Quando se estabeleceu em Portugal em 2016, o Bankinter definiu como prioridade a proximidade com os seus clientes, uma decisão estratégica que ganhou ainda mais relevância em tempos de pandemia de COVID-19.

O Bankinter, fundado em 1965 e que é hoje uma das Instituições Bancárias mais sólidas da Europa, foi um dos primeiros bancos a implementar um conjunto de medidas extraordinárias para apoiar as famílias e as empresas a mitigarem os efeitos económicos e financeiros provocados pela pandemia.

Para além do reforço imediato da capacidade de atendimento da Banca Telefónica, Digital e das equipas e meios tecnológicos, de forma a continuar a servir os clientes nas agências e remotamente, foram implementados mecanismos de moratórias dos empréstimos, condições para isenção da cobrança de comissões, para além da adesão a linhas de financiamento específicas COVID-19.

Neste período, foram ainda lançados diversos produtos e serviços inovadores, com destaque para a abertura de conta através de dispositivos móveis e, ainda, o canal do Bankinter no WhatsApp.

“De facto, mesmo no pico da pandemia, o Bankinter não parou, pois é nestes momentos que os nossos clientes mais precisam do nosso apoio, aconselhamento e soluções inovadoras e flexíveis, de forma a ultrapassarem esta situação tão complexa”, revela Angela Ferreira, diretora da agência do Bankinter em Famalicão, que está situada R. Adriano Pinto Basto, 195, junto à Camara Municipal, servindo clientes particulares e empresariais.

A responsável adianta que “a equipa do Bankinter está totalmente ao lado dos clientes famalicenses, nos bons e nos maus momentos. Os nossos gestores são muito experientes e conhecem bem as necessidades da região, pelo que estamos totalmente preparados para continuar a apoiar os particulares e empresas a retomarem os seus projetos e ambições”.

“Talvez tenha sido justamente devido a esta postura, transversal a todo o Banco, que o Bankinter foi eleito Melhor Banco pela ‘Escolha do Consumidor’ no início do ano, uma distinção que veio confirmar todo o empenho que temos em prestar serviços bancários de qualidade”, acrescenta.

De acordo com Ângela Ferreira, “os clientes reconhecem que a nossa proposta de valor é verdadeiramente diferenciadora e, se é certo que ainda não se ultrapassou esta crise sanitária e económica, também é tempo de olhar para o futuro e retomar planos e projetos que ficaram em suspenso”. Acrescentou ainda que “para isso, o Bankinter conta com uma oferta abrangente, que vai desde o Crédito Habitação Taxa Fixa Bankinter – a solução mais competitiva do mercado que permite aos clientes fixarem a taxa do seu crédito em valores historicamente baixos -, à Conta Mais Ordenado que, sem comissões e com uma remuneração dos depósitos de 5% no primeiro ano, foi reconhecida com o prémio ‘Cinco Estrelas’ pelo terceiro ano consecutivo”.

Respostas certas no momento certo para as empresas famalicenses

Dado o seu papel essencial na dinamização da economia e geração de emprego, as empresas famalicenses são essenciais para a recuperação económica do concelho, da região e do país, razão pela qual o segmento de Clientes de Negócios é uma das áreas que o Bankinter considera essencial apoiar, seja no seu financiamento ou no apoio à internacionalização e às exportações.

Para Ângela Ferreira, “a diversidade e inovação das soluções de financiamento Bankinter e o know-how e experiência da equipa de Famalicão fazem com que estejamos prontos para apoiar as nossas empresas a retomarem a sua trajetória de sucesso”.

O Bankinter “procura conhecer a fundo as necessidades e desafios dos empresários e gestores de forma a apresentar uma oferta de soluções integradas, com especial incidência em setores estruturantes para a região, nomeadamente a indústria, de quem estamos muito próximos”.

De facto, “desde a Gestão de Tesouraria ao apoio ao Negócio Internacional, passando pela Banca de Investimento, os gestores e empresários famalicenses sabem que encontram no Bankinter respostas certas no momento certo”, explica Angela Ferreira. Deu o exemplo do novo Crédito Multilinha, “que permite o acesso a diversas soluções de financiamento através de um único contrato e com um limite global de crédito” ou do novo serviço inovador de “Depósito de Cheques à Distância, que permite ao cliente empresa efetuar o depósito de Cheques, sem necessidade de deslocações diárias à agência”.

PPR Bankinter com uma rentabilidade de 16,5%, a mais alta do mercado

Numa época de juros baixos nos depósitos a prazo, o Bankinter disponibiliza aos seus clientes um portfolio de soluções de investimento diferenciadoras, beneficiando da elevada especialização dos seus Investment Advisors, dos serviços de Research e da sua Gestora de Ativos.

Neste contexto, Ângela Ferreira salienta que “o PPR Bankinter 75 PPR Classe B foi o mais rentável do mercado em 2019, alcançando o 1º lugar do ranking da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios, com uma rentabilidade anual de 16,5% em 2019”.

Acrescentou, por outro lado, que “em Famalicão, contamos com Gestores Premier, que prestam um serviço personalizado, baseado no conhecimento das características dos nossos Clientes, o que nos permite disponibilizar as soluções mais adequadas para cada perfil de investimento e oferecer um aconselhamento financeiro de excelência”, refere Ângela Ferreira, “acrescentado que os clientes têm também à sua disposição o Centro de Private Banking do Porto e respetivos Private Bankers que se deslocam com regularidade se deslocam ao concelho”.

Relativamente a Soluções de Financiamento e Soluções de Investimento dirigidas a clientes Private e Premier, o Bankinter apresenta uma proposta de valor abrangente e muito competitiva, com especial destaque para os Serviços de Gestão de Patrimónios, via mandato ou Seguro Unit Link, e para a sua gama de fundos perfilados PPR, a que acresce uma oferta superior a 800 Fundos de Investimento, de mais de 20 sociedades gestoras internacionais.

Cobertura nacional e internacional

À equipa de Famalicão somam-se os serviços dos quatro Centros de Private Banking, quatro Centros dedicados a Médias Empresas, totalizando dez por todo o país, dois Centros Corporate em Lisboa e Porto e uma rede nacional composta por 81 agências. A nível internacional, o Bankinter está presente em Espanha, no Luxemburgo e na Irlanda.

Segundo a diretora da agência de Famalicão, “a marca Bankinter é cada vez mais reconhecida e recomendada em todo o país. Prova disso, é o facto de cada vez mais clientes escolherem trabalhar com o Bankinter”, conclui, deixando uma mensagem de confiança: “estivemos junto dos nossos clientes na tempestade e vamos continuar a estar na bonança”.

RACLAC investiu 23 milhões de euros

A RACLAC investiu na fábrica 23 milhões de euros, o que faz dela a maior da Europa na sua área e líder mundial em tecnologia no que a luvas descartáveis diz respeito. Um sistema de produção automatizado em ambiente controlado e inerte e onde toda a produção é, no final, analisada e inspecionada.

A forma como as luvas são empacotadas, de forma sobreposta, permite que os profissionais de saúde as retirem pelo punho uma a uma, de forma a não terem contacto com as que ficam.

Uma primeira linha de produção está já montada e na fase final de testes, devendo começar a produzir nos próximos dias; mas outras duas linhas estarão em funcionamento até ao final do ano.

A RACLAC está a funcionar de forma ininterrupta, e cada linha de produção coloca prontas 1600 luvas por minuto.

Barragem de Caniços pode voltar a produzir energia

Há interesse em fazer aproveitamento hidroelétrico na barragem de Caniços, Bairro, servida pelo Rio Ave, na fronteira entre Famalicão e Santo Tirso.

Face à vontade manifestada por um concorrente, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) fixou um prazo de 30 dias para que outros interessados em explorar a estação hidroelétrica possam apresentar candidaturas.

O aviso foi publicado em Diário da República, com prazo a contar a partir desta data.

A APA informa que a infraestrutura de Caniços está operacional para o aproveitamento hidroelétrico. Diz apenas que carece de reformulação para adaptação ao normativo legal aplicável. Menciona também algumas obras de manutenção, como a substituição das comportas e equipamentos instalados na barragem e nos canais, e faz referência à remoção de sedimentos na albufeira.

Famalicense “CM Socks” investe meio milhão de euros e cria novos postos de trabalho

A empresa de Peúgas Carlos Maia, com fábricas de produção nas freguesias da Carreira e Bente, está em contínua expansão: nesta altura prepara um investimento de meio milhão de euros para a compra de 30 teares, com o objectivo de ajudar a empresa a dar resposta ao aumento do volume de encomendas.

Até agosto de 2020, estamos completamente sobrelotados no que diz respeito a encomendas. Precisamos urgentemente destas novas máquinas para dar resposta aos pedidos.

Carlos Maia, proprietário da empresa, ao Jornal T

 

A empresa, com 148 colaboradores, nas duas unidades fabris, produz cerca de 26 milhões de pares de meias por ano e 70% desta produção são já meias técnicas (desporto, saúde) porque são as mais rentáveis e com muito mercado internacional. São mais de 20 os mercados, na Europa e resto do mundo, com marcas como CAT, JCB, Coca-Cola, Umbro, Hello Kitty, New Balance e outras. CM Socks e Pureco são marcas próprias.

O novo investimento em máquinas, que deve ficar concluído até ao final do ano, também vai possibilitar a criação de novos postos de trabalho. Espera-se que venham a ser contratados cerca de 15 profissionais.

Famalicão: Obras para a criação do Centro Tecnológico das Carnes no início de 2020

As obras para a criação do Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Indústria das Carnes (TECMEAT, CVTT-Indústria das Carnes), em Vila Nova de Famalicão, vão arrancar durante o primeiro trimestre de 2020. A garantia surge depois do município ver aprovada a candidatura do financiamento para a criação desta infraestrutura ao Norte 2020 através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Com um investimento total previsto de 998.760 mil euros, o TECMEAT, CVTT-Indústria das Carnes contará com uma comparticipação de 812 mil euros, o que corresponde a 85% do valor.

Para o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, esta é “uma excelente notícia para a economia do concelho e do país, e uma alavanca fundamental para o desenvolvimento do setor do agroalimentar que é uma aposta estratégica para o futuro do nosso território”.

A infraestrutura vai ficar localizada no Centro de Investigação, Inovação e Ensino Superior de Famalicão – antigo complexo educativo da Escola Cooperativa de Ensino Didáxis de Vale de S. Cosme – onde estão já instalados os polos do IPCA (Instituto Politécnico de Cávado e do Ave) e do IPB (Instituto Politécnico de Bragança) com oferta dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais, em várias áreas. Em breve, o espaço irá receber também um laboratório de formação, investigação e conhecimento na área da Biologia Alimentar da Universidade do Minho.

Terá uma área de aproximadamente 560 metros quadrados, que beneficiará de obras de adaptação à estrutura, com vários espaços destinados ao fabrico e a processos de testes, ensaios, industrialização e qualidade dos produtos.

“É um espaço com todas as condições tecnológicas, de investigação e conhecimento para acolher esta ambiciosa estrutura”, afirma Paulo Cunha.

Refira-se que a candidatura foi apresentada através da TECMEAT – Centro de Competências para o Setor das Carnes, uma associação que foi criada por iniciativa do município há precisamente um ano, em novembro de 2018, com o objetivo de implementar esta estrutura estratégica para o concelho, congregando 16 instituições da região e do país.

“Com esta associação conseguimos congregar esforços e canalizar energias para a implementação deste Centro de Competências, o qual terá como missão potenciar o aumento da competitividade e inovação das empresas através do desenvolvimento científico e tecnológico e ser agente proporcionador do aumento das exportações e da criação de valor no setor das carnes de forma integrada e sustentável”, explica o autarca.

Paulo Cunha não esconde o orgulho pelo passo alcançado. “Estamos a falar de um centro que irá inovar pelo conceito assumindo-se como polinuclear, aproveitando a capacidade instalada em empresas, universidades e centros de investigação, entre outros”, adianta o autarca, acrescentando que “a nossa grande ambição é fazer um centro de competências que seja uma lição para o país ao nível do aproveitamento de recursos e das sinergias institucionais geradas”.

Refira-se que para além do município, a TECMEAT – Centro de Competências para o Setor das Carnes engloba ainda a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, a Agência Nacional de Inovação, a Confederação dos Agricultores de Portugal, a Associação Portuguesa dos Industriais de Carnes, a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, a PortugalFoods, o Centro de Nanotecnologia, Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes, o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, a Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave, a Universidade Lusíada Norte, a Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário, o CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal e a Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.

O setor agroalimentar é identificado como prioritário na agenda do plano estratégico concelhio perante o carácter distintivo do conhecimento, do saber-fazer resultante de uma longa tradição histórica e empreendedora no concelho e da forte presença de inúmeras empresas do setor no mercado nacional e internacional.

Vila Nova de Famalicão quer assim reforçar o seu posicionamento como epicentro regional de base altamente tecnológica e inovadora na área do têxtil e do vestuário, e colocar-se no mesmo patamar ao nível do setor agroalimentar. Para isso, ao CITEVE e ao CENTI a Câmara Municipal vai juntar em Famalicão um Centro de Competências Agroalimentar.

Este passo está devidamente alicerçado na existência no território de um conjunto de empresas altamente competitivas e tecnologicamente avançadas que fazem já de Famalicão um dos mais relevantes municípios neste setor e com as quais o município está devidamente articulado.

Famalicão: EDP investe 325 mil euros na melhoria da iluminação pública

A EDP Distribuição tem em curso uma campanha de instalação de luminárias com tecnologia led.

O investimento para o norte do país é de 6 milhões de euros, sendo que 325 mil estão destinados ao concelho de Vila Nova de Famalicão, o que implica a substituição de 2430 luminárias.

Esta medida visa a troca do equipamento obsoleto com tecnologias de vapor de mercúrio e de vapor de sódio de alta pressão por luminárias LED que proporcionam condições de conforto visual, segurança de pessoas e de bens, e reduzidas necessidades de manutenção, de forma crescentemente sustentável.

 

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