CIM do Cávado cria rede pública gratuita de transporte de passageiros

A CIM do Cávado, composta pelos municípios de Amares, Esposende, Barcelos, Braga, Terras de Bouro e Vila Verde, vai ser servida por uma rede provisória de transportes públicos que assegurará, de forma gratuita, os serviços essenciais à população.

A rede é composta por um total de 10 carreiras, com 36 circulações diárias, contabilizando um total de 1.242 quilómetros diários. Com viagens nos dois sentidos, as carreiras serão de Arcos de Valdevez/Braga, Gerês/Braga, Braga/Amares, Terras de Bouro/Braga, Gerês/Terras de Bouro, Caldelas/Amares, Forjães/Apúlia, Apúlia/Braga, Braga/Barcelos e Braga/Famalicão.

A CIM refere que «os horários foram adaptados de modo a permitirem as habituais deslocações profissionais e acessos aos centros urbanos e basearam-se nos dados históricos de procura, permitindo com um número reduzido de carreiras servir a maior população possível».

Em comunicado, a CIM lembra que, após o cancelamento das atividades letivas, e com a declaração dos estados de emergência por 45 dias, o transporte público de passageiros sofreu reduções drásticas, tendo inclusivamente sido totalmente suspenso na maioria dos municípios do Cávado.

A lotação dos veículos é de dois terços da sua lotação máxima e não será permitida a circulação de passageiros sem máscara protetora.

CIDADE HOJE com distribuição gratuita em todo o concelho a partir de 5 de fevereiro

Nasceu a 7 de julho de 1986, pela mão de 30 ilustres famalicenses fundadores do CÍRCULO DE CULTURA FAMALICENSE, associação sem fins lucrativos, destinada a promover o território famalicense e as suas gentes.

Fomentar a pluralidade de opinião e manter devidamente informados os famalicenses sobre o dia a dia do território que habitam foi e será o objetivo primeiro da marca CIDADE HOJE, designadamente do seu semanário.

Ao longo destes 34 anos, o surgimento de variadíssimos meios e órgãos de comunicação fez com que se mudasse o paradigma da comunicação social com especial incidência na comunicação social local.

A rapidez e a facilidade com que hoje se propaga a informação leva-nos a recorrer às novas tecnologias com vista a corresponder às necessidades e desejos do nosso público-alvo.

A imprensa escrita em suporte físico, vulgo Jornal, deixou de ser o principal veículo informativo passando a ser um meio complementar de informação que tem por missão fornecer uma informação mais detalhada e aprofundada que complemente e valide aquela, mais imediatista, que nos surge via plataformas informáticas tais como sites e redes socais.

Por outro lado, a informação em papel não perdeu totalmente adeptos sendo o modo preferencial para muitos daqueles que se querem manter informados.

O frenesim do nosso dia a dia não nos permite parar, tomar o nosso café acompanhado da agradável leitura do nosso jornal. Este bom hábito substituiu-se pelo olhar apressado de um, ou vários, jornais on-line em que a leitura aprofundada é trocada pela simples apreensão de títulos mais ao menos preparados para nos prender a atenção.

Erra quem pensa que criticamos este estado de coisas. A velocidade a que vivemos, para o bem e para o mal, é uma realidade e por isso o CIDADE HOJE adaptou-se a estes novos tempos. Lideramos ranking de audiências, suplantamos a concorrência, somos pois a fonte preferencial de quem se quer manter informado.

A distribuição gratuita do nosso semanário é o resultado de uma análise do mercado e o contributo possível para que não se percam totalmente os benéficos hábitos de leitura.

Alargar o acesso a todos os famalicenses espalhados pelo território de Vila Nova de Famalicão é uma consequência lógica desta nossa enorme vontade de informar.

Vamos pois prosseguir nesta missão junto dos Famalicenses.

Por via do SEMANÁRIO CIDADE HOJE, da RÁDIO CIDADE HOJE 94.0 fm, do nosso SITE www.cidadehoje.pt, da nossa plataforma no FACEBOOK www.facebook.com/radiocidadehoje e do INSTAGRAN https://www.instagram.com/cidadehoje continuaremos empenhados em estar ao seu lado e melhor informá-lo.

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Câmara de Braga acaba com parquímetros em 27 ruas do centro da cidade

A Câmara de Braga deliberou esta quinta-feira que, a partir de segunda-feira, “cessa a obrigatoriedade do pagamento” do estacionamento na via pública nas 27 ruas do centro em que foram instalados parquímetros no final do mandato de Mesquita Machado.

Em declarações à Lusa, o presidente da autarquia, Ricardo Rio, explicou ainda que a partir de 2 de abril, nas restantes artérias em que o estacionamento à superfície é pago, a fiscalização e cobrança daquelas taxas passa a ser feita pela autarquia “na sequência da rejeição da providência cautelar interposta pela empresa ESSE ao resgate da concessão por parte do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga”.

A concessão do estacionamento pago na via pública no centro de Braga foi contratualizada com a ESSE ainda pelo executivo dirigido por Mesquita Machado, tendo sido uma das últimas medidas do autarca o alargamento a mais 27 rua da cidade daquela concessão. Uma das bandeiras eleitorais de Ricardo Rio é que procederia ao resgate da referida concessão e à anulação daquele alargamento, promessas que cumpriu nos primeiros dias de mandato em 2013.

No entanto, desde então têm sido sucessivas as tentativas de travar a anulação do alargamento dos parcómetros àquelas 27 ruas por parte da concessionária, tendo havido várias providências cautelares nesse sentido, pelo que o pagamento do estacionamento ainda se mantém.

No início de janeiro, a autarquia anunciou que procederia ao resgate da concessão, tal como permitia o contrato entre as duas entidades, pedindo que lhe fossem devolvidos os equipamentos de cobrança e garantindo um “encontro de contas”, que segundo autarca obrigaria a câmara de Braga a pagar perto de 170 mil euros à ESSE.

A empresa concessionária, além da já referida providência cautelar que visou impedir a passagem da gestão dos parquímetros para a autarquia já em janeiro, interpôs uma ação principal contra o resgate do contrato de concessão na qual pede à Câmara Municipal de Braga uma indemnização que pode ir até perto de 72 milhões de euros, valor já considerado “estapafúrdio” por Ricardo Rio.

A concessão do estacionamento pago à superfície no centro da cidade foi contratualizada em 2013 entre a autarquia e uma empresa do grupo BRITALAR, mais tarde, cedida à ESSE.S.A, por quatro milhões de euros a pagar “como adiantamento” no imediato e 51% das receitas dos parcómetros depois de atingido aquele valor.

Segundo o texto, o contrato em vigor que tem um prazo de 15 anos “prorrogáveis por períodos de 5 anos, até ao limite máximo de duração de 30 anos, pressupõe a declaração de vontade de ambas as partes em renovar” pelo que, defendeu o executivo de Rio, “a renovação exige que o município e a empresa declarem que pretendem renovar o acordo, não operando este automaticamente”.

O executivo liderado por Ricardo Rio optou pela não renovação do segundo período de cinco anos, decisão que deu a conhecer já em 2016.

Assim, segundo a deliberação do executivo camarário desta tarde, a partir de segunda-feira, “cessa a obrigatoriedade do pagamento de quaisquer taxas inerentes ao estacionamento na via pública” nas 27 ruas abrangidas pelo alargamento de 2013.

Lusa

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