Famalicão: Apesar do cheiro intenso a gás, técnicos não conseguiram identificar fuga

Às 17h00 desta segunda-feira, os Bombeiros Voluntários Famalicenses foram alertados para uma fuga de gás, que estaria a acontecer na Rua Adriano Pinto Basto, no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão.

Depois de isolado o local, a equipa da empresa responsável pelas condutas, esteve a inspecionar a zona mas, e apesar do cheiro intenso a gás, não conseguiu identificar o ponto exato da fuga.

Entretanto os bombeiros desmobilizaram e o trânsito acabou por ser reaberto.

A Cidade Hoje sabe que a equipa da empresa responsável pelas condutas vai-se manter no local, para tentar perceber a origem do cheiro intenso a gás.

Famalicão: Rua Adriano Pinto Basto cortada devido a fuga de gás

A Rua Adriano Pinto Basto está fechada à circulação pedonal e automóvel devido a uma fuga de gás.

O alerta para os bombeiros foi dado por volta das 17h00.

Suspeita-se que a fuga de gás tenha origem numa conduta, nas proximidades da Farmácia Valongo.

No local, para além dos Bombeiros Voluntários Famalicenses, encontra-se uma equipa da empresa responsável pelas condutas de gás.

NOTÍCIA EM ATUALIZAÇÃO

Fuga de Gás em Gavião

Os Bombeiros Voluntários Famalicenses foram acionados, na manhã deste sábado, na sequência de uma fuga de gás, registada na Rua do Sobreiro Grosso, na freguesia de Gavião, em Vila Nova de Famalicão.

Ao que nos foi possível apurar, devido à intensidade da fuga, os bombeiros foram chamados ao local para assegurar todas as condições de segurança para a população.

Os operacionais vão-se manter no local até que a situação fique normalizada, depois de uma intervenção por parte da empresa responsável pelas condutas de gás, a PortGás.

Não há registo de feridos.

Joane: Morreu a mulher vítima de explosão em casa

Não resistiu aos ferimentos e acabou por falecer a mulher vítima da explosão, registada numa habitação, na manhã da passada segunda-feira, na vila de Joane, em Vila Nova de Famalicão.

A vítima, tinha 65 anos, era professora aposentada, ficou com 100% do corpo queimado na sequência da explosão, registada na cozinha da moradia onde vivia com marido e filha.

Estava no Hospital de S.João, no Porto, em estado crítico.

Uma fuga de gás no esquentador, que aquecia as águas da habitação, é a hipótese mais provável para explicar a explosão seguida de incêndio.

Joane: Vítima ficou com “100% do corpo queimado”, helicóptero do INEM estava indisponível

 

Tarifa do gás natural vai descer 50 cêntimos na fatura

Uma diretiva da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), publicada, em julho, em Diário da República, estabeleceu os preços de gás natural para 2019-2020, que tinham sido aprovados pelo regulador no final de maio.

O diploma em causa alterou o calendário das tarifas de gás natural, que deixaram de vigorar entre 01 de julho e 30 de junho do ano seguinte, passando a ser válidas entre 01 de outubro e 30 de setembro de cada ano.

A ERSE defendeu, no documento, que as variações das tarifas apresentadas beneficiam de fatores como a redefinição das bases de custos das várias atividades reguladas, “de modo a que as empresas partilhem com os consumidores os resultados alcançados em termos de diminuição dos custos”, e a revisão das taxas de remuneração das atividades reguladas “de forma a que reflitam o custo de capital destas atividades reguladas”.

O regulador destacou ainda as descidas das tarifas de acesso às redes, bem como das tarifas transitórias para consumidores finais como o consumo anual inferior ou igual a 10 mil metros cúbicos (m3), face ao ano anterior.

No dia em que aprovou a diretiva, no final de maio, a ERSE anunciou que a descida de 2,2% se aplica a cerca de 280 mil consumidores que permanecem no comercializador de último recurso e que os consumidores com tarifa social beneficiam de um desconto de 31,2% sobre as tarifas transitórias de venda a clientes finais.

Troca de garrafas de gás de qualquer marca passa a ser obrigatória a partir de terça-feira

A medida já tinha sido aprovada pelo Governo no ano passado, depois de sujeita a consulta pública, e foi hoje publicada em Diário da República para entrar em vigor no dia seguinte, exceto quanto às obrigações de inventário diário dos comercializadores grossistas e retalhistas de GPL engarrafado que entram em vigor no primeiro dia do próximo ano.

O regulamento determina que grossistas e retalhistas “estão obrigados, no ato de venda de uma garrafa de GPL, a receber em troca e por solicitação do cliente, uma garrafa usada equivalente, independentemente da respetiva marca comercial, não havendo lugar a qualquer pagamento pela receção da garrafa usada ou prestação de caução pela venda da garrafa cheia”.

O diploma define ainda que são garrafas equivalentes, independentemente das respetivas marcas comerciais, as que se encontrem na mesma tipologia, e esclarece que os comercializadores grossistas e retalhistas “podem recusar uma troca direta de garrafas de GPL apenas e quando se demonstre, de forma inequívoca, que a garrafa usada se encontra inoperacional para a sua função”.

Também a comercialização de GPL engarrafado com serviço de entrega e recolha de garrafas ao domicílio, segundo o regulamento, está igualmente vinculada à obrigação de troca de garrafas.

O regulador do setor, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), no preâmbulo do regulamento, defende que as obrigações de inventário e de troca de informação sobre as garrafas de GPL têm como finalidade garantir a rastreabilidade das garrafas, impedir a retenção indevida e promover a sua recolha tempestiva.

“Neste âmbito, por razões de eficiência operacional, procura-se evitar a excessiva dispersão de garrafas para recolha indo ao encontro do limiar mínimo de garrafas que obrigue à sua recolha”, afirma a ERSE.

A ERSE, no diploma, cria ainda um comité de acompanhamento – coordenado pela ERSE e composto pela Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE), pelos operadores de GPL engarrafado com atuação no mercado nacional e outras entidades – para acompanhar a implementação e operacionalização do regulamento.

O regulamento hoje publicado aplica-se aos proprietários das garrafas, aos comercializadores grossistas e retalhistas, aos operadores de parques de armazenamento de garrafas identificados, bem como a outros intervenientes nas cadeias de distribuição e comercialização de GPL engarrafado.

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