Famalicão: Grupo vocal Cupertinos lança o segundo álbum

Esta sexta-feira, Os Cupertinos lançam o seu segundo álbum, editado pela Hyperion, com dezoito obras inéditas do mestre português Duarte Lobo.

Este lançamento sucede ao disco de estreia do grupo, também com a Hyperion, que explorou o reportório único de Manuel Cardoso e que foi distinguido nos Gramophone Classical Music Awards 2019, vencendo a categoria de melhor álbum de “Música Antiga”.

Com este trabalho, o grupo Cupertinos espera trazer uma nova consciência e interesse pelo legado de Duarte Lobo e difundir o conhecimento sobre o Património Musical Português dos séculos XVI e XVII.

Fundado em 2009, o grupo vocal Cupertinos tem-se afirmado como embaixador da Polifonia Portuguesa, dando vida à música dos maiores compositores renascentistas de Portugal.

 

Obra de Cruzeiro Seixas assinala Dia Mundial da Língua Portuguesa

Uma serigrafia do artista Cruzeiro Seixas marca o primeiro aniversário do Dia Mundial da Língua Portuguesa, que se assinala esta terça-feira. O Centro Português de Serigrafia escolheu a obra de Cruzeiro Seixas intitulada “Ruínas da Cidade Futura – Homenagem a Mário de Sá Carneiro”.

A serigrafia destinava-se a acompanhar a exposição de Cruzeiro Seixas, que tinha data prevista de inauguração a 5 maio, em Paris, na sede da Unesco, mas foi adiada por causa das restrições do covid-19.

O que não foi adiado foi o centenário de Cruzeiro Seixas. O mestre faz este ano cem anos de vida. Por isso, a edição desta serigrafia tem, no verso, a alusão às efemérides e é limitada a 100 exemplares, assinados por ele, em referência ao seu centenário.

Esta serigrafia, editada em parceria com a Fundação Cupertino de Miranda, onde está grande parte da obra de Cruzeiro Seixas, «mostra a junção de várias artes, onde um mestre nas Artes Plásticas oresta tributo a um vulto da Literatura Portuguesa», refere a diretora da Fundação, Marlene de Oliveira.

A exposição em Paris, em homenagem à Língua Portuguesa, será aberta em data anunciar, com a obra de Cruzeiro Seixas. Segundo o Embaixador de Portugal na Unesco, Sampaio da Nóvoa, «será um momento extraordinário para homenagear este mestre da arte e da vida. A sua arte, a sua presença, é-nos tão necessária que nem conseguimos imaginar o que seríamos sem o seu extraordinário talento, sem a sua incomparável capacidade de nos surpreender». A mostra será acompanhada de um catálogo editado pela Fundação Cupertino de Miranda onde figura esta marcante edição.

Fundação Cupertino de Miranda encerra espaços

A Fundação Cupertino de Miranda encerrou ao público, desde esta quarta-feira, e até novas ordens, o museu e todos os espaços expositivos, a biblioteca, a loja/livraria e o auditório.

Esta decisão segue recomendações da Direção Geral de Saúde (DGS) e em conformidade com o Plano Nacional de Preparação e Resposta à Doença pelo Covid-19.

Para manter contacto com o público estão disponíveis por via online em [email protected] ou pelo telefone 351252301650.

Exposição “Como a sombra a vida foge” na Fundação

A exposição “Isabel Meyrelles – como a sombra a vida foge”, é inaugurada às 19 horas do dia 15 de novembro, na Fundação Cupertino de Miranda.

Ao longo da exposição podemos reconhecer homenagens, a familiares e amigos, na forma de bustos e alto-relevos, mas também a personalidades que a artista admirava, como René Magritte, Alexandre O’Neill e André Breton.

A Fundação Cupertino de Miranda, que já tinha organizado, há 15 anos, uma exposição de esculturas de Isabel Meyrelles, apresenta, agora, uma exposição com 84 das 105 obras reunidas em catálogo, que contempla não só obras do seu acervo, mas também da coleção da artista, de colecionadores particulares e galerias.

Esta exposição, que pode ser vista até 14 de março do próximo ano, é uma homenagem a Isabel Meyrelles, que contribuiu, de alguma forma, para o nascimento do acervo surrealista na Fundação Cupertino de Miranda, a par de outros nomes importantes do Surrealismo Nacional. A exposição abrange todas as fases da artista onde a influência surrealista está presente em várias obras.

Esta poeta, tradutora, escultora e criadora de objetos e sonhos surrealistas nasceu a 29 de abril de 1929, em Matosinhos.

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