Famalicão: “Talvez um dia” na Casa das Artes

“Talvez um dia” estreia esta sexta-feira, dia 25, às 21h30, na Casa das Artes. Trata-se de uma coprodução da companhia Fértil Cultural com o Teatro Diogo Bernardes, que esteve prevista para assinalar o Dia Mundial do Teatro 2020, mas que foi adiada devido à covid.

Esta peça teatral, uma criação de Rui Alves Leitão, pretende ser um espetáculo sensorial, emocional e de uma reflexão da existência humana, baseado no conceito de esperança infinita. “Talvez Um Dia” proporciona um momento de questionamento mútuo entre o ator e o espetador, sem alusão moral.

O espetáculo, cujo ingresso custa 8 euros ou 4 euros para estudantes, portadores do Cartão Quadrilátero Cultural e seniores, repete no sábado, dia 26, à mesma hora.

Coprodução Fértil Cultural, Casa das Artes de Famalicão e Teatro Diogo Bernardes, com parceria institucional do Ministério da Cultura e apoio dos municípios de Famalicão e de Ponte de Lima, além da ENIF.

Revista “Sigilo Público”

Para além desta estreia, é também dia 25 de setembro que a Fértil Cultural lança no campo editorial a revista “Sigilo Público”. Depois do espetáculo, esta nova publicação é apresentada no pequeno auditório da Casa das Artes. Trata-se de um espaço de partilha de ideias e práticas artísticas, culturais e educacionais aliadas à arte, e almeja ocupar um lugar entre as escassas edições deste género.

 

“Os Velhos não vão de Férias” com a Fértil

Na noite do dia 12 de outubro, a partir das 22 horas, a Fértil Cultural, companhia com sede em Gondifelos, apresenta, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, o seu espectáculo “Os Velhos Não Vão de Férias”.

A peça entrará em itinerância logo após a estreia, continuando em cena no ano de 2020.

A nova produção de teatro da Fértil, o segundo episódio da trilogia escrita e encenada pelo diretor, Rui Alves Leitão, é uma reflexão antropológica sobre este novo lugar que é a terceira idade. «Se em tempos ser sexagenário era um posto de repouso, hoje há o conflito de funções. São hoje estas pessoas sexagenárias que acabam por ainda estar a trabalhar, apoiar os seus filhos e netos e assegurar apoio social aos seus pais ou outros idosos», escreve a associação cultural.

A peça de teatro passa-se num aeroporto onde três amigas sexagenárias se preparam para fazer uma viagem até Tenerife, até que uma delas se vê aflita com a quantidade de coisas que deixa por fazer para poder viajar. Neste ponto, criam uma série de discussões pondo-se em causa a características dominantes de cada uma delas.

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