Crianças felizes na nova Escola Conde S. Cosme

O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, juntou-se, esta segunda-feira, às mais de 200 crianças que frequentam a Escola Conde S. Cosme, na cidade de Vila Nova de Famalicão, para, juntos, inaugurarem a nova escola em clima de festa. «Olhar para estas crianças e ver a sua alegria, perceber como estão felizes com a sua nova escola, como estão satisfeitas, é perceber que a obra está bem feita, era necessária e trouxe uma mais-valia à educação em Famalicão», adiantou Paulo Cunha que foi recebido pelos mais novos com entusiasmo.

O diretor do agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, Carlos Teixeira, salientou que a requalificação do estabelecimento de ensino «renova a história e a memória deste edifício, que faz parte da vida dos famalicenses». Também a associação de pais elogiou o trabalho desenvolvido. «Deixamos uma escola com muitas carências e regressamos para uma escola muito bonita, moderna, bem equipada, confortável e estamos muitos satisfeitos», destacou a presidente da associação de Pais, Filomena Gonçalves.

Refira-se que a escola que beneficiou de uma profunda remodelação abriu portas no terceiro período do ano letivo 2018/2019. Com um investimento superior a 800 mil euros, a intervenção implicou a ampliação do edifício, com construção de refeitório, biblioteca, sala de professores e recreio coberto. Foram ainda executados arranjos exteriores, com a construção de um campo desportivo com relva sintética.

Entretanto, no dia 7 de dezembro, Paulo Cunha inaugura as obras da Escola de Riba de Ave, que implicaram um investimento superior a 500 mil euros e, para além da reabilitação total do edifício, a ampliação implicou a criação de mais duas salas, passando para oito; foi ainda construída uma sala de apoio, biblioteca, sala de professores e recreio coberto. Os arranjos exteriores contemplaram também um espaço desportivo com relva sintética.

Os dois projetos foram cofinanciados pelo NORTE 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Com estas duas escolas reabilitadas, o Parque Escolar de Vila Nova de Famalicão «dá um enorme salto em termos de qualidade e excelência de condições», acrescenta Paulo Cunha, adiantando que a Câmara Municipal já preparar novas intervenções em outras escolas.

Greve do pessoal não docente: Escolas do centro de Famalicão não abriram

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais convocou para esta sexta-feira uma greve do pessoal não docente. A instituição quer 6 mil novos trabalhadores.

Por todo o país, trabalhadores não docentes dos estabelecimentos de ensino estão em greve, em protesto contra a “falta crónica” de funcionários nas escolas.

Estabelecimentos em Vila Nova de Famalicão que não se encontram em funcionamento devido ao protesto

  • Escola Secundária D.Sancho I
  • Escola Secundária Camilo Castelo Branco
  • Escola EB 2,3 Júlio Brandão
  • Escola D.Maria II
  • Escola E.B. 2,3 de Ribeirão

Em Vila Nova de Famalicão há registo de pelo menos três escolas que não chegaram a abrir portas, são elas a D.Sancho I, a Camilo Castelo Branco e a Júlio Brandão, ambas no centro da cidade.

[ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO ÀS 09:21]

Câmara inverte sentido do trânsito frente à Júlio Brandão durante dois dias

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão informou que, esta quarta-feira, vai realizar, a partir das 09h00, uma intervenção na rede pública de saneamento na Rua Barão da Trovisqueira (União de Freguesias de Famalicão e Calendário), logo após o entroncamento com a Rua António Silva Rega, implicando o corte total de parte da via.

Esta intervenção, com duração prevista de dois dias, levará o trânsito a circular pela Rua António Silva Rega e pela Rua Padre António Carvalho Guimarães cujo sentido de trânsito será alterado no decorrer dos trabalhos.

Professora da escola de S.Miguel o Anjo cativa os alunos antes das aulas com ritual

Uma professora da Escola Básica de S.Miguel o Anjo, na freguesia de Calendário, em Vila Nova de Famalicão, decidiu começar as aulas de forma diferente.

Os alunos, sempre que chegam à porta da sala, são convidados a escolher como querem ser recebidos pela professora.

O objetivo é transmitir um sentimento de positividade às crianças, fazendo com que elas gostem de vir à escola.

 

As mesma técnica já havia sido utilizada também por uma professora dos Estados Unidos, o ano passado.

Professores dizem que alunos passam “tempo excessivo” na escola, mas pais acham “adequado”

“A Escola que os pais e os professores falam não é a mesma. Têm visões muito diferentes”, revelou à agência Lusa o psicólogo Eduardo Sá, mentor do projeto Escola Amiga da Criança, que solicitou um estudo à Universidade Católica do Porto sobre a “Missão da Escola”.

O tempo que os alunos passam nos estabelecimentos de ensino é, precisamente, um dos temas que mais separa pais e professores: 71% dos docentes considera “excessivo” contra 62% dos encarregados de educação que diz ser “adequado”.

Os números baseiam-se nas respostas de cerca de 6.400 docentes e encarregados de educação de todo o país e diferentes níveis de ensino que, entre julho e setembro deste ano, responderam ao inquérito da Católica criado com o objetivo de analisar e conhecer a perceção sobre a Missão da Escola.

Curiosamente, a importância dos trabalhos para casa (TPC) une os dois grupos de inquiridos, que os consideram uma forma de apoio ao estudo e um bom complemento à aprendizagem.

O psicólogo Eduardo Sá lembrou que atualmente a grande maioria das crianças e jovens começam as aulas por volta das oito da manhã e só terminam as tarefas escolares às 20:00. É que quando chegam a casa ainda têm de fazer os trabalhos.

Quase 90% dos alunos têm TPC – 96% dos professores diz que manda trabalhos de casa “muitas vezes ou sempre” – e a maioria dos estudantes do secundário (cerca de 60%) ainda tem explicações depois das aulas, revela o estudo.

“Qual é a mais-valia dos TPC, principalmente quando têm de ser feitos entre o final do dia e a hora do jantar, levando as famílias a um ataque de nervos?”, questionou o psicólogo.

Resultado: As horas de trabalho impostas aos estudantes ultrapassam as dos pais. “As crianças estão a trabalhar oito horas por dia, o que significa mais de 60 horas por semana”, criticou Eduardo Sá em declarações à Lusa, lembrando a importância de ter tempo para ser criança e adolescente.

O psicólogo alertou para o perigo de a escola se transformar numa versão moderna do trabalho infantil do século XIX, garantindo que “Escola a mais faz mal às crianças”.

Outra das perguntas que foi colocada aos cerca de 3.200 professores e outros tantos pais foi de quem era a responsabilidade pelo desempenho e sucesso académico dos alunos.

Para os professores, eles são os principais responsáveis, enquanto os pais atribuem essa responsabilidade aos alunos.

As opiniões também divergem quando se fala nos objetivos da escola: os professores colocam em primeiro lugar a formação cívica (65%), os pais têm como prioridade a transmissão de conhecimento científico e tecnológico (64%). Ambos concordam apenas que o aspeto menos relevante é o desenvolvimento físico.

Finalmente, os docentes entendem que a escola deve formar os alunos, enquanto a maioria dos pais diz preferir uma escola que os prepare para os exames e para o mercado de trabalho.

Para Eduardo Sá, as escolas não podem produzir “crianças de aviário”. Quando isso acontece, deve “fechar” para reflexão e balanço: “Mais importante do que tentar repetir é aprender a perguntar. Mais indispensável do que tirar as dúvidas é uma criança agarrar-se a elas para aprender a pensar”, escreveu o psicólogo no texto introdutório do estudo hoje apresentado em Lisboa.

O estudo coordenado pela professora Conceição Andrade e Silva foi apresentado hoje em Lisboa num encontro que contou com a presença de responsáveis do Conselho Nacional de Educação, Associação Nacional de Direção Geral da Educação, representantes dos diretores das escolas públicas e privadas assim como com a Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP).

No evento foi ainda lançada a 3.ª edição da Escola Amiga da Criança, uma iniciativa conjunta LeYa/CONFAP que visa distinguir as escolas com projetos não curriculares que apostam no desenvolvimento da criança.

Famalicão: Nem os pilaretes impedem a falta de civismo

O estacionamento em zonas não autorizadas continua a ser uma prática de muitos automobilistas, mesmo depois de algumas alterações levadas a cabo pela autarquia famalicense com o objetivo de ordenar a circulação automóvel e pedonal no centro da cidade, em especial junto à zona escola.

Depois da colocação de pilaretes no passeio que circunda uma parte da escola Camilo Castelo Branco, surgem imagens que dão conta que os automobilistas continuam, mesmo assim, a não respeitar os outros condutores mas, acima de tudo, os peões que ali passam.

Estes condutores continuam a estacionar os automóveis no curto espaço onde não foram deixados pilaretes, devido ao uso daquele local para a recolha dos resíduos armazenados nos contentores instalados junto ao passeio.

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