Famalicão quer teatro no ensino articulado

«Famalicão tem pergaminhos na educação de que não abdica, não abdicamos da qualidade e da exigência, mas abrimos portas à diversidade», referiu o presidente da Câmara ao anunciar que brevemente Famalicão terá o teatro no ensino articulado, sendo que o projeto de acreditação já está em curso.

Este anúncio foi feito na terça-feira pelo presidente da Câmara após assistir a uma aula de dança, lecionada pelo Conservatório de Dança de Famalicão, nas instalações do Centro de Investigação, Inovação e Ensino Superior, em Vale S. Cosme.

Recorde-se que a dança já faz parte, desde este ano letivo, do ensino articulado.

Paulo Cunha está muito satisfeito com os passos dados no ensino artístico e especializado. «Famalicão é, desde há muitos anos, reconhecido pelos estímulos e pelas boas-práticas no âmbito do ensino articulado. Primeiro foi a música, onde nos distinguimos como um dos concelhos do país com mais alunos inscritos. Agora temos a dança, um projeto que está a ser muito bem-sucedido e que surge fruto desta interação que mantemos com as associações», analisou.

Para Marta Soares, do Conservatório de Dança de Famalicão, «este ensino articulado da dança, com a certificação por parte do ministério da educação, era uma ambição desde há algum tempo. Trata-se de uma medida importante para os alunos que vêm somar à formação académica, a formação artística da dança».

Também o presidente da Junta de Freguesia de Vale S. Cosme, Bernardino Martins se mostrou satisfeito com as mais-valias que o ensino articulado da dança traz para a freguesia.

Ao todo, vinte e cinco alunos do 5.º e do 7.º ano do concelho de Vila Nova de Famalicão estão, neste ano letivo de 2020/2021, a frequentar o ensino artístico e especializado da dança, em regime articulado.

Famalicão: Abertas candidaturas para segunda fase de Cursos Técnicos Superiores Profissionais e Cursos de Especialização Tecnológica

Está a decorrer a segunda fase de candidaturas para os Cursos Técnicos Superiores Profissionais e Cursos de Especialização Tecnológica para o ano letivo 2020/2021.
As entidades formadoras instaladas em Vila Nova de Famalicão disponibilizam as últimas vagas distribuídas por vinte e cinco cursos, em regime laboral e pós-laboral.
As inscrições devem ser efetuadas junto de cada uma das entidades formadoras ou então através do Centro Qualifica de Famalicão http://www.famalicaoeducativo.pt/_centro_qualifica_apresentacao

São entidades formadoras o Citeve – Centro Tecnológico Das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (www.citeve.pt); Cenfim – Centro De Formação Profissional de Indústria Metalúrgica e Metalomecânica (www.cenfim.pt); CESPU (www.cespu.pt); Instituto Politécnico do Cávado e Ave – Polo de Vila Nova de Famalicão (www.ipca.pt); e Instituto Politécnico de Bragança – Polo de Vila Nova de Famalicão (www.ipb.pt).

Para mais informações consulte no Portal da Educação, o Booklet com esta oferta formativa

https://issuu.com/municipiodefamalicao/docs/livro_cursos_ctesp_cet2020_v0505_c

Acompanhe no facebook da Cidade Hoje debate sobre impacto da covid-19 no ensino

O impacto da covid-19 no ensino vai ser tema de debate promovido pela Cidade Hoje e com transmissão no facebook.

Pode acompanhar esta noite, a partir das 21 horas, as perspetivas das escolas, dos pais e da Câmara Municipal.

Cidade Hoje convidou Marco Magalhães, chefe de divisão da Educação na Câmara Municipal; Helena Pereira, diretora do Agrupamento de Escolas D. Sancho I; Amadeu Dinis, diretor da Escola Profissional CIOR; João Ruivo Meireles, do Colégio Machado Ruivo; e Antónia Oliveira, presidente da Federação Concelhia de Associações de Pais de Vila Nova de Famalicão.

Esta é mais uma conferência promovida pela Cidade Hoje depois do debate sobre o impacto da covid-19 na saúde/proteção civil e na economia.

É um debate que serve para apresentar ideias, fazer um balanço do impacto da covid no ensino e levantar algumas perspetivas sobre o ensino no próximo ano letivo.

Conferência Cidade Hoje: O impacto da covid-19 no ensino

Na noite desta sexta-feira, a partir das 21 horas, Cidade Hoje retoma o ciclo de conferências/debates para analisar as consequências e perspetivas futuras resultantes do atual quadro pandémico Covid-19

Desta feita, vamos falar do Ensino e da forma como os seus protagonistas se adaptaram a uma realidade que determinou, por exemplo, a conjugação de aulas à distância e presenciais.

Marco Magalhães, chefe de divisão da Educação na Câmara Municipal; Helena Pereira, diretora do Agrupamento de Escolas D. Sancho I; Amadeu Dinis, diretor da Escola Profissional CIOR; João Ruivo Meireles, do Colégio Machado Ruivo; e Antónia Oliveira, presidente da Federação Concelhia de Associações de Pais de Vila Nova de Famalicão, são os oradores desta iniciativa que decorre a partir das 21 horas, desta sexta-feira, e que pode acompanhar em direto na página do Facebook Cidade Hoje.

Já há grelha para a “nova telescola”

O Ministério da Educação acaba de divulgar os horários das aulas do #EstudoEmCasa, para alunos do ensino básico; as aulas vão passar na RTP Memória.

A “nova telescola”, agora #EstudoEmCasa, vai ocupar a grelha das 9 às 17h50, de segunda a sexta-feira, com conteúdos por anos letivos.

Os conteúdos pedagógicos estão agrupados por: 1.º e 2.º anos, 3.º e 4.º anos, 5º e 6.º anos, 7.º e 8.º anos e 9.º ano.

O primeiro-ministro anunciou esta quinta-feira que, até ao 9.º ano, todo o terceiro período prosseguirá com ensino à distância, com avaliação, mas sem provas de aferição nem exames, mantendo-se os apoios às famílias com filhos menores de 12 anos.

As emissões diárias [de ensino à distância] serão transmitidas, a partir do dia 20, no canal RTP Memória, que é acessível não só por cabo ou satélite, mas também através da TDT”.

As aulas pela televisão foi a forma encontrada pelo Ministério da Educação para ultrapassar os constrangimentos provocados pela pandemia covid-19.

Alunos dos 11.º e 12.º podem escolher exames nacionais que querem fazer

Os estudantes do 11.º e 12.º anos poderão escolher os exames nacionais que querem fazer de acordo com as disciplinas específicas pedidas pelas instituições do ensino superior a que se queiram candidatar. A garantia foi dada pelo ministro da Educação esta quinta-feira.

A medida, frisa Tiago Brandão Rodrigues, visa diminuir a pressão sobre o sistema educativo, numa altura de muitas contingências provocadas pela pandemia de covid-19.

Habitualmente, para concluir o ensino secundário, os alunos fazem dois exames nacionais no 11.º ano e outros tantos no 12.º ano, independentemente de não utilizarem todos para ingressar no ensino superior.

Com esta medida extraordinária, os alunos podem optar por fazer apenas os exames nacionais necessários para se candidatarem ao curso pretendido, de acordo com os requisitos de cada universidade e instituto politécnico.

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