Tráfico de Droga: Famalicense condenado a quatro anos e nove meses de prisão com pena suspensa

Em fevereiro de 2017, o famalicense Júlio Araújo foi apanhado pela GNR de Barcelos a traficar droga nos concelhos de Famalicão e Barcelos.

De acordo com o jornal O Minho, que teve acesso ao processo, o coletivo de juízes deu como provado que o arguido vendia droga desde 2014, junto a cafés em Barcelos e na freguesia de Gondifelos, em Famalicão.

Nas buscas, as autoridades apreenderam 7200€ em dinheiro, estupefaciente e várias balanças de precisão.

Ao juiz, o homem terá confessado os crimes. O tribunal decidiu que, para além da pena suspensa, está obrigado a pagar 800 euros à Cruz Vermelha e a a submeter-se a um tratamento à toxicodependência

Início de Julgamento: Loja de guloseimas em Joane usada para tráfico de droga

Começou, no Tribunal de Braga, o julgamento de um homem acusado de traficar droga perto de uma escola em Joane.

O arguido, de 52 anos, admitiu, esta segunda-feira, que fez «asneiras» ao traficar droga a partir de uma loja de guloseimas, que era explorada pelo seu filho. Um estabelecimento comercial que ficava junto a uma escola de Joane.

Em Tribunal, o homem mostrou-se arrependido e disse ter «vergonha do que fiz».

O arguido confessou que ele e a esposa atravessavam dificuldades financeiras e que também não andava bem devido a problemas de saúde.

O tráfico terá ocorrido desde o início de 2016 até março de 2017, quando foi detido pela GNR. Nessa altura, o Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Barcelos efetuou quatro buscas domiciliárias e uma a um estabelecimento comercial.

Foram apreendidas 1500 doses de haxixe e 900 euros em dinheiro.

No processo, é também arguido um outro indivíduo, que não compareceu ao julgamento.

GNR encontra estufa de canábis em Delães

A estufa, desmantelada esta segunda-feira pelos agentes do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Barcelos, funcionava no interior de uma habitação, na freguesia de Delães, em Vila Nova de Famalicão.

Ao todo foram apreendidas mais de 100 plantas de canábis e material relacionado com a plantação.

Um jovem de 25 anos foi constituído arguido, ficou com termo de identidade e residência.

Fonte: JN

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