Famalicão: GNR desmantela plantação de cannabis

O Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Barcelos da GNR deteve, esta segunda-feira, um homem de 26 anos, por tráfico de estupefacientes em Vila Nova de Famalicão.

No decurso de uma investigação, despoletada por uma informação de que o suspeito tinha uma plantação de cannabis no quintal da sua residência, os militares da GNR encontraram uma estufa improvisada com 23 plantas de cannabis.

Efetuada uma busca domiciliária foram, ainda, apreendidos: 1906 doses de haxixe; sementes de cannabis; três moedores de ervas; um telemóvel; diverso material e fertilizante utilizado no cultivo da planta cannabis.

O detido foi constituído arguido e os factos remetidos para o Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

Famalicão: Detidos por tráfico de droga

Dois homens, de 37 e 57 anos, foram detidos, no passado sábado, por tráfico de droga.

A detenção, pela GNR de Riba de Ave, decorreu durante uma ação de patrulhamento numa zona conotada com o tráfico de estupefacientes.

Os suspeitos, já referenciados pelos militares, foram abordados e detidos na posse de 30 doses de cocaína e 10 de heroína.

Começou o julgamento de 16 arguidos acusados de tráfico de droga

Já começou, no Tribunal de Braga, mais concretamente no pavilhão desportivo de Maximinos, o julgamento de 16 arguidos, acusados de tráfico de droga em diversos concelhos, incluindo Famalicão.

Estão acusados de vender canábis, heroína, cocaína e MDMA, para consumo ou revenda.

Sete dos arguidos estavam em prisão preventiva, mas passaram para domiciliária com pulseira eletrónica, por causa da pandemia.

Um dos principais arguidos vendeu drogas entre 2014 e 2018, fazendo-o a partir de telefonemas e das redes sociais, usando linguagem codificada, com expressões como “tomar café, beber um fino, traz tabaco e arranja peixe”.

A GNR apreendeu quatro carros, telemóveis, tablets, computadores, drogas, dinheiro, munições e artefactos ligados ao tráfico. O MP quer que sejam declarados como perdidos a favor do Estado.

O processo conta com 161 testemunhas: 31 militares da GNR e 130 consumidores.

Suspeitos de tráfico de droga julgados em pavilhão desportivo

O julgamento de 16 arguidos e 161 testemunhas, acusados de tráfico de droga, em vários concelhos do norte do país, incluindo Vila Nova de Famalicão, mas também Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Amares, Braga, Vila Verde, Póvoa de Lanhoso, Terras do Bouro e Porto, começa quarta-feira, dia 3 de junho, num pavilhão gimnodesportivo de Maximinos, em Braga, para que existam as devidas condições de distanciamento.

Sete dos arguidos estão em prisão preventiva desde finais de maio de 2019. Estão acusados de se dedicarem, de forma isolada e/ou conjuntamente, à aquisição e venda de canábis, heroína, cocaína e MDMA.

Além da detenção, a operação resultou na apreensão de 2.654 doses de haxixe, 100 de cocaína e 4.647 euros.

O Ministério Público arrolou um total de 161 testemunhas, entre militares da GNR e consumidores que terão comprado droga aos arguidos.

Dois jovens detidos por tráfico de droga

A GNR de Joane deteve, esta quinta-feira, em Vermoim, dois jovens, de 18 e 19 anos, por tráfico de estupefacientes. Na altura tinham em sua posse 43 doses de haxixe.

A detenção aconteceu durante uma ação de patrulhamento preventivo. Os militares fiscalizaram os dois jovens que se encontravam dentro de uma viatura e encontraram a droga que foi apreendida.

Grupo que traficava droga vê julgamento adiado devido à pandemia

Devido à falta de espaço, o Tribunal de Braga adiou o julgamento de 16 arguidos acusados de tráfico de droga em vários concelhos, incluindo em Vila Nova de Famalicão.

Os arguidos são acusados de consumo e venda de estupefacientes, nomeadamente cocaína, cannabis, heroína e MDMA.

O processo esteve a cabo do Núcleo de Investigação Criminal da GNR da Póvoa de Lanhoso, depois de escutas telefónicas e vigilâncias.

Além dos detidos, foram apreendidos computadores, tablets, dinheiro, carros, munições, droga e artefactos ligados ao tráfico de droga.

Sete dos arguidos estavam em prisão preventiva, mas passaram a domiciliária, com pulseira, devido à pandemia.

É também devido à pandemia pela covid-19 que o julgamento foi adiado, porque é necessária uma sala que garanta um distanciamento de dois metros entre os elementos presentes.

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