Brufe: Arrombam porta blindada e cofre da Junta de Freguesia para levar 3 mil euros

As instalações da junta de freguesia de Brufe foram assaltadas na última noite.

O alerta para as autoridades foi dado esta manhã, aquando da chegada do pessoal às instalações. De acordo com informações recolhidas pela Cidade Hoje, o assalto terá acontecido entre as 22h00 e a 01h00, altura em que foram ouvidos alguns barulhos suspeitos por parte da vizinhança.

Os assaltantes entraram na junta depois de arrombarem uma das portas, aparentemente, com um pé de cabra.

Segundo o presidente da junta, Carlos Gomes, os larápios deixaram um rasto de destruição.

Eles destruíram uma parede, arrombaram uma porta blindada e ainda o cofre, de onde levaram 3 mil euros. Também desapareceu um servidor (computador).

Apesar de já ter sido reforçado devido a assaltos anteriores, o sistema de alarme não disparou.

A GNR e a Polícia Judiciária já estiveram no local para proceder à recolha de eventuais provas.

A investigação está, agora, a cargo da PJ.

Companhia aérea cancelou todos os voos por “problemas financeiros” e não garante devolução do dinheiro

Desde este sábado que todos os voos da companhia aérea francesa Aigle Azur foram cancelados. Portugal faz parte dos países afectados.

Avança a Lusa que entre os voos suspensos estão incluídos Portugal, Brasil, Ucrânia e Mali,. Em Portugal, a Aigle Azur voava para o Porto, Funchal e Faro. A companhia aérea não garante a devolução do dinheiro dos bilhetes marcados para datas posteriores a sábado.

A Aigle Azur admitiu a situação de insolvência no início desta semana e inicialmente iria manter os voos, mas tal não aconteceu. A insolvência foi declarada devido a uma disputa entre accionistas, segundo a Turisver. A empresa afirmava estar em “sérias dificuldades”. De acordo com a publicação online de turismo, o comunicado referia “deterioração do clima social” na empresa.

Segundo a agência noticiosa Lusa, está ainda em cima da mesa a possibilidade de algum operador comprar uma parte do negócio da Aigle Azur e levar a cabo uma reestruturação na companhia.

Em Arouca dinheiro dos parquímetros é entregue a instituições da região

Olhados pelos automobilistas como uma praga endémica nos tempos que correm, os parquímetros são vistos pelas autarquias não só como uma forma de regular (ou até condicionar) o tráfego automóvel nas cidades e vilas, em especial nos seus centros urbanos, mas também como uma fonte de financiamento dos seus orçamentos.
Alugar o espaço público por breves minutos ou por dias inteiros passou a ser prática corrente em todos os municípios que alcançam com esse procedimento ganhos significativos.
Ora bem, Arouca não foge a essa regra, mas introduziu uma nuance inovadora e que seria interessante ver replicada por todo o País. A Câmara Municipal de Arouca investe todos os ganhos com o parqueamento no centro da vila nas IPSS do concelho.

Em 2017, o valor distribuído foram cerca de 27 mil euros, essencialmente por associações de cariz cultural, pois IPSS eram apenas quatro.

Portal Solidariedade

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