Famalicão: PSP apanha assaltante junto ao local do crime

Na madrugada desta sexta-feira, pelas 02H10, a PSP apanhou um homem que acabara de assaltar um estabelecimento de restauração, na Rua José Augusto Vieira, perto da Avenida Marechal Humberto Delgado.

A PSP, alertada por um cidadão, intercetou o suspeito, um homem de 47 anos, a poucos metros do local do assalto. Na sua posse tinha três garrafas de bebidas alcoólicas e uma quantia em dinheiro que foram apreendidas e entregues ao proprietário do estabelecimento.

Famalicão: Homem assalta criança no centro da cidade

Ao início da tarde desta sexta-feira, pelas 15 horas, um homem, com idade próxima dos 30 anos, assaltou uma criança, de 12 anos, a quem roubou dinheiro. O assalto aconteceu junto às Piscinas Municipais.

Segundo relatos à Cidade Hoje, a criança, que estava acompanhada de outros amigos, foi obrigada pelo indivíduo a dar o dinheiro que trazia consigo.

Populares, alertados pela criança que chorava, conseguiram apanhar o alegado assaltante que negou o roubo, mostrando a carteira e os bolsos. Ainda segundo relato de populares, o homem terá escondido o dinheiro noutra parte do vestuário.

A criança só saiu do local após a chegada da mãe, desconhecendo-se se esta apresentou queixa na PSP.

Detido em Lisboa suspeito de assalto violento em Ribeirão

O suspeito de um assalto violento, em novembro de 2019, em Famalicão, que andava fugido das autoridades, foi detido, esta segunda-feira, em Lisboa

Na altura, três suspeitos assaltaram um casal, de 62 e 65 anos, na própria casa, em Ribeirão. Invadiram a residência e torturaram as vítimas durante horas.

Dois suspeitos foram, mais tarde, capturados em Santarém, junto às portagens de Alverca. O homem agora detido pela PSP estava foragido desde então, tendo viajado para o estrangeiro. O homem é, ainda, suspeito de mais dois assaltos violentos, no mesmo dia, na zona de Famalicão

Do assalto de novembro de 2019, os suspeitos levaram 16 mil euros e ouro avaliado em cerca de 30 mil euros.

Antas: Novo assalto a posto de combustível, dupla violenta leva dinheiro, tabaco e raspadinhas

Um dupla de homens, que atuou de cara tapada e de armas em punho, assaltou, cerca das 08h00 deste sábado, um posto de combustível localizado na Rua José Freitas Dias, na freguesia de Antas, em Vila Nova de Famalicão.

O grupo assim que chegou ao local, foi direto à loja de conveniência do posto e, intimidando o funcionário com a arma, conseguiram levar todo o dinheiro que se encontrava em caixa, tabaco e algumas raspadinhas.

O caso foi reportado às autoridades e está a ser investigado pela Policia Judiciária.

Há suspeitas de que o assalto possa ter sido levado a cabo pelo mesmo grupo que praticou um crime muito semelhante, na noite de sexta-feira, na freguesia de Requião.

No mesmo posto da freguesia de Antas, a 28 de Outubro do ano passado, ocorreu um assalto com características idênticas, registado pelas câmaras de vigilância.

 

Vídeo: Furto no interior de Padaria em Famalicão

Na tarde desta segunda-feira, um jovem que aparenta ter uma idade entre os 25 e os 30 anos, tem andado a deambular pelas zonas de Calendário e Famalicão (centro) com o objetivo de trocar notas de pequeno valor por outras de quantias elevadas.

O jovem terá usado esse pretexto, na Padaria Bastos, na Avenida de França, em Calendário, para consumar um furto. Segundo um dos responsáveis pelo espaço, o homem, a falar português com um sotaque estrangeiro, pediu para lhe trocarem uma série de notas de cinco euros e, quando se procedia à contagem e respetiva troca do montante em causa, o suspeito, sem que o pessoal da Padaria tivesse percebido, apoderou-se de quase todo o dinheiro que estava em cima do balcão, saindo do espaço de forma tranquila logo de seguida.

O momento ficou registado pelo sistema de vigilância:

Os funcionários daquele espaço só deram conta do furto momentos depois, reportaram o caso às autoridades.

Famalicão: Oito anos e meio de prisão para contabilista que se apoderou de 1,5 milhões de euros dos clientes

Em nota hoje publicada na sua página, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que, por outro lado, o arguido – sócio-gerente de um gabinete de contabilidade de Famalicão – foi condenado a pagar ao Estado a quantia de 1,5 milhões de euros, correspondente à vantagem patrimonial obtida com a prática dos crimes.

Na primeira instância, o arguido tinha sido condenado a nove anos de prisão por 37 crimes de abuso de confiança, cinco crimes de falsificação e três crimes de fraude fiscal.

O arguido recorreu para a Relação, que declarou prescrito o procedimento criminal quanto a dois crimes de falsificação de documento, um crime de abuso de confiança e um crime de fraude fiscal e atenuou especialmente a pena relativamente a um crime de abuso de confiança.

A pena foi fixada em oito anos e meio de prisão.

O Ministério Público também recorreu, exigindo que o arguido fosse condenado a pagar ao Estado os 1,5 milhões de euros alegadamente conseguidos com a atividade criminosa.

O processo tinha ainda como arguidos um trabalhador do gabinete em questão e um funcionário das Finanças de Famalicão, que foram absolvidos.

Os factos reportam-se ao período compreendido entre 2004 e 2008 e relacionam-se com a adulteração das declarações de IVA de cerca de meia centena de clientes daquele gabinete de contabilidade.

Segundo o tribunal, o sócio-gerente do gabinete “aumentava o valor do IVA dedutível para diminuir o valor do imposto devido e ficava com a diferença do valor dado pelo cliente e do valor falsamente apurado”.

O tribunal disse que o arguido escolhia “cirurgicamente as vítimas” entre os mais de 400 clientes do gabinete.

Os “alvos” eram os “bons pagadores” e os que não controlavam a contabilidade, por serem clientes há muito tempo e confiarem nos serviços prestados pelo gabinete.

O arguido, além de adulterar as declarações de IVA, também rasuraria cheques e falsificaria declarações de não dívida, que entregava aos clientes.

Uma situação que durou até os clientes começarem a ser notificados dos incumprimentos fiscais.

Durante o julgamento, no Tribunal Judicial de Guimarães, o arguido refutou tudo, alegando que nunca falsificou ou rasurou qualquer documento, mas o tribunal considerou que a sua postura foi “uma tentativa grotesca de se distanciar” dos factos.

Uma postura criticada pela juíza presidente do coletivo, que sublinhou que o arguido “deu cabo de muitas empresas” e fê-lo para “seu bel-prazer” e não porque tivesse necessidades económicas.

Lembrou um carro de 60 mil euros que ofereceu a uma ‘stripper’ [na imagem] e o milhão de euros que terá investido numa sociedade com a mesma mulher.

“Agiu para seu bel-prazer. São centenas de milhares de euros, não sei se foi para dar à senhora que era ‘stripper’, mas sei que não foi para matar a fome, não foi para ajudar os empregados”, referiu a juíza.

Sublinhou ainda que os lesados iriam “sentir-se injustiçados” com a pena aplicada ao arguido.

Disse que teria “ficado bem” ao arguido se tivesse confessado, manifestado arrependimento e mostrado disponibilidade para ressarcir os lesados e que, nesse caso, o tribunal até poderia “ponderar” a suspensão da pena.

Criticou a “delonga da justiça”, que fez com que alguns crimes já tivessem, entretanto, prescrito.

A acusação só foi deduzida em 2014.

Como atenuantes, o tribunal considerou a inexistência de antecedentes criminais, a inserção social e familiar do arguido e o longo período entretanto decorrido desde a data dos crimes, durante o qual terá demonstrado “boa conduta”.

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