Vídeo: Furto no interior de Padaria em Famalicão

Na tarde desta segunda-feira, um jovem que aparenta ter uma idade entre os 25 e os 30 anos, tem andado a deambular pelas zonas de Calendário e Famalicão (centro) com o objetivo de trocar notas de pequeno valor por outras de quantias elevadas.

O jovem terá usado esse pretexto, na Padaria Bastos, na Avenida de França, em Calendário, para consumar um furto. Segundo um dos responsáveis pelo espaço, o homem, a falar português com um sotaque estrangeiro, pediu para lhe trocarem uma série de notas de cinco euros e, quando se procedia à contagem e respetiva troca do montante em causa, o suspeito, sem que o pessoal da Padaria tivesse percebido, apoderou-se de quase todo o dinheiro que estava em cima do balcão, saindo do espaço de forma tranquila logo de seguida.

O momento ficou registado pelo sistema de vigilância:

Os funcionários daquele espaço só deram conta do furto momentos depois, reportaram o caso às autoridades.

Famalicão: Oito anos e meio de prisão para contabilista que se apoderou de 1,5 milhões de euros dos clientes

Em nota hoje publicada na sua página, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que, por outro lado, o arguido – sócio-gerente de um gabinete de contabilidade de Famalicão – foi condenado a pagar ao Estado a quantia de 1,5 milhões de euros, correspondente à vantagem patrimonial obtida com a prática dos crimes.

Na primeira instância, o arguido tinha sido condenado a nove anos de prisão por 37 crimes de abuso de confiança, cinco crimes de falsificação e três crimes de fraude fiscal.

O arguido recorreu para a Relação, que declarou prescrito o procedimento criminal quanto a dois crimes de falsificação de documento, um crime de abuso de confiança e um crime de fraude fiscal e atenuou especialmente a pena relativamente a um crime de abuso de confiança.

A pena foi fixada em oito anos e meio de prisão.

O Ministério Público também recorreu, exigindo que o arguido fosse condenado a pagar ao Estado os 1,5 milhões de euros alegadamente conseguidos com a atividade criminosa.

O processo tinha ainda como arguidos um trabalhador do gabinete em questão e um funcionário das Finanças de Famalicão, que foram absolvidos.

Os factos reportam-se ao período compreendido entre 2004 e 2008 e relacionam-se com a adulteração das declarações de IVA de cerca de meia centena de clientes daquele gabinete de contabilidade.

Segundo o tribunal, o sócio-gerente do gabinete “aumentava o valor do IVA dedutível para diminuir o valor do imposto devido e ficava com a diferença do valor dado pelo cliente e do valor falsamente apurado”.

O tribunal disse que o arguido escolhia “cirurgicamente as vítimas” entre os mais de 400 clientes do gabinete.

Os “alvos” eram os “bons pagadores” e os que não controlavam a contabilidade, por serem clientes há muito tempo e confiarem nos serviços prestados pelo gabinete.

O arguido, além de adulterar as declarações de IVA, também rasuraria cheques e falsificaria declarações de não dívida, que entregava aos clientes.

Uma situação que durou até os clientes começarem a ser notificados dos incumprimentos fiscais.

Durante o julgamento, no Tribunal Judicial de Guimarães, o arguido refutou tudo, alegando que nunca falsificou ou rasurou qualquer documento, mas o tribunal considerou que a sua postura foi “uma tentativa grotesca de se distanciar” dos factos.

Uma postura criticada pela juíza presidente do coletivo, que sublinhou que o arguido “deu cabo de muitas empresas” e fê-lo para “seu bel-prazer” e não porque tivesse necessidades económicas.

Lembrou um carro de 60 mil euros que ofereceu a uma ‘stripper’ [na imagem] e o milhão de euros que terá investido numa sociedade com a mesma mulher.

“Agiu para seu bel-prazer. São centenas de milhares de euros, não sei se foi para dar à senhora que era ‘stripper’, mas sei que não foi para matar a fome, não foi para ajudar os empregados”, referiu a juíza.

Sublinhou ainda que os lesados iriam “sentir-se injustiçados” com a pena aplicada ao arguido.

Disse que teria “ficado bem” ao arguido se tivesse confessado, manifestado arrependimento e mostrado disponibilidade para ressarcir os lesados e que, nesse caso, o tribunal até poderia “ponderar” a suspensão da pena.

Criticou a “delonga da justiça”, que fez com que alguns crimes já tivessem, entretanto, prescrito.

A acusação só foi deduzida em 2014.

Como atenuantes, o tribunal considerou a inexistência de antecedentes criminais, a inserção social e familiar do arguido e o longo período entretanto decorrido desde a data dos crimes, durante o qual terá demonstrado “boa conduta”.

Brufe: Arrombam porta blindada e cofre da Junta de Freguesia para levar 3 mil euros

As instalações da junta de freguesia de Brufe foram assaltadas na última noite.

O alerta para as autoridades foi dado esta manhã, aquando da chegada do pessoal às instalações. De acordo com informações recolhidas pela Cidade Hoje, o assalto terá acontecido entre as 22h00 e a 01h00, altura em que foram ouvidos alguns barulhos suspeitos por parte da vizinhança.

Os assaltantes entraram na junta depois de arrombarem uma das portas, aparentemente, com um pé de cabra.

Segundo o presidente da junta, Carlos Gomes, os larápios deixaram um rasto de destruição.

Eles destruíram uma parede, arrombaram uma porta blindada e ainda o cofre, de onde levaram 3 mil euros. Também desapareceu um servidor (computador).

Apesar de já ter sido reforçado devido a assaltos anteriores, o sistema de alarme não disparou.

A GNR e a Polícia Judiciária já estiveram no local para proceder à recolha de eventuais provas.

A investigação está, agora, a cargo da PJ.

Companhia aérea cancelou todos os voos por “problemas financeiros” e não garante devolução do dinheiro

Desde este sábado que todos os voos da companhia aérea francesa Aigle Azur foram cancelados. Portugal faz parte dos países afectados.

Avança a Lusa que entre os voos suspensos estão incluídos Portugal, Brasil, Ucrânia e Mali,. Em Portugal, a Aigle Azur voava para o Porto, Funchal e Faro. A companhia aérea não garante a devolução do dinheiro dos bilhetes marcados para datas posteriores a sábado.

A Aigle Azur admitiu a situação de insolvência no início desta semana e inicialmente iria manter os voos, mas tal não aconteceu. A insolvência foi declarada devido a uma disputa entre accionistas, segundo a Turisver. A empresa afirmava estar em “sérias dificuldades”. De acordo com a publicação online de turismo, o comunicado referia “deterioração do clima social” na empresa.

Segundo a agência noticiosa Lusa, está ainda em cima da mesa a possibilidade de algum operador comprar uma parte do negócio da Aigle Azur e levar a cabo uma reestruturação na companhia.

Em Arouca dinheiro dos parquímetros é entregue a instituições da região

Olhados pelos automobilistas como uma praga endémica nos tempos que correm, os parquímetros são vistos pelas autarquias não só como uma forma de regular (ou até condicionar) o tráfego automóvel nas cidades e vilas, em especial nos seus centros urbanos, mas também como uma fonte de financiamento dos seus orçamentos.
Alugar o espaço público por breves minutos ou por dias inteiros passou a ser prática corrente em todos os municípios que alcançam com esse procedimento ganhos significativos.
Ora bem, Arouca não foge a essa regra, mas introduziu uma nuance inovadora e que seria interessante ver replicada por todo o País. A Câmara Municipal de Arouca investe todos os ganhos com o parqueamento no centro da vila nas IPSS do concelho.

Em 2017, o valor distribuído foram cerca de 27 mil euros, essencialmente por associações de cariz cultural, pois IPSS eram apenas quatro.

Portal Solidariedade

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