Famalicão: Jovens de 19 e 20 anos detidos por tráfico de droga

No decurso de uma investigação que decorria desde maio passado, o Núcleo de Investigação Criminal de Barcelos deteve, esta quinta-feira, dois jovens, de 19 e 20 anos, por tráfico de droga em Pousada de Saramagos.

Os militares da GNR realizaram duas buscas domiciliárias e apreenderam seis doses de haxixe; três doses de folhas de canábis; dois telemóveis; e 259,5 euros em numerário.

Os detidos foram constituídos arguidos e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

Famalicão: GNR detém quatro pessoas por furto e condução perigosa

A GNR de Famalicão deteve, esta terça-feira, na freguesia de Nine, dois homens de 18 e 27 anos e duas mulheres de 20 e 21 anos, por furto de veículo e condução perigosa.

No decurso de uma ação de patrulhamento, os militares detetaram duas viaturas furtadas, em Braga e em Famalicão, que, perante a presença policial, iniciaram uma fuga. Durante a perseguição uma das viaturas foi imobilizada em Nine e os ocupantes detidos.

A segunda viatura furtada foi encontrada no centro da cidade de Famalicão.

Foi ainda possível apurar que o grupo furtou uma carteira do interior de um veículo estacionado na cidade de Braga.

Os detidos foram presentes a primeiro interrogatório no Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão, ficando sujeitos a termo de identidade e residência.

Esta ação contou com o reforço do Destacamento de Intervenção de Braga e apoio da Polícia de Segurança Pública.

Famalicão: Cinco dos oito detidos pela GNR ficam em prisão preventiva

A cinco dos oito detidos durante uma operação da GNR de combate ao tráfico de estupefacientes em Famalicão, foi-lhes aplicada prisão preventiva. Três dos detidos estão obrigados a apresentações semanais no posto policial da área de residência, estando, ainda, obrigados a frequentarem um programa de desintoxicação.

Recorde-se que esta terça-feira, os militares da GNR deram cumprimento a 31 mandados de busca, nove domiciliários, 21 em veículos e num armazém e da operação resultou a apreensão de 830 doses de haxixe; 114,5 doses cannabis; dez doses de heroína; sete de cocaína; e cinco pés de plantas cannabis sativa.

Foram, ainda, apreendidas quatro armas de fogo, 43 munições de vários calibres, uma faca de cozinha e tábua com vestígios de corte de estupefaciente, bem como uma balança digital. Nesta ação também foram apreendidos cinco telemóveis, dois veículos ligeiros furtados e 7 485 euros em numerário.

Esta operação envolveu 110 elementos, incluindo o apoio da Polícia de Segurança Pública.

Advogado é suspeito de mandar assaltar casa em Ribeirão

Segundo avança a TVI, a PSP de Lisboa deteve esta segunda-feira um advogado do Norte do país suspeito de ter encomendado um assalto armado a casa de um casal, em Ribeirão, onde o jurista sabia que as vítimas guardavam, dentro de um cofre, um fortuna em joias e dinheiro.

Avança, ainda, a TVI, que o grupo de quatro assaltantes estava sob escuta no âmbito de outra investigação e foi numa dessas chamadas telefónicas que apareceu o advogado a sugerir-lhes o assalto que aconteceu em novembro de 2019.

As vítimas, de 62 e 65 anos, foram agredidas violentamente e ameaçadas de morte. Os quatro assaltante roubaram 16 mil euros em dinheiro e ouro avaliado em cerca de 30 mil euros.

Enquanto isso, a PSP de Lisboa, que tinha o grupo sob escuta, montou uma barricada na A1, junto às portagens de Alverca, e logo no dia seguinte deteve dois dos assaltantes, enquanto que os outros dois fugiram. Desses, um foi capturado há poucos dias, em Lisboa, depois de ter estado fora do país; o outro continua em fuga. Faltava prender o advogado mandante do crime, que foi detido da manhã desta segunda-feira e será presente a tribunal, esta terça-feira, para aplicação de medidas de coação. Já os cúmplices estão em prisão preventiva.

Covid-19: 101 pessoas detidas e 226 estabelecimentos encerrados

No cumprimento do atual Estado de Emergência, em vigor desde ‪as 00h00 do dia 18 de abril, a GNR e a PSP detiveram, até às 17 horas desta terça-feira, 101 pessoas por crime de desobediência.

Deste número, realce para 34 detenções por desobediência à obrigação de confinamento obrigatório, 48 por desobediência ao dever geral de recolhimento domiciliário e 7 por resistência/coação.

No mesmo período, foram encerrados 226 estabelecimentos por incumprimento das normas estabelecidas.

Estes números juntam-se aos verificados nos dois primeiros períodos de Estado de Emergência: no primeiro período, entre os dias 22 de março e 2 de abril, registaram-se 108 detenções por crime de desobediência e foram encerrados 1.708 estabelecimentos comerciais; no segundo período, entre os dias 3 e 17 de abril, registaram-se 184 detenções por crime de desobediência e foram encerrados 432 estabelecimentos comerciais.

Covid-19: Dos 150 detidos por desobediência só 18 foram a juiz

O Conselho Superior da Magistratura (CSM) revelou hoje que, desde o início do estado de emergência devido à covid-19, ocorreram mais de 150 detenções pelo crime de desobediência, mas a maioria dos detidos não foi presente a juiz.

Dados avançados pelos CSM indicam foram realizadas 18 diligências com intervenção de um juiz, de 22 de março até quarta-feira.

Após a detenção pelas forças policiais por violação da obrigação de confinamento ou outros crimes de desobediência ou resistência, medidas definidas pelo decreto do estado de emergência, o cidadão pode ser imediatamente libertado, o caso pode seguir para inquérito, por decisão do Ministério Público, ou o arguido pode ser apresentado a juiz para ser julgado.

Segundo o vice-presidente do CSM, os magistrados do Ministério Público têm optado, muitas vezes, pela abertura de um inquérito em vez de apresentar o arguido detido a julgamento e assim se justifica terem sido realizadas apenas 18 diligências até ao momento.

Sobre as divergências de entendimento quanto à detenção pelo crime de desobediência em determinadas situações, que já levou a PSP a pedir uma norma orientadora à procuradora-geral da República, o Conselho de Magistratura diz estar impedido emitir orientações, dado tratar-se de matéria da área jurisdicional.

Contudo, o presidente do CSM afirmou que as regras de emergência, de confinamento obrigatório, os crimes de desobediência ou de propagação de doença “terão a resposta pronta e adequada da justiça”.

As novas restrições de circulação impostas na renovação do estado de emergência estipulam que entre desde hoje e até as 24:00 de dia 13 de abril, as deslocações não poderão fazer-se para fora do concelho de residência, salvo em situações autorizadas, como ir trabalhar.

A operação conjunta de fiscalização da PSP e da GNR conta com 35 mil elementos no terreno.

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