Quarta edição da Escola Amiga apresenta nova categoria

Até 30 de junho de 2021, alunos, pais, professores e diretores das escolas, podem candidatar-se à quarta edição da Escola Amiga da Criança, iniciativa que tem como objetivo reconhecer, partilhar e estimular projetos educativos que criam, colocam em prática e partilham boas ideias para o desenvolvimento mais feliz da criança no espaço escolar.

Há uma nova categoria dedicada à Literacia que pretende estimular a realização de projetos que combatam as várias iliteracias: literária, digital e/ou financeira entre outras.

A iniciativa é da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), da LeYa e do Psicólogo Eduardo Sá e procura projetos nas áreas de: Alimentação e estilo de vida saudável, Cidadania, Inclusão e Atividades Extra, Digital, Envolvimento da Família, Espaço Escolar, Escola em Casa, Sustentabilidade e Múltiplas Literacias.

Todas as escolas podem candidatar-se em https://escolaamiga.pt/.

Esta nova edição conta com o apoio institucional do Ministério da Economia e da Transição Digital, do Ministério da Saúde e do Serviço Nacional de Saúde, do Ministério do Mar e do Ministério do Ambiente e da Ação Climática.

Na terceira edição, 142 projetos educativos de vários estabelecimentos de ensino do concelho de Famalicão foram distinguidos com o selo Escola Amiga da Criança.

Famalicão: 142 projetos distinguidos com o selo Escola Amiga da Criança

Cento e quarenta e dois projetos educativos de vários estabelecimentos de ensino do concelho de Famalicão foram distinguidos com o selo Escola Amiga da Criança.

Trata-se de um reconhecimento às escolas pelo trabalho desenvolvido, num processo que envolve professores, alunos, pais, funcionários, diretores e associações de pais.

Escola Amiga da Criança é uma iniciativa da CONFAP (Confederação Nacional das Associações de Pais), da LeYa e do psicólogo Eduardo Sá.

A iniciativa visa distinguir escolas que concebem e concretizam ideias extraordinárias, contribuindo para um desenvolvimento mais feliz e integral da criança no espaço escolar, fruto da partilha de boas práticas.

 

Clínica da Mulher e da Criança de Famalicão abriu esta terça-feira

Entrou em funcionamento, esta terça-feira, a Clínica da Mulher e da Criança da unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

Com um investimento na ordem dos 300 mil euros, o espaço resulta de uma parceria entre a administração do hospital, a Câmara Municipal e a sociedade civil famalicense. A autarquia garantiu 50% do financiamento e ajudou a mobilizar a sociedade que, ao abrigo do mecenato, garantiu o restante do investimento.

A clínica, instalada nas antigas urgências, concentra os cuidados de saúde prestados à mulher, à criança e ao adolescente, oferecendo um serviço mais adequado às necessidades, permitindo, por exemplo, que os utentes recebam tratamento sem entrarem na área hospitalar.

«Criamos este projeto com o objetivo de continuar a apostar na área materno-infantil, concentrando os serviços de saúde de ambulatório de pediatria, ginecologia e obstetrícia, num único espaço mais moderno, com mais conforto e com maior privacidade», referiu o presidente do Conselho de Administração, António Barbosa, aquando a apresentação do projeto.

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, elogia o envolvimento da sociedade civil que, em conjunto com a autarquia, permitiu a concretização de uma obra «de superior interesse público, que significa um contributo líquido local para a melhoria da qualidade dos cuidados de saúde prestados em Famalicão pelo Serviço Nacional de Saúde».

Famalicão: Creche D. Elzira Cupertino de Miranda tem uma criança infetada com covid-19

Na Creche e Jardim Infantil D. Elzira Cupertino de Miranda, no Louro, há uma criança infetada com a covid-19.

O caso foi comunicado à instituição no início desta semana. Entretanto, por determinação da Delegada de Saúde, os meninos e meninas da sala dos 5 anos, que a criança infetada frequenta, estão todos em casa de quarentena, não manifestando, até ao momento, qualquer sintoma. Apenas a sala dos 5 anos foi, assim, encerrada e por motivos de precaução. A situação foi comunicada e explicada aos pais para evitar alarme social.

A autoridade de saúde ainda terá equacionado o encerramento de todas as valências da instituição, acabando por não o fazer porque as crianças das várias salas não têm contactos entre si, fruto do plano de contingência que limita a circulação nos espaços comuns que são constantemente desinfetados.

Famalicão: Homem assalta criança no centro da cidade

Ao início da tarde desta sexta-feira, pelas 15 horas, um homem, com idade próxima dos 30 anos, assaltou uma criança, de 12 anos, a quem roubou dinheiro. O assalto aconteceu junto às Piscinas Municipais.

Segundo relatos à Cidade Hoje, a criança, que estava acompanhada de outros amigos, foi obrigada pelo indivíduo a dar o dinheiro que trazia consigo.

Populares, alertados pela criança que chorava, conseguiram apanhar o alegado assaltante que negou o roubo, mostrando a carteira e os bolsos. Ainda segundo relato de populares, o homem terá escondido o dinheiro noutra parte do vestuário.

A criança só saiu do local após a chegada da mãe, desconhecendo-se se esta apresentou queixa na PSP.

Famalicense que causou lesões cerebrais por abanar filho fica em prisão domiciliária

A arguida podia optar, conforme deu a escolher o tribunal, por cumprir a pena na prisão e, quando cumprisse metade dessa pena, pedir a liberdade condicional, mas preferiu a prisão domiciliária.

Em qualquer das circunstâncias, à pena concreta desconta o tempo de prisão preventiva da mulher que é já de um ano e dois meses.

A arguida ficou inibida de exercer o poder paternal por 10 anos e do exercício de profissões em que tenha de lidar com crianças, tendo de pagar 20 mil euros à ofendida.

O coletivo de juízes deu por provada parcialmente a acusação contra esta mulher – uma costureira de 29 anos – por reincidir nos maus tratos à criança em ambiente hospitalar, depois de o fazer em Vila Nova de Famalicão.

De acordo com o processo, a arguida abanou o bebé “de forma violenta” com o alegado propósito de conseguir que parasse de chorar. Fê-lo ao longo de quatro dias de outubro de 2018, até lhe causar síndrome de bebé abanado (“shaken baby”).

A criança “sofreu traumatismos no cérebro, em consequência dos deslocamentos violentos deste contra as paredes do crânio, causados pela forma violenta como a arguida o abanou”, simplifica o Ministério Público (MP), na acusação.

Acrescenta que “depois de exames, de uma TAC [Tomografia Axial Computorizada] e ressonâncias magnéticas, os médicos confirmaram múltiplas lesões e hemorragias” na criança, que começou por ser levada a um centro de saúde, foi reencaminhada para o hospital local e transferida para os Cuidados Intensivos do hospital central de São João, no Porto.

A acusação dá nota de que a mulher voltou a agredir a criança, mais do que uma vez, na enfermaria do hospital de São João onde a menor foi internada.

Agrediu-a com palmadas violentas nas nádegas e chamou-lhe “demónio”, segundo o MP.

Ainda de acordo com o processo, no saco de maternidade da mulher foi encontrada, no dia em que o bebé teve alta no hospital de São João, “uma faca de cozinha, com comprimento total de 31 centímetros, sendo 20,5 centímetros de lâmina”.

O tribunal considerou que a arguida não agiu por “sentimentos de malvadez”, mas com o objetivo específico de que o bebé parasse de chorar.

A produção de prova neste julgamento foi feita em sessões à porta fechada, mas a juíza revelou, na leitura do acórdão, que a arguida negou os factos, mas, acrescentou, “não convenceu o tribunal”.

A criança foi entregue a uma família de acolhimento.

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