Famalicão: Formação certificada e gratuita para empregados e desempregados

A partir de janeiro do próximo ano, a Escola Profissional CIOR vai desenvolver ações de Formação Modular Certificada para ativos empregados e desempregados da região.

As ações, que vão estender-se até 2022, desenvolver-se-ão nas áreas de metalurgia e metalomecânica, ciências informáticas, eletricidade e energia, eletrónica, automação e comando, construção e reparação de veículos automóveis, comércio, secretariado e trabalho administrativo, serviços de apoio a crianças e jovens, trabalho social e orientação e ciências farmacêuticas.

Este projeto formativo e de qualificação de recursos humanos será operacionalizado nas instalações da escola, nas empresas, instituições e juntas de freguesia em regime laboral e pós-laboral. Ao longo dos próximos dois anos está prevista a qualificação de 1050 ativos, numa operação financiada pelo POISE- Programa Operacional Inclusão Social e Emprego.

Com esta formação, de curta duração, «pretende-se potenciar a empregabilidade e a aquisição de competências digitais dos ativos, promovendo a adaptação às mudanças estruturais da indústria e serviços, nomeadamente em setores estratégicos do tecido empresarial da região», justifica o diretor da CIOR, Amadeu Dinis.

Para mais informações e inscrições, os interessados devem consultar o site da CIOR ou a secretaria do estabelecimento de ensino, com o telefone 252 301210.

Famalicão: CIOR oferece viseiras à AFPAD

A Escola Profissional CIOR ofereceu à AFPAD viseiras para proteção dos utentes e colaboradores.

A direção da Associação Famalicense de Prevenção e Apoio à Deficiência agradece a oferta, sublinhando que «quando sentimos o envolvimento e a mobilização da comunidade, nomeadamente dos nossos parceiros, sentimos que este é o caminho certo que temos vindo a trilhar. Juntos faremos mais e melhor no combate e na prevenção desta pandemia».

Aluno da CIOR desenvolve dispositivo que analisa a qualidade do ar

Um aluno da Escola Profissional CIOR desenvolveu um projeto de eletrónica, chamado “Sentinela”, capaz de medir o ar segundo vários parâmetros. O dispositivo é capaz de detetar diferentes tipos de gases como gás natural, gás butano, propano e monóxido de carbono.

O sistema, premiado no concurso “O meu projeto é empreendedor”, vai além da análise: é capaz de realizar o corte do abastecimento de gás e água e alertar o proprietário via email e/ou via aplicação para smartphone.

Além disso, o sistema é expansível, isto é, suporta a ligação de novos sensores ou atuadores que poderão ser colocados noutras divisões e atuar conforme o utilizador defina. Nestes, podem ser incluídos sensores de inundação, de presença, de abertura de portas e janelas, temperatura, entre muitos outros.

Segundo informa a CIOR, o sistema pode ser monitorizado remotamente visto que todos os dados recolhidos são enviados para uma plataforma na internet.

Famalicão: CIOR idealiza lancheira que permite manter a refeição mais quente

Alunos do curso Técnico de Eletrónica idealizaram e conceberam uma lancheira mais inovadora do que a tradicional.

A Lunchbox permite que o utilizador defina a temperatura a que pretende que os alimentos se mantenham por intermédio de uma aplicação para smartphone criado para o efeito, como explica o diretor do curso, Pedro Veloso.

Os alunos chegaram a este projeto depois de constatarem que a tradicional lancheira, utilizada para transportar e conservar a refeição fora de casa, não sofreu muitas alterações ao longo dos anos e que chegado o momento de desfrutar da refeição, muitas vezes, o conteúdo já está frio.

De acordo com aquele responsável do curso, a lancheira idealizada pela CIOR torna possível manter a refeição quente durante 5 a 6 horas. No caso de o utilizador necessitar de mais tempo de aquecimento basta ligar a LunchBOX à tomada mais próxima e assim, «além de manter a temperatura, ainda carrega a bateria interna para uma próxima utilização», acrescentou Pedro Veloso.

Alunos da Cior ajudam na distribuição de máscaras e luvas à população

Vários alunos da Escola Profissional CIOR têm-se voluntariado para prestar apoio a várias Juntas de Freguesia na distribuição de máscaras e luvas de proteção pela população.

«Tem sido uma experiência muito enriquecedora, pois, para além de prestarmos apoio a uma Junta de Freguesia, temos a oportunidade de informar e sensibilizar as pessoas sobre os cuidados que devem ter durante esta pandemia», afirmou Mariana Castro, aluna do curso de Técnico Auxiliar de Farmácia, no final da primeira ação que decorreu, no início desta semana, em Mogege.

O autarca local, Carlos Lima, vê com agrado a intervenção cívica e solidária dos jovens estudantes.

Segundo a direção da Escola estão previstas outras ações solidárias articuladas com Juntas de Freguesia e farmácias no sentido de se assegurar a entrega de medicamentos a idosos.

CIOR prepara ações de apoio à comunidade

A Escola Profissional CIOR está a preparar novas ações dirigidas a pessoas em situação de vulnerabilidade, muito particularmente idosos dependentes e isolados.

Depois de ter produzido e distribuído viseiras por várias instituições do município, a Escola, em articulação com os seus parceiros, para além de tirar proveito da sua «capacidade instalada e tendo por base um diagnóstico de necessidades mais prementes e o evoluir da situação», vai direcionar o seu apoio para «ações mais específicas e de âmbito social», conforme adianta Paula Pereira, da direção da CIOR.

Na passada sexta-feira foram entregues várias dezenas de viseiras a mais instituições sociais do município de Famalicão, nomeadamente ao Centro Social de Brufe, Cruz Vermelha de Ribeirão, Núcleo da Cruz Vermelha de Oliveira São Mateus, Centro Social de Bairro, Centro Social de Pousada de Saramagos e ATC de Joane.

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