Famalicão: Presidente da Câmara apela ao sentido de responsabilidade dos famalicenses

O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, apela ao sentido de responsabilidade dos famalicenses para conter a propagação do coronavírus.

Através das redes sociais, o autarca famalicense relembra a importância do uso de máscara «em todas as situações possíveis», o distanciamento social e o cumprimento da etiqueta respiratória, à higienização das mãos e ao cuidado no contato com outras pessoas. «Mas, acima de tudo, que tenhamos a noção de que nesta altura, neste contexto, devemos fazer o que seja estritamente necessário e deixar de ter comportamentos que não sejam úteis, de que não precisemos no dia-a-dia», sublinha.

Apesar de todas as restrições necessárias, lembra que «o que vem aí não é o encerramento do país, nem das empresas, restaurantes, nem de espaços comerciais». Recorde-se que uma das medidas da autarquia foi manter as feiras e mercados do concelho abertos, apesar da posição do Governo ir no sentido contrário.

Paulo Cunha pede às pessoas que façam tudo o que faziam «mas com mais cautela, com mais rigor, com mais disciplina» porque qualquer descuido pode prejudicar-nos e às pessoas com quem convivemos.

Na comunicação aos famalicenses, o autarca recorda que o município de Famalicão tem ativos vários mecanismos de ajuda, inscritos num Plano de Contingência lançado em março, ainda no início da pandemia. «Continuamos muito atentos, a apoiar os nossos hospitais, os equipamentos de saúde, as IPSS, as pessoas, as famílias, as empresas que vivem mais dificuldades, para que num contexto de anormalidade, possamos ter aquilo que é essencial», deseja.

Famalicão: Até 2 de novembro pode concorrer a espaços no novo mercado municipal

Famalicão: Mercearia da Vila vende qualidade a granel

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, incluiu a Mercearia da Vila no Roteiro pela Inovação. A visita à loja aconteceu no dia 12, segunda-feira, para perceber melhor o modo de funcionamento deste espaço comercial que fica na Rua Júlio de Araújo, n.º 5, perto da Praça 9 de Abril.

Quem entra na loja depara-se com sacos de serapilheira, frascos e caixas, que contêm frutos secos, sementes, especiarias, chás, leguminosas, entre outros ligados à alimentação. Outra caraterística deste espaço é que os produtos são vendidos a granel em modo de self-service.

O projeto é de Catarina Silva que assim concretiza o sonho de abrir um negócio que combate o desperdício, ajuda a cuidar da saúde e protege o ambiente. «Cada um leva o que precisa. Evita-se o desperdício e fomenta-se o consumo de produtos bons para a saúde e para o ambiente. O aroma, as cores e as texturas dos produtos são o melhor cartão de visita dos bens que escaparam ao embalamento industrial e que se mostram ao cliente em toda a sua transparência», evidencia a autora do projeto.

A Mercearia da Vila está aberta ao público desde janeiro deste ano; as circunstâncias excecionais provocadas pela pandemia fizeram temer o pior, mas foram essas mesmas circunstâncias que deram um impulso inesperado ao negócio. «O confinamento fez com que as pessoas valorizassem o comércio de proximidade e redescobrissem a sua mais-valia», assume Catarina Silva.

O presidente da Câmara considera este «um projeto pleno de virtudes. Aqui compra-se o que é preciso e aposta-se em produtos de qualidade e em compras na quantidade certa. Defende-se o consumidor e protege-se o meio ambiente. Um bom exemplo para o futuro».

 

Famalicão: Os móveis que não precisa podem ser valiosos para alguém

O Banco de Móveis de Famalicão já distribuiu cerca de 2000 peças de mobiliário a mais de 300 famílias famalicenses, desde que foi criado, em 2013. O projeto é da Câmara Municipal que acaba de lançar uma nova campanha, com o mote “Os móveis que não precisa podem ser valiosos para alguém”.

Através desta nova campanha, o projeto de solidariedade social promovido em parceria com o espaço comercial Lago Discount volta a apelar à veia solidária dos famalicenses, lembrando-os de que podem doar ao Banco os móveis, eletrodomésticos e colchões que ainda estão em bom estado e que já não são necessários, mas que ainda podem fazer a diferença na vida de outras famílias.

Os interessados em ajudar devem contactar os Serviços de Ação Social do Município, através do número 252 320 940 ou do email [email protected], para agendamento da recolha e eventual desmontagem das peças a doar.

Os móveis entregues serão depois distribuídos pelos agregados familiares sinalizados e encaminhados pelas várias instituições que integram a Rede Social de Vila Nova de Famalicão.

Refira-se que para além desta nova campanha, o Banco de Móveis de Famalicão vai também avançar, ainda este ano, com um projeto de voluntariado para restauro de móveis, em parceria com o Banco Local de Voluntariado, para corrigir e recuperar alguns móveis que possam chegar com algum tipo de dano.

Famalicão: Reunião do executivo municipal com transmissão em direto

A próxima reunião do executivo municipal, que se realiza na manhã desta quinta-feira, a partir das 10h30, pode ser vista através do portal do Município.

A reunião, que é pública, realiza-se através da plataforma Zoom e os cidadãos que queiram intervir na parte reservada às intervenções do público, devem fazer a sua inscrição até às 17 horas do dia anterior à realização da reunião para [email protected]

Depois de validada a inscrição os interessados receberão link de acesso à plataforma.

Famalicão: Desenvolvimento social aposta no emprego, formação, qualificação e empreendedorismo

O novo programa de Contrato Local de Desenvolvimento Social – CLDS 4G, que tem como Entidade Coordenadora Local da Parceria a Engenho – Associação de Desenvolvimento Local de Vale do Este, aposta no emprego, formação, qualificação e empreendedorismo.

Os principais objetivos do novo programa foram apresentados na passada quinta-feira, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, pelo vereador do Desenvolvimento Territorial Integrado, Augusto Lima, que assinala que este novo projeto «não pode descurar a situação atual, que é complexa, incerta e que nos traz grande desafios».

O novo CLDS-4G vai vigorar até 31 de maio de 2023, implicando um investimento no concelho de 450 mil euros.

O vereador Augusto Lima assinala que a pandemia tem provocado um aumento do desemprego no concelho. Os números subiram de 3500 desempregados em fevereiro de 2020 para 5100 em finais de maio. Para além disso há 1500 empresas em lay off, que afetam 15 mil trabalhadores.

São dados preocupantes e que merecem «projetos que ajudem a fazer face a estas dificuldades». Este novo CLDS «tem uma estratégia clara para o emprego, formação e enquadra-se nas políticas sociais do concelho, nomeadamente na Estratégia Concelhia de Desenvolvimento Integrado».

Numa primeira fase será realizado um mapeamento do que está a acontecer no território, fazendo-se uma ponte com as entidades responsáveis pela educação, emprego e formação. Augusto Lima quer «um projeto marcante, que traga benefícios ao território, contribuindo, de uma forma significativa, para melhorar a situação que estamos a viver».

O Programa CLDS 4G tem a finalidade de promover a inclusão social. Tem, igualmente, especial atenção na concretização de medidas que promovam a inclusão ativa das pessoas com incapacidade.

O programa é desenvolvido pelo Instituto Segurança Social (ISS), I.P que enviou um convite à Câmara Municipal para criação de um CLDS. Por sua vez é Câmara Municipal que designa a Entidade Coordenadora Local da Parceria.

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