Braga: Idoso desaparecido há mais de 24 horas

Um idoso, de 72 anos de idade, encontra-se desaparecido desde esta quinta-feira.

O jornal Diário do Minho avança que, segundo informações recolhidas junto das autoridades, reportadas pelos familiares, o homem terá sido avistado pela última vez na zona de Figueiredo.

No dia do desaparecimento, transportava um guarda-chuva azul, vestia um kispo e galochas verdes.

 

Agasalhos pendurados pelas cidades para aquecer quem mais precisa este Natal

Do roupeiro para as ruas, várias cidades portuguesas, nomeadamente Lisboa, Braga, Leiria, Covilhã, Viseu e Sines, vão transformar-se num “RUApeiro solidário”, em 22 de dezembro, com agasalhos quentes pendurados para quem precisa, anunciou hoje o movimento Heat The Street.

O momento de “troca direta”, em que as pessoas colocam um agasalho num cabide ou penduram com molas e deixam na rua para que seja recolhido por quem precisa, surgiu em 2015, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, através do movimento Heat The Street, que este ano se propõe a espalhar a ideia por todo o país.

“Sempre nos assumimos como movimento e não como um evento e gostamos de pensar na ideia que poderíamos chegar a outras cidades, a outros bairros, a escolas e as pessoas podiam fazer o seu próprio evento, portanto inspiravam-se no Heat The Street”, afirmou Helena Carvalho, uma das responsáveis pela organização da iniciativa, referindo que este é o primeiro ano que a ideia é implementada em outras cidades além de Lisboa.

A ação nacional, “para que Portugal se torne num RUApeiro solidário gigante”, está marcada para 22 de dezembro, domingo que antecede o dia de Natal, e tem, até ao momento, organização confirmada nas cidades de Lisboa, Braga, Leiria, Covilhã, Viseu e Sines.

Com o objetivo de “chegar a mais pessoas e a mais locais”, o Heat The Street desafia todos os portugueses a participarem no RUApeiro, no sentido de “ajudar a tornar este Natal mais especial e mais quente para quem mais precisa”.

“Desde o início que o que quisemos foi procurar que as pessoas dessem alguma roupa que já não utilizassem, fossem ao seu roupeiro, ao sítio onde guardam a sua roupa, fossem buscar algo que já não utilizam e dessem para quem mais precisa”, disse Helena Carvalho, em declarações à agência Lusa, indicando que o balanço da iniciativa tem sido “muito positivo”, com “uma adesão crescente e emergente de ano para ano”.

Segundo a responsável do Heat The Street, “existem três maneiras de participar”, sendo que, para o fazer de “forma individual”, basta ter um agasalho a mais de que já não precisa, colocar num cabide e pendurar num local que faça sentido, “um local de passagem, que seja acessível, pode ser, por exemplo, um gradeamento, uma árvore”.

Além de individualmente, a participação no RUApeiro pode ser feita “em grupo informal ou organizando um evento coletivo”, em que a organização disponibiliza um ‘kit’ para eventos de maior dimensão, com todos os materiais publicitários, cartazes e etiquetas.

Os agasalhos, que podem ser casacos, camisolas, calças, mantas ou acessórios para mulher, homem e criança, têm de ser pendurados com uma etiqueta do Heat The Street, que está disponível na página do movimento na Internet (https://heatthestreet.net/heat-the-street/) para que os participantes as imprimam.

Quem precisa dos agasalhos pode, “livremente”, recolhê-los, reforçou Helena Carvalho, referindo que os bens que não forem retirados devem ser encaminhados para associações sociais e juntas de freguesia.

O movimento Heat The Street pretende que o RUApeiro se repita “por todo o país e até por outros países, se fosse possível, em qualquer altura que faça sentido”, frisando que a iniciativa se pode realizar em outras datas que não apenas o Natal.

“Dia 22 de dezembro é o dia Heat The Street – o dia de criar uma nova tradição natalícia: juntar os amigos, colegas ou familiares e sair à rua para fazer uma boa ação, levando agasalhos quentes que já não utiliza para pendurar pela vossa cidade/bairro para quem mais necessita!”, apelou a organização.

Para que seja possível ter uma dimensão da adesão, o movimento pede aos participantes para publicarem uma fotografia que retrate a ação de pendurar os agasalhos na rua nas redes sociais Instagram ou Facebook com o hashtag #heatthestreet e a respetiva localização.

Câmara de Braga quer iluminar 400 passadeiras da cidade e freguesias

A Câmara Municipal de Braga tenciona intervir em cerca de 400 passadeiras da cidade e freguesias. A informação foi adiantada na última Assembleia Municipal, pelo deputado Joaquim Barbosa.

Numa primeira fase a autarquia bracarense vai ouvir os presidentes da junta e elaborar uma lista de locais a serem intervencionados.

O jornal digital O Minho adianta que, “apesar desta medida, anunciada em reunião de AM, alguns dos pontos negros da cidade e das freguesias estão sob alçada das Infraestruturas de Portugal (IP), O MINHO sabe que João Rodrigues, vereador, enviou ofícios às IP para que, caso estes não façam as respetivas alterações, que deleguem a responsabilidade na autarquia, para esta fazer as intervenções“.

Bloco de Esquerda apresenta projeto para comboio direto de Braga a Guimarães

O Bloco de Esquerda apresentou na Assembleia da República um projecto de resolução com vista a reforçar o investimento na ferrovia existente no distrito de Braga, propondo a requalificação das linhas ferroviárias, a ligação directa entre Braga e Guimarães, a criação de uma linha suburbana entre Barcelos e Porto e a integração modal, horária e tarifária de todos os modos de transportes públicos.

No documento, os bloquistas referem que “de acordo com o CENSOS de 2011, o distrito de Braga conta com 956 185 habitantes. As cidades mais populosas são Braga (181 494), Guimarães (158 124), Vila Nova de Famalicão (133 832) e Barcelos (120 391). Não obstante estas quatro cidades possuírem linha ferroviária, esta não se encontra interligada. Assim, uma viagem de comboio de Guimarães para Braga demora entre uma a duas horas; as cidades distam 25 quilómetros entre si”.

“A título de exemplo refira-se que em Braga e Guimarães situam-se os pólos da Universidade do Minho, como tal, diariamente centenas de alunos e profissionais deslocam-se entre estas duas cidades recorrendo a camioneta ou a viatura própria, uma vez que a ligação por ferrovia não constitui uma alternativa real”, justificam, voltando a mencionar os dados do último Censo. “Todos os dias entram em Braga 28 mil 347 pessoas, e saem para outras localidades 20 mil 309. Em Guimarães, entram 17 mil 590 pessoas e saem 18 mil 383. Em Vila Nova de Famalicão são 16 mil 229 as pessoas que saem da cidade enquanto entram 20 mil 398. Em Barcelos, todos os dias saem 9971 pessoas e são recebidas 16 mil 745. Estes intensos movimentos pendulares (ou seja, deslocamento diário de pessoas entre municípios distintos, para fins de trabalho e ou estudo) colocam em movimento milhares de pessoas, sendo efetuados essencialmente por viatura própria, autocarro ou camioneta. Esta situação sobrecarrega e congestiona as vias de acesso a estas cidades e aumenta a poluição bem como o recurso a combustíveis fósseis”, sustenta o Bloco, defendendo como “essencial fazer o caminho para inverter esta forte dependência do transporte próprio e dos meios de transporte colectivos mais poluentes, caminhando no sentido da utilização de mais transportes públicos ecologicamente sustentáveis, entre os quais se destaca a ferrovia. “O direito efetivo à mobilidade só pode ser universal com base em transportes públicos colectivos. Sem essa transição para uma mobilidade cada vez mais colectiva e mais eléctrica, nenhuma meta de descarbonização do país será cumprida”, lê-se no documento.

No comunicado enviado às redacções, o deputado do Bloco de Esquerda eleito pelo Círculo Eleitoral de Braga, José Maria Cardoso, relembra que esta iniciativa surge na sequência da campanha eleitoral, onde o partido demonstrou que “o comboio não é uma alternativa viável, porque, atualmente, uma viagem entre Braga e Guimarães, que distanciam 25km entre si, demora mais de duas horas”.
Segundo o deputado, no distrito de Braga, “residem quase um milhão de pessoas (956 mil 185), existem pólos universitários da Universidade do Minho e do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e inúmeras zonas industriais, o que implica muitos movimentos pendulares, principalmente entre as cidades do quadrilátero – Barcelos, Braga, Famalicão e Guimarães – que justifica a aposta nos transportes ferroviários de forma a diminuir a emissão de gases com efeitos de estufa provocados pelos transportes rodoviários”.

“É fundamental não adiar mais nem encontrar desculpas para protelar medidas efetivas para desenvolver a rede de transportes públicos no distrito de Braga, porque há muito que a população ouve falar no desenvolvimento da ferrovia mas esta tarda em chegar, pelo que o Bloco de Esquerda considera essencial que não se adie mais este investimento urgente”, conclui.

GNR vai sugerir alterações nas estradas da região para as tornar mais seguras

A Guarda Nacional Republicana encontra-se a fazer o levantamento de locais nas estradas do distrito de Braga onde existem falhas consideradas graves, que podem colocar em risco quem nelas circula.

O dossiê está a ser preparado e deve ser entregue em breve às autoridades competentes de forma a serem corrigidos os pontes onde a sinistralidade é considerável.

Não são pontos negros, mas sim locais com falhas estruturantes. É uma realidade que nos preocupa, pois temos tido uma elevada taxa de mortalidade em acidentes nas estradas. Vamos informar as entidades responsáveis no sentido de introduzir algumas correções nas vias. São locais fora de um padrão único. Desde traçados de auto-estrada, itinerários principais, estradas municipais e nacionais

Coronel Borlido da Rocha – Declarações ao Diário do Minho

 

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