PSP põe cobro a rixa entre grupos rivais e apanha armas ilegais

A PSP encontrou duas pistolas de calibre 7,65 mm, para além dos respetivos carregadores, e um total de quarenta e seis munições de calibre 7,65 mm todas por deflagrar, no decurso de uma investigação que visou impedir uma rixa entre dois grupos – um Famalicão e outro de Braga.

A PSP teve conhecimento que, ao final da tarde de domingo houve uma contenda entre indivíduos residentes nas cidades de Vila Nova de Famalicão e de Braga e que, durante a noite, estaria “marcado” novo encontro entre os grupos.

Na sequência da informação, foi efetuada uma ação de controlo na Nacional 14, sentido Braga / VN Famalicão e, pelas 2 da madrugada desta segunda-feira, foi intercetada uma viatura.

No interior estavam três pessoas, residentes em Braga – uma delas do sexo feminino – com idades compreendidas entre os 49 e os 38 anos, que não apresentaram qualquer justificação para se ausentarem das suas residências.

Com base na informação que a PSP dispunha, foi efetuada revista aos indivíduos e, na posse mulher, foram detetadas duas pistolas de calibre 7,65 mm, para além dos carregadores das pistolas, foram ainda encontrados mais três carregadores e quarenta e seis munições de calibre 7,65 mm todas por deflagrar.

A mulher foi detida e os homens que se encontravam na sua companhia foram notificados da proibição de se ausentarem das suas residências e de circularem em concelho distinto do da área de residência.

GNR apreende várias armas em Famalicão

A GNR apreendeu cinco armas e identificou um homem, de 62 anos de idade, de Famalicão, por posse ilegal de armas.

Esta ação da GNR aconteceu esta terça-feira, na sequência de uma investigação que decorria desde fevereiro.

Foi cumprido um mandado de busca domiciliária, tendo sido apreendidas uma caçadeira, uma pistola de calibre 6.35 mm, duas facas, um gás pimenta, nove cartuchos, 22 munições calibre 6,35mm.

O suspeito foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

PSP vai destruir mais de 13.500 armas de fogo na maior ação realizada em Portugal. Entregas voluntárias aumentaram este ano

Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública refere que as armas de fogo a destruir são as que foram voluntariamente entregues ou apreendidas pela PSP e declaradas perdidas a favor do Estado no âmbito de processos crime e de contraordenação.

As 13.767 armas de fogo vão ser destruídas na quarta-feira na Maia, Porto, e trata-se da quinta ação realizada este ano, num total de 35.064.

Segundo aquela força de segurança, a PSP destruiu 174.374 armas de fogo nos últimos seis anos.

A PSP indica ainda que as armas destruídas decorrem também do “aumento substancial” das entregas voluntárias, que atingiu 1.665 este ano.

Casos de Violência Doméstica: GNR retira armas e mais de 2 mil munições aos agressores

O Comando Territorial de Braga, através do Posto Territorial de Fafe, ontem, dia 15 de outubro, apreendeu cinco armas de fogo e mais de 2 mil munições, relacionadas com crimes de violência doméstica e de posse de arma proibida, no concelho de Fafe.

No âmbito da investigação por violência doméstica, os militares apuraram que um homem de 55 anos agredia, ameaçava e injuriava a sua esposa, de 59 anos. Foi realizada uma busca domiciliária que permitiu apreender uma caçadeira.

No seguimento de uma outra investigação, independente da anterior, que durava há um mês e meio, relacionada com a posse de arma ilegal, os militares apuraram que um homem, de 76 anos, teria armas e munições na sua posse, sem que estivesse habilitado para tal. Foi realizada uma busca domiciliária tendo sido apreendidas 2 157 munições de diversos calibres, três espingardas, uma espingarda de pressão de ar e uma pistola.

Os suspeitos foram constituídos arguidos e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Fafe.

Nove regime das armas: PSP recebeu 329 armas de fogo ilegais e 865 munições em setembro

“A Polícia de Segurança Pública informa que, entre os dias 22 e 30 de setembro de 2019 – data em que entrou em vigor o Regime Jurídico das Armas e Munições, que permite um prazo de 180 dias para a entrega voluntária de armas ilegais – foram entregues 329 armas de fogo e 865 munições”, refere em comunicado.

As entregas ocorreram principalmente no distrito de Lisboa, com 176 armas a que se somam mais 23 entregues diretamente no Departamento de Armas e Explosivos, seguido por Coimbra (35) e Leiria (27).

Por tipologia, registaram-se 233 armas utilizadas “no ato venatório das classes C e D” e 48 armas curtas, como pistolas e revólveres.

“A PSP continua a informar permanentemente todos os cidadãos que possam ter na sua posse armas ilegais e/ou em situação de contra-ordenacional que dispõem de 180 dias, após o dia 22 de setembro, para fazer essa entrega sem repercussão criminal e que podem legalizar a sua situação de licenciamento, como seja licenças de uso e porte de armas caducadas, armas de familiares falecidos ou declarações de compra e venda não entregues em tempo, entre outras, beneficiando assim da não aplicação de coima”, alertou a polícia.

Para isso, os cidadãos podem deslocar-se a qualquer esquadra da PSP ou posto da GNR (Guarda Nacional Republicana), levando consigo as armas e munições, bem como a documentação que pode ser obtida através da página da internet da PSP, da GNR e do Ministério da Administração Interna (MAI)

Até ao final deste período, a PSP vai realizar, por todo o país, ações de informação para explicar as alterações introduzidas por este regime jurídico.

Estão já confirmadas ações em Alenquer, distrito de Lisboa, na próxima terça-feira, em Santarém, entre 24 de outubro e 06 de novembro e em Coimbra, em 14 de novembro.

Em 18 de setembro, a PSP já tinha anunciado que os detentores de armas não declaradas podem entregá-las até ao final de março de 2020, sendo que, após exame à arma, a polícia notificará os requerentes e as armas passam a poder ficar em situação de detenção no domicílio, durante 180 dias, período em que será feito o licenciamento.

A lei das armas foi promulgada em 24 de julho pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e limita o número de armas de fogo que cada pessoa pode ter em casa.

A lei, aprovada com a abstenção do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) e sem votos contra, restringe o número de armas que os caçadores, por exemplo, podem ter em casa e estipula um prazo para resolver a questão das excedentes.

A lei foi o resultado da discussão em sede de comissão de uma proposta de lei do Governo e projetos de lei do PCP, Bloco de Esquerda, Partido Ecologista Os Verdes e PAN.

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