Oficina de Arte para famílias por técnicos da Fundação de Serralves

A oficina “Mínimo é Máximo” dirigida a famílias e que decorrerá este sábado, das 16 às 18 horas, na Casa das Artes, será orientada por técnicos da Fundação de Serralves com base na exposição “Quase tudo o que sou capaz” de Ângelo de Sousa, patente no espaço cultural famalicense até ao final de fevereiro.

Através do desenho e da dobragem os participantes são convidados a explorar o universo peculiar do artista. Às 18h30, decorre uma visita orientada à exposição. A lotação máxima para estas atividades é de 25 pessoas.

No domingo, das 10h30 às 12h30, será possível a pais, filhos, avós e amigos “Espreitar o Teatro em Família”. Uma atividade que mostra os vários espaços da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, mesmo aqueles aos quais só os artistas têm acesso. Uma visita guiada, totalmente gratuita, à exposição “Quase Tudo o Que Sou Capaz” e, ainda, a possibilidade de ver o filme: “Tudo o que sou capaz”, do realizador Jorge Silva Melo, sobre a obra de Ângelo de Sousa, fazem parte desta proposta para a manhã de domingo.

Todas as informações e inscrições em [email protected] e [email protected].

Serralves mostra Ângelo de Sousa na Casa das Artes

A obra de Ângelo de Sousa (1938-2011) está nos corredores da Casa das Artes de Famalicão até 29 de fevereiro. A par das figuras decorativas que cedeu à Casa das Artes, os famalicenses podem apreciar uma nova coleção de obras da autoria do artista, considerado um dos mais importantes da segunda metade do Século XX em Portugal.

Até ao último dia do próximo mês, a Fundação de Serralves apresenta no principal espaço cultural de Famalicão a exposição “Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz”, com um conjunto de obras, de vários períodos da sua carreira, de pintura, escultura e desenho que “pretendem sublinhar os paralelismos entre meios artísticos na obra do artista e a importância da contaminação entre aquelas disciplinas para a evolução da sua prática artística”.

Refira-se que Ângelo de Sousa nasceu, em 1938, em Lourenço Marques, atual Maputo, Moçambique. O artista faleceu na sua casa no Porto, a 29 de março de 2011, com 73 anos de idade.

É considerado uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX e é um dos artistas melhor representados na Coleção de Serralves, com trabalhos realizados entre os anos 1961 e 2002, e que abarcam todos os meios artísticos a que ele se dedicou ao longo da sua prolífica carreira: desenho, pintura, escultura, instalação, filme e fotografia. Recorde-se, ainda, que com a celebração do acordo de adesão do município de Vila Nova de Famalicão ao Conselho de Fundadores da Fundação de Serralves, em 2016, iniciou-se uma relação de cooperação entre estas duas instituições, baseada num projeto integrativo de promoção e divulgação cultural e ambiental.

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