Mais de 10 milhões receberam alerta da Proteção Civil por SMS

Mais de 10,5 milhões de pessoas em Portugal receberem, na quinta-feira, a mensagem de telemóvel (SMS) sobre as restrições especiais de circulação e a situação de risco devido à covid-19, anunciou a Proteção Civil.

Em comunicado, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) refere que a mensagem sobre a situação de risco relacionada com a pandemia de covid-19, e em particular quanto às restrições especiais de circulação a adotar até a próxima segunda-feira, foi recebida por 10 milhões de clientes nacionais e os restantes por clientes internacionais que se encontram em Portugal Continental.

“COVID19: Especiais restrições de circulação 9 a 13 abril. Nesta Pascoa fique em casa. Previna contagio. Info em covid19estamoson.gov.pt / www.prociv.pt / ANEPC”, foi o conteúdo do SMS recebido em português e em inglês.

As novas restrições de circulação impostas na renovação do estado de emergência estipulam que entre as 00:00 de quinta-feira e as 24:00 do dia 13, as deslocações não poderão fazer-se para fora do concelho de residência, salvo em situações autorizadas, como as relacionadas com o trabalho.

A operação conjunta de fiscalização da PSP e da GNR conta com 35 mil elementos no terreno.

Covid-19: Proteção Civil avisa população por SMS

A Proteção Civil está a proceder ao envio de mensagens escritas para a população portuguesa a avisar das restrições em vigor. A SMS tem uma ligação para a página de internet do governo criada para o efeito, onde os portugueses podem esclarecer todas as dúvidas sobre o estado de emergência e todas as suas condicionantes.

Respeite as regras.
Não saia de casa.

Mau tempo: Proteção Civil lança alerta à população devido a agravamento a partir das 12h00

Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) lançou um alerta devido ao agravamento das condições meteorológicas na tarde desta quinta-feira, com destaque para os distritos de Braga, Porto, Viana do Castelo e Vila Real.

De acordo com o comunicado emitido pela ANEPC, estão previstos períodos de chuva, que poderá ser “forte a partir do fim da manhã” na região norte.

Segundo a Proteção Civil, o agravamento das condições meteorológicas terá “especial incidência” naqueles distritos, entre as 12:00 e as 18:00.

A Proteção Civil alerta também para a possibilidade de vento de sul forte no litoral oeste norte e centro, com rajadas que poderão atingir os 80 quilómetros por hora, podendo atingir os 100 Km/hora nas terras altas.

Xarope “Ben-u-ron” está em rutura de stock, mas há alternativas no mercado

Segundo a Associação Nacional de Farmácias (ANF), em declarações ao Jornal de Notícias, o paracetamol pediátrico Ben-u-ron xarope está praticamente esgotado. O medicamento é uma das marcas mais compradas para combater febre ou sintomas gripais em crianças. A rutura, que deverá ser sentida em todo o país, prende-se com problemas de produção.

Segundo uma fonte da ANF, a previsão é de que a reposição “não vai ser possível durante o mês de janeiro”.

A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) assegurou hoje, no entanto, que há alternativas no mercado para substituir o xarope Ben-u-ron, que está em rutura de ‘stock’ em muitas farmácias, com a mesma forma farmacêutica e em quantidade suficiente.

Em declarações à agência Lusa, a coordenadora do Gabinete de Disponibilidade do Medicamento do Infarmed, Helena Ponte, afirmou que a autoridade do medicamento foi notificada pela Bene Farmacêutica, empresa titular da autorização de introdução no mercado (AIM) do Ben-u-ron da situação de rutura.

“O fabrico [do xarope] teve um problema de qualidade e a empresa titular da AIM agiu em conformidade e notificou o Infarmed com o tempo suficiente para nós realmente garantirmos o acesso a esse medicamento, o paracetamol em xarope 40 miligramas”, disse Helena Ponte.

Segundo a responsável, este medicamento tem alternativas no mercado nacional pela parte da Generis Farmacêutica, dos Laboratórios Basi e da Farmoz.

A notificação permitiu que a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde fizesse o seu trabalho “na garantia do seu acesso durante o período que há uma grande probabilidade do medicamento Ben-U-Ron estar em rutura”, sublinhou.

Durante esse período, salientou, o mercado nacional e todo o país terá “disponível o mesmo medicamento para ser consumido nas mesmas quantidades médias nesta altura do ano”, assegurou Helena Ponte.

A responsável adiantou que a empresa farmacêutica para mitigar o impacto desta rutura reforçou a disponibilidade de outras formas farmacêuticas, mas o Infarmed pugnou para que houvesse alternativas com a mesma forma farmacêutica, independentemente de haver um reforço de comprimidos ou de supositórios, que não é o foco do problema da rutura.

Questionada pela Lusa sobre se a rutura poderá ser até fevereiro, Helena Ponte afirmou que, neste momento, há “uma previsibilidade dessa rutura que pode ser superior, pode ser inferior, tendo em conta que é uma questão de qualidade”.

“Diria que, se calhar, em fevereiro seria o pior dos cenários, mas até para a empresa porque, do ponto de vista do consumidor nacional, há o medicamento em Portugal”, sustentou.

Mas, vincou, esses fatores já foram tidos em conta na análise do Infarmed. “Neste momento, já temos quantidade suficiente no mercado e em território nacional superior àquela que, em princípio, será necessária para o tempo de rutura, além dos mecanismos já ativados para a sua produção nas quantidades que forem necessárias”, reiterou.

Para o Infarmed, a avaliação desta rutura foi de “impacto reduzido ou nulo”, porque o medicamento está assegurado no mercado pelos genéricos.

O presidente da autoridade reguladora disse mesmo ao Observador que não há motivos para preocupação. Segundo Rui Santos Ivo, há pelo menos três alternativas também em versão xarope e a preços baixos no mercado, sendo que os farmacêuticos têm a obrigação de indicar as alternativas ao xarope ben-u-ron no ato de compra.

Jorge Amil Dias, presidente do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos, procurou acalmar os pais reiterando em declarações à TSF que não há razão para alarme, uma vez que existem no mercado outros medicamentos “com o mesmo princípio terapêutico, que são perfeitamente equivalentes e podem ser utilizados com toda a segurança”.

A expectativa do director médico da empresa responsável pelo fabrico dos medicamentos Ben-U-Ron, Alfredo Tavares, em declarações ao Público, é de que a ruptura não se faça sentir tão cedo, mas assumiu que “a previsão é não recebermos o Ben-U-Ron xarope até ao final de fevereiro”.

Mau Tempo: “Daniel” deixa Portugal em alerta amarelo

Está aí a tempestade Daniel.

Os 18 distritos do continente estão sob aviso amarelo (até às 21:00 de hoje) devido à previsão de períodos de chuva por vezes forte e persistente, tendo o IPMA emitido também o mesmo aviso para toda a costa portuguesa, mas por causa da agitação marítima (até às 12:00 de terça-feira).

O IPMA colocou também em aviso amarelo os distritos de Bragança, Viseu, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Braga e Castelo Branco devido à previsão de queda de neve acima de 1400/1600 metros, descendo gradualmente a cota para 800/1000 metros, entre as 15:00 de hoje e as 03:00 de terça-feira.

Sob aviso amarelo estão ainda os distritos de Viseu, Évora, Guarda, Faro, Beja, Castelo Branco, Coimbra e Portalegre por causa do vento forte com rajadas até aos 80 quilómetros por hora, entre as 09:00 e as 18:00 de hoje.

O aviso amarelo é o segundo menos grave de uma escala de quatro e é emitido quando as condições meteorológicas representam um “risco para determinadas atividades”.

No domingo, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou para um agravamento do estado do tempo.

Face ao cenário de precipitação forte e persistente, a Proteção Civil alerta que deve ser “dada uma especial atenção às zonas historicamente identificadas como vulneráveis a inundações e em particular em bacias hidrográficas não regularizadas e de escoamento rápido”.

Atenção aos pisos escorregadios e aos lençóis de água

A Proteção Civil chama a atenção para os efeitos desta situação, com piso escorregadio e a eventual formação de lençóis de água e gelo e possibilidade de cheias rápidas em meio urbano.

As autoridades alertam ainda para a possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte e possíveis acidentes na orla costeira, sendo de evitar o estacionamento de veículos nestas zonas.

Segundo a ANEPC, “o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados”.

Aos condutores, é recomendada uma condução defensiva, com redução da velocidade e colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve.

As autoridades pedem também para não se atravessar zonas inundadas, “de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas”.

Deve-se “garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas”, diz o comunicado, acrescentando ainda que não devem ser praticadas “atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar”.

Já o arquipélago da Madeira está sob aviso laranja devido à previsão de agitação marítima, com ondas até 12 metros na costa norte, e ventos fortes. De acordo com o IPMA, o aviso laranja mantém-se até às 09:00 de terça-feira, passando depois a aviso amarelo.

O arquipélago está também com aviso laranja devido à previsão de vento forte de noroeste com rajadas que podem chegar aos 130 quilómetros por hora nas regiões montanhosas (até às 16:00 de hoje), passando depois a aviso amarelo, prevendo-se rajadas até aos 90 quilómetros por hora.

O aviso laranja, o terceiro numa escala de quatro, aplica-se a situações meteorológicas de risco moderado a elevado, enquanto o aviso amarelo traduz situações de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

Por causa das previsões meteorológicas, o Serviço Regional de Proteção Civil (SRPC) da Madeira emitiu no domingo uma série de recomendações à população.

O SRPC da Madeira recomenda uma “condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água”.

Também sugere a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e de outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas”.

As janelas e portas fechadas, a retiradas e objetos soltos nas varandas e peitorais das janelas, evitar viagens em zonas afetadas pela situação meteorológica adversa e a não circulação em zonas de prédios degradados, devido ao risco de derrocadas são outros concelhos da autoridade civil da Madeira.

O SRPC alertou também para o perigo das estruturas montadas como andaimes, toldos, tendas, telhados, “que poderão ser afetadas por rajadas mais fortes de vento, bem como a uma possível queda de árvores.

Recomenda ainda “especial atenção à circulação ou a obstrução de vias, provocados por desprendimento de objetos provocados por ventos fortes, contínuos ou em rajada, nomeadamente às estruturas alusivas à quadra festiva”.

Também a capitania do Porto do Funchal emitiu aviso de mau tempo nos mares da Madeira até às 16:00 de hoje.

Devido a esta situação na orla marítima, a autoridade marítima regional insiste que “os proprietários ou armadores das embarcações tomem as devidas precauções para que estas permaneçam nos portos de abrigo”.

Canceladas ligações entre Madeira e Porto Santo

Por causa do mau tempo, a ligação marítima entre as ilhas da Madeira e de Porto Santo pelo navio Lobo Marinho programada para hoje foi cancelada, anunciou o armador.

A Porto Santo Line (PSL), na sua página da Internet, anunciou no domingo que as viagens de hoje, com partida prevista do Funchal às 08:00 e regresso do Porto Santo às 18:00, foram “canceladas devido às más condições meteorológicas que põem em causa a segurança do navio e dos passageiros”.

A PSL acrescenta que as passagens marcadas para hoje “serão, automaticamente, alteradas para as viagens de terça-feira”.

Novo Alerta: Nas próximas 48 horas o tempo vai voltar a piorar

Nas regiões norte e centro prevê-se períodos de chuva ou aguaceiros, que prosseguem na segunda-feira com aguaceiros por vezes fortes na generalidade do continente, podendo ainda ocorrer trovoadas.

Segundo as previsões meteorológicas, há possibilidade de queda de neve acima dos 1.400/1.600 metros de altitude a partir do final da tarde de hoje.

O vento será forte, com rajadas que podem atingir 80 quilómetros por hora nas terras altas do norte e do centro, aumentando de intensidade na segunda-feira, com rajadas que podem chegar a 100 quilómetros por hora.

A agitação marítima na costa ocidental a norte do Cabo Raso será significativa, com ondas que podem chegar a 8/10 metros de altura máxima, entre o meio da tarde de hoje e o fim da madrugada de segunda-feira.

Face a este cenário de precipitação forte e persistente, entre domingo e segunda-feira, a Proteção Civil alerta que deve ser “dada uma especial atenção às zonas historicamente identificadas como vulneráveis a inundações e em particular em bacias hidrográficas não regularizadas e de escoamento rápido”.

Num aviso à população, a Proteção Civil chama a atenção para os efeitos desta situação, com piso escorregadio e a eventual formação de lençóis de água e gelo e possibilidade de cheias rápidas em meio urbano.

No comunicado, as autoridades alertam ainda para a possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte e possíveis acidentes na orla costeira, sendo de evitar o estacionamento de veículos nestas zonas.

Segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, “o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados”.

Aos condutores, é recomendada uma condução defensiva, com redução da velocidade e colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve.

As autoridades pedem também para não se atravessar zonas inundadas, “de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas”.

Deve-se “garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas”, diz o comunicado, acrescentando ainda que não devem ser praticadas “atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar”.

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