Supremo tribunal absolve mulher pelo homicídio de idosa residente em Joane

Oito anos depois do homicídio de uma idosa em Joane há novos desenvolvimentos sobre o caso. O Supremo Tribunal de Justiça confirmou a absolvição de uma mulher que, juntamente com o marido, tinham sido condenados pelo Tribunal de Guimarães.

Artur Gomes foi condenado pelo Tribunal de Guimarães a 20 anos e sete meses, depois o Supremo Tribunal de Justiça fixou-lhe a pena em 18 anos e meio.

A companheira de Artur Gomes também foi condenada em 1.ª instância (Tribunal de Guimarães) a 18 anos e sete meses; mais tarde foi absolvida no Tribunal da Relação, mas o Ministério Público recorreu para o Supremo, que confirmou a absolvição.

Recorde-se que este caso teve muitas peripécias. O homicídio ocorreu no mês de março de 2012, mas o corpo da vítima, que vivia sozinha, só foi encontrado 13 dias depois, por uma vizinha. Inicialmente, a Polícia Judiciária deteve o sobrinho da vítima, Armindo Castro, que acabou condenado a 20 anos de prisão. Depois de ter cumprido dois anos e meio, Artur Gomes confessou o crime de Joane. Nova reviravolta no caso: o sobrinho da vítima foi libertado e Artur Gomes acabou condenado, juntamente com a esposa.

O casal cumpre pena também pelo homicídio de uma mulher na Lixa. O Tribunal de Penafiel condenou Artur Gomes a 23 anos e três meses de prisão e a esposa a 18 anos e quatro meses.

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