Saiba que se estiver em lay-off pode ter um trabalho que lhe dê um rendimento extra

O Governo aprovou em Conselho de Ministros uma medida com vista a assegurar que os trabalhadores em ‘lay-off’ possam exercer outra atividade remunerada “desde que nas áreas da produção alimentar, apoio social, saúde, logística e distribuição”.

A medida integra um decreto-lei que procede a novas alterações às medidas já adotadas pelo Governo no âmbito da resposta à pandemia de covid-19, “tomando em atenção os novos temas que se vão identificando relativamente aos trabalhadores, às empresas, aos operadores económicos e aos cidadãos em geral”, pode ler-se no comunicado do Conselho de Ministros.

O Governo indica que foi identificada neste âmbito “a necessidade de assegurar que as pessoas em regime de redução do período normal de trabalho ou suspensão do contrato de trabalho podem exercer atividade remunerada desde que nas áreas da produção alimentar, apoio social, saúde, logística e distribuição”.

Foi ainda sinalizada pelo executivo “a necessidade de prever a possibilidade de aprovação de medidas de contenção e limitação de mercado, como a fixação de preços máximos ou monitorização centralizada de ‘stocks’”.

Estas medidas vão ser reguladas “no Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de março”, diz o Governo.

O ‘lay-off’ simplificado é uma das medidas aprovadas pelo Governo de resposta à crise provocada pela pandemia de covid-19 e consiste num apoio às empresas de manutenção dos contratos de trabalho.

Os trabalhadores têm direito a receber dois terços da remuneração, assegurando a Segurança Social o pagamento de 70% desse valor, sendo o remanescente suportado pela entidade empregadora.

Mercadona doa 670 toneladas de alimentos no primeiro semestre deste ano

A Mercadona doou 670 toneladas de produtos de primeira necessidade no primeiro semestre de 2022 em Portugal. Estas doações, equivalente a mais de 11.000 carrinhos de compra, foram destinadas a mais de 30 cantinas sociais, 5 bancos de alimentos e outras entidades sociais com as quais a empresa colabora. No distrito de Braga, a Mercadona doou 118 toneladas de produtos de primeira necessidade a instituições locais de solidariedade social.

A Mercadona participa, ainda, noutras iniciativas de âmbito nacional que se realizam ao longo do ano. É o caso da “Campanha Vale”, da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, e da campanha “Shop for Goodness” da Cruz Vermelha Portuguesa, cujo montante angariado foi convertido em cartões de compra que contribuem para a autonomização de famílias carenciadas.

Com mais de 1.660 lojas entre Portugal e Espanha, a Mercadona doou 10.800 toneladas de bens na primeira metade deste ano, o equivalente a 180.200 carrinhos de compras, que se destinaram a mais de 410 cantinas sociais, 60 bancos de alimentos e outras entidades sociais de ambos países.

Estas ações resultam do compromisso da empresa em partilhar com a sociedade parte do que dela recebe. No âmbito deste Plano de Responsabilidade Social e a par da doação de alimentos, a Mercadona colabora com 32 fundações e centros ocupacionais na decoração das suas lojas com murais de trencadís (mosaicos típicos do Mediterrâneo), elaborados por mais de mil pessoas com incapacidade intelectual.

Outra linha estratégica deste Plano de Responsabilidade Social é a sustentabilidade, de que é prova o Sistema de Gestão Ambiental próprio, baseado nos princípios da economia circular e focado na otimização logística, eficiência energética, gestão de resíduos, produção sustentável e redução do plástico. Nesse sentido, a Mercadona, junto dos seus fornecedores Totaler, está a desenvolver a Estratégia 6.25: 6 ações para atingir um triplo objetivo até 2025: reduzir o plástico em 25%, que todas as embalagens sejam recicláveis, e reciclar todos os seus resíduos de plástico.

A Mercadona integra desde 2011 o Pacto Mundial das Nações Unidas para a defesa dos valores fundamentais em matéria de Direitos Humanos, Normas Laborais, Meio Ambiente e Luta contra a Corrupção.

Em Braga, as instituições beneficiárias são Associação de Solidariedade Social de S. Tiago de Fraião (Braga), GASC (Barcelos), Lar de Santo António (Guimarães), Dar as Mãos – Associação de Solidariedade Social (Braga), Lar de Santa Estefânia (Braga), Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Braga (Braga) e Lar Nossa Senhora da Misericórdia (Barcelos)

Famalicão: Deputados do PCP em jornada de trabalho para defender os direitos dos trabalhadores

Os deputados do PCP no Parlamento Europeu, Sandra Pereira e João Pimenta Lopes, vão realizar uma jornada de trabalho na região de Braga. Desta quarta a sexta-feira, os deputados vão passar pelos concelhos de Braga, Guimarães, VN Famalicão, Fafe. Barcelos, Esposende, Vizela e Amarares

A jornada, com o lema “Ao teu lado todos os dias. A tua voz no Parlamento Europeu”, que visa dar expressão a uma intervenção distintiva em defesa dos direitos, dos interesses e das aspirações dos trabalhadores e do povo português, trará Sandra Pereira, esta quarta-feira, à feira semanal de Famalicão (9 horas) e, às 11 horas, tem um encontro com trabalhadores despedidos da Shenelek / Continental – Mabor, empresa onde regressa durante a tarde, às 14h30, para contacto com os trabalhadores. Às 17 horas, estará na Lima e Companhia, também para contactos com trabalhadores. Na quinta-feira, a deputada comunista, volta a contactar com trabalhadores, desta feita da Leica, às 15h30.

Os deputados cumprirão um intenso programa de contacto com trabalhadores, populações, associações e outras organizações, abrangendo as temáticas do aumento do custo de vida, da situação das atividades económicas, dos direitos ao emprego digno, à saúde, à habitação e aos transportes públicos, entre outros.

Município de Famalicão integra campanha nacional de promoção do uso dos transportes públicos

O Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I.P. lançou, esta quinta-feira, a campanha “O Futuro é Coletivo – Use os Transportes Públicos”, que tem como objetivo a promoção do uso do transporte público coletivo, através de uma divulgação alargada dos benefícios para o utilizador: + barato / melhor para o ambiente / + tempo para o que gosta / cómodo e seguro
A campanha, que tem como parceiros 50 entidades, entre as quais a CIM do Ave e o Município de Famalicão, passa em vários órgãos de comunicação social e múltiplas plataformas.

Com as crescentes alterações climáticas, o aumento do congestionamento, a degradação da qualidade do ar, o aumento da sinistralidade rodoviária e a crise energética, tornou evidente a necessidade de alterar o paradigma da mobilidade. O transporte público é uma área chave na política de mobilidade urbana sustentável, a par da racionalização do uso do transporte individual
e do estímulo aos modos ativos.
O Programa de Apoio à Redução Tarifária nos Transportes Públicos (PART), iniciado em 2019, levou a um aumento global de passageiros nos transportes públicos e teve um impacto significativo no financiamento do sistema de transportes, na poupança das famílias e na simplificação dos sistemas tarifários, atraindo, deste modo, novos passageiros para o transporte público.
Por outro lado, a recente crise sanitária condicionou a utilização do transporte público coletivo, tendo-se verificado uma diminuição da procura. Neste contexto, o IMT considera importante divulgar os benefícios do uso do transporte público coletivo e promover o regresso e atrair novos passageiros.

 

Greve dos trabalhadores da IP vai afetar circulação de comboios nos dias 1, 3 e 5 de agosto

A organização sindical representativa dos trabalhadores da IP – Infraestruturas de Portugal (gestor da infraestrutura ferroviária) convocou uma greve para os dias 1, 3 e 5 de agosto e a Comboios de Portugal (CP) prevê «fortes perturbações» na circulação.

Em comunicado, a CP reporta que, «por motivo de greve convocada por organização sindical representativa dos trabalhadores da IP – Infraestruturas de Portugal preveem-se fortes perturbações na circulação de comboios, a nível nacional, em todos os serviços, nos dias 1, 3 e 5 de agosto de 2022».

Está prevista a realização de serviços mínimos nos dias da greve, sem prejuízo de poderem ser realizados comboios adicionais, cuja lista pode ser consultada em www.cp.pt

Famalicão: Alunos da CIOR defendem Provas de Aptidão Profissional

Terminado mais um ano letivo, com a defesa das provas de aptidão profissional, os alunos da CIOR demonstraram que estão aptos para o mercado de trabalho ou para prosseguirem os seus estudos.

Os alunos finalistas dos diferentes cursos da Escola Profissional terminaram, na passada semana, a apresentação pública das suas provas de aptidão profissional perante os respetivos júris. Como projeto pessoal ou de equipa, fizeram prova dos conhecimentos adquiridos.

José Paiva, diretor pedagógico da Escola, destacou a qualidade das provas e dos projetos, relevando o espírito crítico, a criatividade e a inovação dos alunos. Acrescentando que é isto que se espera de um finalista da CIOR: «um técnico competente, criativo, cumpridor e comunicativo como pessoa e profissional».

A direção da Escola agradece a presença e participação de técnicos representantes de empresas, ensino e investigação, instituições e demais organismos representativos de diferentes setores do mercado do trabalho, que integraram os diferentes júris.

Os alunos finalistas frequentaram os cursos de mecatrónica automóvel; eletrónica, automação e comando; produção e maquinação, instalações elétricas; auxiliar de farmácia e animação sociocultural.

Associação Têxtil e Vestuário crítica falta de apoios à internacionalização

A direção da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal está preocupada com o que diz serem atrasos e incertezas no apoio à internacionalização para este setor do têxtil e vestuário.

Mário Jorge Machado, presidente da ATP, garante que a Associação tem procurado informações junto das entidades competentes e que não tem obtido as respostas que precisa.

«As manifestações de preocupação foram dirigidas ao mais alto nível, a diversas entidades e responsáveis políticos, desde a membros do Governo, ao COMPETE, à AICEP Portugal Global, à própria CIP, e, nalguns casos, manifestações reiteradas», acusa.

Mário Jorge Machado recorda que as «últimas calls do Portugal 2020 para a internacionalização das empresas ficaram muito aquém das necessidades, com cortes orçamentais que não eram de todo esperados. Sobretudo numa altura essencial em que deveríamos estar a ajudar as empresas a reverter os efeitos provocados, primeiro, por uma pandemia, a que somaram, recentemente, outros provenientes da guerra, com crise de preços na energia e matérias-primas, subida da inflação e recuo da procura», frisa.

Ainda que reconheça que as verbas do Portugal 2020 possam estar esgotadas, Mário Jorge Machado lembra que há um «Programa como o Portugal 2030 que devia estar ao serviço da economia desde 2021, e estamos no 3.º trimestre de 2022 e ainda ninguém consegue antecipar quando poderá estar operacional, com abertura de calls nestas e noutras áreas».