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RIBA DE AVE LUTA PELA VERDADE DESPORTIVA

O Riba de Ave Hóquei Clube acusa o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Patinagem de má-fé e de produzir um acórdão que determina a descida administrativa do clube à 2.ª divisão, favorecendo o Valença.

Em causa está a utilização de um dirigente, delegado ao jogo contra o Juventude de Viana, que, alegadamente, não o podia ser, por não estar inscrito. O emblema ribadavense venceu o jogo (realizado em abril passado), por 3-2, sendo posteriormente sancionado com falta de comparência, derrota por 10-0 e uma multa. Já esta semana o clube sofreu nova sanção, pela mesma razão, em dois jogos disputados em novembro, do ano passado, e janeiro deste ano, respetivamente com o Tomar e o Paço de Arcos. A “pena” foi a mesma e com três faltas de comparência o clube é, administrativamente, relegado para a 2.ª divisão.

Em conferência de imprensa, a direção liderada por Rui Santos assevera que o processo de inscrição do dirigente foi feito como todos os outros e que se não há registo do mesmo, as culpas só podem ser assacadas aos serviços da Associação de Patinagem do Minho e da Federação. O dirigente, que explicou todo o processo, mostra-se revoltado com a decisão do Conselho de Justiça e assume que o clube não vai abandonar a batalha jurídica que tem pela frente para que seja reposta «a verdade desportiva».

O RAHC apresentou um protesto de impugnação do campeonato.

Saiba tudo sobre este caso na próxima edição do Jornal CIDADE HOJE.

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