Riba de Ave acredita no futuro… mas não esquece o passado

Na sessão solene evocativa do 32.º aniversário de elevação de Riba de Ave a vila foi vincada a ideia de que a comunidade deve continuar a reagir contra a perda de vários serviços públicos. As obras de requalificação do Teatro Narciso Ferreira e da escola básica são sinais «de um novo futuro que encaramos com ânimo», assumiu, na noite desta quarta-feira, a presidente da Junta de Freguesia, Susana Pereira. Obras que, segundo Paulo Cunha, vão em contraciclo com tudo aquilo que tem acontecido na comunidade.

O presidente da Câmara Municipal, numa alusão à perda do balcão da Caixa Geral de Depósitos e dos CTT, bem como o fim dos contratos de associação com as escolas da vila, fala em ações «que evidenciam que não concordamos com as decisões que foram tomadas no passado e que muito prejudicaram as expectativas de Riba de Ave, mas são também ações que dão um sinal à comunidade de que há instâncias no poder público que têm em conta aquilo que são os interesses da comunidade e que criam condições para que haja investimento económico, desenvolvimento e qualidade de vida».

Na sessão solene houve homenagens. No campo desportivo foram entregues de sete prémios de mérito: ao Clube de Xadrez A2D da Didáxis, ao ciclista Luís Machado, ao jogador da Seleção Portuguesa de Futsal do Clero, Padre Vitor Pinheiro, ao clube de pesca desportiva Centro Popular de Trabalhadores, ao praticante de Karting Ilídio Fernandes e aos hoquistas Diogo Abreu e Gonçalo Machado.

Na área cultural, destaque para a homenagem à Orquestra Juvenil da Banda de Música de Riba de Ave. O Prémio de Mérito de Cidadania foi para a docente já aposentada da Didáxis de Riba de Ave, Irene Alferes.