Remoção do amianto nas escolas do concelho ainda sem calendário

Remoção do amianto nas escolas do concelho ainda sem calendário

A EB 2,3 Júlio Brandão, D. Maria II, Nuno Simões, Bernardino Machado e Ribeirão, as EB 1,2,3 de Arnoso Stª Maria, Gondifelos e a Escola Secundária Padre Benjamim Salgado constam do “Programa de remoção do amianto” do Governo, «mas a comunidade educativa nada sabe sobre este programa», acusa o deputado do PSD à Assembleia da República.

Sobre este assunto, Jorge Paulo Oliveira interpelou, esta segunda-feira, o Ministro da Educação. Começando por recordar que, em 2014, foi publicada a listagem dos edifícios públicos que contêm amianto, tendo sido identificadas em Famalicão vários edifícios escolares, o deputado lembra a Tiago Brandão Rodrigues que, desde 2016, «o Estado está obrigado a tornar público o mapeamento e o planeamento das ações corretivas e preventivas com vista à eliminação e à redução do risco para a saúde humana» que representa a presença do amianto e que, nesse mesmo ano, o Governo deu conta de um relatório que contempla a hierarquização das intervenções e a estimativa dos respetivos custos.

Decorridos mais de dois anos, «a comunidade educativa famalicense nada sabe de concreto sobre o denominado “Programa de Remoção do Amianto” no que concerne às escolas identificadas no concelho», lamenta Jorge Paulo Oliveira que pede ao Ministro da Educação que diga, «em definitivo», que tipo de intervenções estão programadas e quando vão decorrer.

 

N.R. Por lapso, nesta notícia, editada esta segunda-feira, foi incluída a EB Pedome, como sendo uma das escolas referenciadas, o que não corresponde à verdade. Deste modo, pedimos desculpas pelo sucedido.

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