Registo Civil de Famalicão funcionou “à porta fechada”

Registo Civil de Famalicão funcionou “à porta fechada”

Com a greve dos conservadores e técnicos dos registos e notariado, o registo civil de Famalicão funcionou de uma forma diferente no arranque desta semana.

Devido ao facto de não se terem apresentado ao trabalho um número mínimo de funcionários para garantir o normal funcionamento do registo civil, este serviço funcionou de porta fechada.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, junto de pessoas que recorreram a este espaço, todos os cidadãos que tivessem interesse em tratar de assuntos urgentes foram obrigados a recorrer ao telemóvel. Numa fase inicial, tiveram que explicar o que os traziam àquele serviço, através de uma chamada telefónica para um contacto afixado na porta e, caso a urgência do assunto justificasse, a entrada das pessoas era autorizada para se poder dar tratamento à situação.

Entretanto, e nos dias que se seguiram, os serviços do registo civil funcionaram dentro da normalidade. O protesto destes profissionais termina na próxima sexta-feira. O Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado (STRN) apontou hoje que a adesão à greve no setor está situada nos 85 a 90%, reafirmando que “está em causa o futuro, a isenção e a qualidade da profissão”.

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