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Perto de 200 obras do surrealismo moderno estão patentes em Famalicão

O Centro Português do Surrealismo que foi inaugurado pelo presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em Vila Nova de Famalicão, no início deste mês, abriu com o pé direito com a apresentação da exposição “O Surrealismo na Coleção Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian”.

A mostra que inaugurou a nova sala de exposições – um espaço único na região com 400 metros quadrados – vai ficar patente até 8 de setembro, possibilitando revisitar as obras ligadas ao Movimento Surrealista da coleção da Calouste Gulbenkian, e regressar aos acontecimentos plásticos desse período.

Para o presidente do Conselho de Administração da Fundação Cupertino de Miranda, Pedro Álvares Ribeiro, “esta exposição representa um estímulo à investigação e compreensão, quer de atitudes, quer de pensamentos, levados a cabo por autores que desafiaram a situação social e política da época, demonstrando audácia, inteligência e liberdade.”

Por sua vez, a diretora do Museu Calouste Gulbenkian, Penelope Curtis, refere que esta exposição representa algumas das obras “mais significativas que podem ser definidas simultaneamente como surrealistas e portuguesas”. Para a responsável “esta primeira iniciativa ajudará a solidificar um conhecimento mais aprofundado dos parâmetros do Surrealismo em Portugal, não só na sua forma concreta, mas também como linguagem artística, que merece mais investigação e um apreço mais profundo”.

A exposição é composta por quase 200 obras de autores como António Pedro, António Dacosta, Fernando Lemos, Mário Cesariny, Cruzeiros Seixas, Paula Rego, João Cutileiro, Nadir Afonso, entre muitos outros.

A mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00. Aos sábados e feriados das 14h00 às 18h00. A entrada é livre.

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