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Pelo menos um morto no sequestro num supermercado do sul de França. AFP fala em dois

Pelo menos uma pessoa morreu esta manhã num sequestro num supermercado no sul de França. O incidente começou por volta das 11 da manhã, hora local. Cerca de duas horas depois, os reféns já tinham sido libertados. O primeiro-ministro francês diz que tudo leva a pensar que se trata de um ato terrorista.

Pelo menos uma pessoa foi morta hoje de manhã numa tomada de reféns num supermercado em Trèbes, perto de Carcassonne, no sul de França, anunciou o comandante da polícia local.“Temos infelizmente a suspeita de uma morte, mas não podemos fazer entrar um médico para confirmar”, disse à France-Presse o general Jean-Valéry Lettermann.

Por volta das 13:00 (menos uma hora em Lisboa), todos os reféns tinham já sido libertados.

Uma fonte próxima do processo disse à AFP que há pelo menos dois mortos.

A Associated Press cita por seu turno o secretário-geral do sindicato da polícia, Yves Lefebvre, que afirma que um refém foi morto a tiro e outro gravemente ferido.

O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu ao ministro do Interior, Gérard Collomb, para se deslocar a Trèbes.

O primeiro-ministro francês, Edouard Philippe, afirmou que tudo leva a crer que o tiroteio seguido por uma tomada de reféns perto de Carcassonne, se trata de “um ato terrorista”.

“A seção antiterrorista do Ministério Público de Paris está a reunir todas as informações que temos até ao momento e essas informações sugerem que se trata de um ato terrorista”, disse Philippe, que interrompeu a visita que fazia a Mulhouse (no norte do país).

Um homem, que afirmou agir em nome do grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico, entrou no supermercado cerca das 11:15 (10:15 em Lisboa) e foram ouvidos tiros, segundo fonte judicial citada pela agência France-Presse (AFP).

Pelo menos uma pessoa terá falecido no ataque, segundo o general Jean-Valéry Letterman, citado pela agência France-Presse, mas até o momento as forças de segurança não conseguiram enviar um médico para confirmar a situação.

A justiça antiterrorista assumiu a investigação do ataque, que o primeiro-ministro francês Edouard Philippe classificou como “sério”.

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