Peça artística criada por emigrantes com a ajuda d´A Casa ao Lado vai ficar no Consulado Geral de Portugal

Peça artística criada por emigrantes com a ajuda d´A Casa ao Lado vai ficar no Consulado Geral de Portugal

O vitral baseado nos padrões da azulejaria portuguesa construído, este domingo, por emigrantes e lusodescendentes a residir no bairro do Soho vai ficar exposto, em permanência, no Consulado Geral de Portugal em Nova Iorque.

A execução desta peça artística comunitária teve a orientação dos artistas plásticos Joana Brito e Ricardo Miranda, diretores d’A Casa Ao lado, centro artístico famalicense.

Realizada no âmbito do ‘Portugal in Soho’, evento anual do Arte Institute promovido com o objetivo de recordar a herança cultural portuguesa em Manhattan, a iniciativa juntou cerca de 150 elementos da comunidade portuguesa do Soho de Nova Iorque, que se inspiraram nos padrões típicos da azulejaria portuguesa para criar em placas acrílicas transparentes padrões personalizados que projetaram no piso da Sullivan Street as sombras dos padrões gráficos desenhados, formando uma peça única.

A realização deste projeto em Nova Iorque é o ponto de partida d’A Casa Ao Lado para o processo de internacionalização que vai prosseguir, em 2020, com intervenções artísticas comunitárias com as comunidades portuguesas a residir na cidade da Praia, em Cabo Verde, e em Brasília (Brasil), passando, ainda, pelo Bairro Português em Malaca, na Malásia.

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