Paulo Cunha diz que investimento é mais do que aquele que se vê em cimento

O executivo municipal aprovou esta quinta-feira, em reunião extraordinária, realizada por videoconferência, o relatório e contas relativo ao exercício municipal no ano de 2019.

Segundo o revisor oficial de contas, a despesa foi de 91 milhões de euros, com grau de execução de 81% em relação ao previsto; a receita foi de 107 milhões de euros, com execução de 95,8% em relação ao projetado há um ano.

O presidente da Câmara Municipal de Famalicão fala de um ano marcado pela internacionalização do concelho, sem esquecer necessidades básicas da população e a cultura.

Para Paulo Cunha, estes números refletem que o investimento infraestrutural em Famalicão não é só aquele que implica cimento e betão; mas «a formação cultural, social e educativa é um investimento infraestrutural tão importante quanto este, se não mais, e implica uma forte aposta do município nos recursos humanos capazes de desenvolver estes desafios». Paulo Cunha dá como exemplos de investimento o programa Há Cultura, a Cidade Educativa ou o programa Mais e Melhores Anos.